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Cafeína pode piorar perda auditiva relacionada à idade.
Cafeína pode afetar significantemente a capacidade do corpo de se recuperar de perda auditiva temporária induzida por ruídos, aponta estudo.

Um estudo realizado pelo instituto Research Institute at the McGill University Health Centre, no Canadá, sugere que cafeína pode afetar seriamente a capacidade do corpo de recuperar-se de perda auditiva temporária, após exposição a eventos com ruídos extremos. Além disso, o estudo revelou que cafeína pode contribuir para prejuízos a longo prazo que poderiam ser recuperados inicialmente.

O ouvido quando exposto a ruídos pode sofrer uma redução de perda  auditiva temporária, também conhecida como limiar auditivo temporário. Esse distúrbio é normalmente reversível nas primeiras 72 horas, após exposição a ruídos, mas, se os sintomas persistirem, o dano pode ser permanente”, segundo Dr. Faisal Zawawi, otorrinolaringologista da universidade McGill University Health Centre, no Canadá.

Tempo lento de recuperação
O estudo foi conduzido durante uma experiência de 15 dias e realizado com 24 cobaias divididas em três grupos. O primeiro grupo foi exposto a cafeína, o segundo, a ruídos ou estímulos acústicos  semelhante ao que se escuta num show de rock (110 decibéis decorrer de uma hora; e o último grupo, foi exposto tanto a cafeína como a ruídos, no primeiro e oitavo dias de experiência.

Os resultados mostraram que as cobaias que se expuseram a cafeína e a sons altos - ao mesmo tempo - recuperaram-se mais lentamente de perda auditiva temporária induzida por ruído do que o grupo que só tinha sido exposto aos sons. E além do tempo mais lento de recuperação, as cobaias também experimentaram perda auditiva após o décimo quinto dia de experiencia.  

Os pesquisadores têm planejado ampliar os testes, envolvendo pessoas no futuro, de modo que a pesquisa será confirmada através de resultados feitos com o ser humano.

O estudo foi publicado pela  revista de medicina americana, Journal of the American Medical Association.



Fonte: http://www.hear-it.org/pt/cafeina-pode-piorar-perda-auditiva-relacionada-idade
Tinnitus está associado à perda auditiva.
Enquanto a maioria das pessoas sofre de tinnitus temporário, há outras que sofrem muito com diferentes tipos de tinnitus, os quais afetam, de um modo negativo, na qualidade do cotidiano delas.

Tinnitus é um ruído na cabeça que não tem nenhuma relação com problema psiquiátrico. É um constante som de buzina, campainha ou sussurro. A intensidade e tipos de tinnitus variam, consideravelmente, de pessoa para pessoa, como também as causas são diferentes entre indivíduos. Contudo, a maioria das pessoas que sofre de tinnitus considera essa enfermidade desconfortável e incômoda.

Predominância de tinnitus
Ninguém sabe precisamente quantas pessoas experimentam tinnitus permanente, e a maioria das pessoas experimentam tinnitus temporário. Várias pesquisas, feitas no mundo inteiro, revelam que quando entrevistados, 5% de todos os adultos afirmaram ter experimentado tinnitus permanente em um, ou nos dois ouvidos. Além disso, é estimado que entre 1% a 3% da população do mundo inteiro sofra, consideravelmente, de tinnitus severo, o qual tem um impacto negativo significante na qualidade do cotidiano delas.

Devido a exposição a ruídos em atividades de entretenimento, principalmente entre jovens, a expectativa de prevalência de tinnitus é  que venha aumentar nos anos vindouros.

Tinnitus e perda auditiva calculada
Estudos recentes, realizados na Itália e na Alemanha, revelaram uma forte conexão entre tinnitus e perda auditiva calculada. Enquanto  estudos alemães mostraram que a maioria de todos os pacientes,  arrolados na pesquisa, sofriam de tinnitus,e tinham também uma considerável perda auditiva, o estudo italiano mostrou que dentre outros motivos, a maioria dos pacientes, no estudo, com perda auditiva sensorioneural tinham tinnitus de alto tom.

Tratamento de perda auditiva reduz tinnitus
Pesquisa médica, realizada nos anos recentes, revelou que tinnitus é causado por ausência ou redução de atividade nervosa, nos nervos, os quais conectam a parte prejudicada do ouvido interno para o sistema central nervoso do cérebro. Segundo pesquisa médica, a falta de contribuição audiológica enviada do ouvido interno para o cérebro leva os nervos auditivos, entre o ouvido interno e o cérebro, a enviarem, de modo espontâneo , sinais para o cérebro, os quais são interpretados como som. E é isso o que se experimenta como tinnitus. 

Outros estudos têm apontado que tratamento de perda auditiva, como por exemplo, através  de aparelho auditivo ou cirurgias, podem reduzir o tinnitus, ou pelo menos  fazer com que  a pessoa se sinta menos o impacto dessa enfermidade. Isso pode ocorrer por conta de um aumento de entradas audiológicas, devido o tratamento de perda auditiva total ou de tinnitus parcial “escondido”. E pode, no entanto, ser também  por causa  da redução de sinais espontâneos. Sendo assim, mesmo não havendo cura para tinnitus, o tratamento de perda auditiva pode reduzir o tinnitus.




