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Cafeína pode piorar perda auditiva relacionada à idade.
Cafeína pode afetar significantemente a capacidade do corpo de se recuperar de perda auditiva temporária induzida por ruídos, aponta estudo.

Um estudo realizado pelo instituto Research Institute at the McGill University Health Centre, no Canadá, sugere que cafeína pode afetar seriamente a capacidade do corpo de recuperar-se de perda auditiva temporária, após exposição a eventos com ruídos extremos. Além disso, o estudo revelou que cafeína pode contribuir para prejuízos a longo prazo que poderiam ser recuperados inicialmente.

O ouvido quando exposto a ruídos pode sofrer uma redução de perda  auditiva temporária, também conhecida como limiar auditivo temporário. Esse distúrbio é normalmente reversível nas primeiras 72 horas, após exposição a ruídos, mas, se os sintomas persistirem, o dano pode ser permanente”, segundo Dr. Faisal Zawawi, otorrinolaringologista da universidade McGill University Health Centre, no Canadá.

Tempo lento de recuperação
O estudo foi conduzido durante uma experiência de 15 dias e realizado com 24 cobaias divididas em três grupos. O primeiro grupo foi exposto a cafeína, o segundo, a ruídos ou estímulos acústicos  semelhante ao que se escuta num show de rock (110 decibéis decorrer de uma hora; e o último grupo, foi exposto tanto a cafeína como a ruídos, no primeiro e oitavo dias de experiência.

Os resultados mostraram que as cobaias que se expuseram a cafeína e a sons altos - ao mesmo tempo - recuperaram-se mais lentamente de perda auditiva temporária induzida por ruído do que o grupo que só tinha sido exposto aos sons. E além do tempo mais lento de recuperação, as cobaias também experimentaram perda auditiva após o décimo quinto dia de experiencia.  

Os pesquisadores têm planejado ampliar os testes, envolvendo pessoas no futuro, de modo que a pesquisa será confirmada através de resultados feitos com o ser humano.

O estudo foi publicado pela  revista de medicina americana, Journal of the American Medical Association.



Fonte: http://www.hear-it.org/pt/cafeina-pode-piorar-perda-auditiva-relacionada-idade

Tinnitus está associado à perda auditiva.
Enquanto a maioria das pessoas sofre de tinnitus temporário, há outras que sofrem muito com diferentes tipos de tinnitus, os quais afetam, de um modo negativo, na qualidade do cotidiano delas.

Tinnitus é um ruído na cabeça que não tem nenhuma relação com problema psiquiátrico. É um constante som de buzina, campainha ou sussurro. A intensidade e tipos de tinnitus variam, consideravelmente, de pessoa para pessoa, como também as causas são diferentes entre indivíduos. Contudo, a maioria das pessoas que sofre de tinnitus considera essa enfermidade desconfortável e incômoda.

Predominância de tinnitus
Ninguém sabe precisamente quantas pessoas experimentam tinnitus permanente, e a maioria das pessoas experimentam tinnitus temporário. Várias pesquisas, feitas no mundo inteiro, revelam que quando entrevistados, 5% de todos os adultos afirmaram ter experimentado tinnitus permanente em um, ou nos dois ouvidos. Além disso, é estimado que entre 1% a 3% da população do mundo inteiro sofra, consideravelmente, de tinnitus severo, o qual tem um impacto negativo significante na qualidade do cotidiano delas.

Devido a exposição a ruídos em atividades de entretenimento, principalmente entre jovens, a expectativa de prevalência de tinnitus é  que venha aumentar nos anos vindouros.

Tinnitus e perda auditiva calculada
Estudos recentes, realizados na Itália e na Alemanha, revelaram uma forte conexão entre tinnitus e perda auditiva calculada. Enquanto  estudos alemães mostraram que a maioria de todos os pacientes,  arrolados na pesquisa, sofriam de tinnitus,e tinham também uma considerável perda auditiva, o estudo italiano mostrou que dentre outros motivos, a maioria dos pacientes, no estudo, com perda auditiva sensorioneural tinham tinnitus de alto tom.

Tratamento de perda auditiva reduz tinnitus
Pesquisa médica, realizada nos anos recentes, revelou que tinnitus é causado por ausência ou redução de atividade nervosa, nos nervos, os quais conectam a parte prejudicada do ouvido interno para o sistema central nervoso do cérebro. Segundo pesquisa médica, a falta de contribuição audiológica enviada do ouvido interno para o cérebro leva os nervos auditivos, entre o ouvido interno e o cérebro, a enviarem, de modo espontâneo , sinais para o cérebro, os quais são interpretados como som. E é isso o que se experimenta como tinnitus. 

Outros estudos têm apontado que tratamento de perda auditiva, como por exemplo, através  de aparelho auditivo ou cirurgias, podem reduzir o tinnitus, ou pelo menos  fazer com que  a pessoa se sinta menos o impacto dessa enfermidade. Isso pode ocorrer por conta de um aumento de entradas audiológicas, devido o tratamento de perda auditiva total ou de tinnitus parcial “escondido”. E pode, no entanto, ser também  por causa  da redução de sinais espontâneos. Sendo assim, mesmo não havendo cura para tinnitus, o tratamento de perda auditiva pode reduzir o tinnitus.




Fonte: http://www.hear-it.org/pt/tinnitus-esta-associado-perda-auditiva

Aparelho auditivo e implante coclear melhoram sintomas depressivos de perda auditiva não tratada.
Pessoas com perda auditiva experimentam uma melhora significante quanto aos sintomas depressivos, após tratamento com aparelho auditivo ou implante coclear, aponta estudo.

Perda auditiva é comum entre pessoas idosas e está significantemente associada a problemas de saúde tanto físico, mental, com também ao bem estar. E é especialmente pessoas abaixo de 70 anos de idade que encontram-se  em alto risco de terem depressão causada por perda auditiva.

Pesquisadores de uma universidade, em Oklahoma, nos Estados Unidos, Johns Hopkins University, University of Oklahoma College of Medicine e Drexel University, estudaram a associação entre tratamento com aparelho auditivo ou implante coclear voltado para sintomas depressivos em adultos. No estudo, foi investigado sintomas depressivos de 113 participantes com idade de 50 anos ou acima disso.

Ajuda para uma audição melhor
Após os 63 participantes, ou os 50 participantes de  implante coclear terem seus aparelhos ajustados, os sintomas depressivos deles foram medidos através da Escala de Depressão Geriátrica (GDS). E depois de 6 meses usando aparelho auditivo ou implantes cocleares, o GDS pontuou uma redução de 28% para usuários de aparelho auditivo, e 31%  para usuários de implantes cocleares.

Perda auditiva associada à depressão
Um outro estudo feito anteriormente, e analisado por uma pesquisa americana da National Health and Nutrition Examination Survey revelou que perda auditiva está associada à depressão, especialmente, entre mulheres e pessoas abaixo de 70 anos de idade.

Um audição melhor
O estudo traz esperança para adultos com perda auditiva, e que vêm sofrendo com sintomas depressivos. Sendo assim, essas pessoas podem melhora sua audição ao usarem aparelho auditivo ou fazerem implantes cocleares.

O estudo foi publicado numa revista americana, JAMA Otolaryngology Head & Neck Surgery.




Fonte: http://www.hear-it.org/pt/aparelho-auditivo-e-implante-coclear-melhoram-sintomas-depressivos-de-perda-auditiva-nao-tratada

Estado de saúde influencia perda auditiva entre idosos.
Há uma forte relação entre o estado de saúde e a experiência de perda auditiva entre pessoas idosas, aponta estudo neerlandês.

Um estudo de base populacional realizado por uma universidade na Holanda, University Center Rotterdam, com 3.315 entrevistados mostrou que um estilo de vida pouco saudável pode causar perda auditiva em pessoas idosas.

Os resultados gerais revelaram, tanto para os homens quanto para as mulheres, que tabagismo estava significantemente associado à perda auditiva entre pessoas idosas.

Pressão Arterial Sistólica (PAS) é também uma causa de perda auditiva, principalmente, entre os homens entrevistados. Em contra partida, as mulheres entrevistadas foram expostas a altos níveis de perda auditiva, ao sofrerem de diabetes ou ao terem alto nível de Índice de Massa Corporal (IMC).

Consumo de álcool
O consumo elevado de álcool, entre homens, pode levar a níveis  altos de perda auditiva; o mesmo não ocorre com as mulheres , ou seja, a associação negativa entre consumo de álcool e perda auditiva.

Segundo estudo, fator social determinante como baixo nível educacional influenciou a audição.

No estudo de Rotterdam, efeitos relacionados tanto com baixa e alta frequência de perda auditiva foram analisados, nos entrevistados, para esclarecer se o estado de saúde tinha impacto significante na perda auditiva, entre os idosos.



Fonte: http://www.hear-it.org/pt/estado-de-saude-influencia-perda-auditiva-entre-idosos
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