Fonte: http://www.hear-it.org/pt/tinnitus-esta-associado-perda-auditiva
Aparelho auditivo e implante coclear melhoram sintomas depressivos de perda auditiva não tratada.
Pessoas com perda auditiva experimentam uma melhora significante quanto aos sintomas depressivos, após tratamento com aparelho auditivo ou implante coclear, aponta estudo.

Perda auditiva é comum entre pessoas idosas e está significantemente associada a problemas de saúde tanto físico, mental, com também ao bem estar. E é especialmente pessoas abaixo de 70 anos de idade que encontram-se  em alto risco de terem depressão causada por perda auditiva.

Pesquisadores de uma universidade, em Oklahoma, nos Estados Unidos, Johns Hopkins University, University of Oklahoma College of Medicine e Drexel University, estudaram a associação entre tratamento com aparelho auditivo ou implante coclear voltado para sintomas depressivos em adultos. No estudo, foi investigado sintomas depressivos de 113 participantes com idade de 50 anos ou acima disso.

Ajuda para uma audição melhor
Após os 63 participantes, ou os 50 participantes de  implante coclear terem seus aparelhos ajustados, os sintomas depressivos deles foram medidos através da Escala de Depressão Geriátrica (GDS). E depois de 6 meses usando aparelho auditivo ou implantes cocleares, o GDS pontuou uma redução de 28% para usuários de aparelho auditivo, e 31%  para usuários de implantes cocleares.

Perda auditiva associada à depressão
Um outro estudo feito anteriormente, e analisado por uma pesquisa americana da National Health and Nutrition Examination Survey revelou que perda auditiva está associada à depressão, especialmente, entre mulheres e pessoas abaixo de 70 anos de idade.

Um audição melhor
O estudo traz esperança para adultos com perda auditiva, e que vêm sofrendo com sintomas depressivos. Sendo assim, essas pessoas podem melhora sua audição ao usarem aparelho auditivo ou fazerem implantes cocleares.

O estudo foi publicado numa revista americana, JAMA Otolaryngology Head & Neck Surgery.




Fonte: http://www.hear-it.org/pt/aparelho-auditivo-e-implante-coclear-melhoram-sintomas-depressivos-de-perda-auditiva-nao-tratada
Estado de saúde influencia perda auditiva entre idosos.
Há uma forte relação entre o estado de saúde e a experiência de perda auditiva entre pessoas idosas, aponta estudo neerlandês.

Um estudo de base populacional realizado por uma universidade na Holanda, University Center Rotterdam, com 3.315 entrevistados mostrou que um estilo de vida pouco saudável pode causar perda auditiva em pessoas idosas.

Os resultados gerais revelaram, tanto para os homens quanto para as mulheres, que tabagismo estava significantemente associado à perda auditiva entre pessoas idosas.

Pressão Arterial Sistólica (PAS) é também uma causa de perda auditiva, principalmente, entre os homens entrevistados. Em contra partida, as mulheres entrevistadas foram expostas a altos níveis de perda auditiva, ao sofrerem de diabetes ou ao terem alto nível de Índice de Massa Corporal (IMC).

Consumo de álcool
O consumo elevado de álcool, entre homens, pode levar a níveis  altos de perda auditiva; o mesmo não ocorre com as mulheres , ou seja, a associação negativa entre consumo de álcool e perda auditiva.

Segundo estudo, fator social determinante como baixo nível educacional influenciou a audição.

No estudo de Rotterdam, efeitos relacionados tanto com baixa e alta frequência de perda auditiva foram analisados, nos entrevistados, para esclarecer se o estado de saúde tinha impacto significante na perda auditiva, entre os idosos.



Fonte: http://www.hear-it.org/pt/estado-de-saude-influencia-perda-auditiva-entre-idosos
Impedanciometria.
De grande utilidade para identificar otites catarrais crônicas, o exame de Impedanciometria envolve a Timpanometria e a pesquisa do Reflexo estapédico.
A Timpanometria é usada para diferenciar as patologias condutivas entre si. Além disso, também permite a interferência sobre o funcionamento da tuba auditiva. Já o Reflexo estapédico é um estudo que leva em consideração a mudança da impedância do aparelho tímpano-ossicular mediante a contração do músculo do estribo.

Finalidade:

O exame de impedanciometria é utilizado também na avaliação da audição juntamente com a audiometria. Ele serve para verificar a integridade e mobilidade da membrana timpânica e dos pequenos ossos que são responsáveis por transmitir o som para o nervo auditivo. É um exame que não traz qualquer tipo de desconforto para o paciente, e é de extrema importância para os diagnósticos nas perdas auditivas.

Procedimento:
O teste é realizado pela colocação de uma pequena sonda no conduto auditivo externo de um dos ouvidos e um fone no outro. Essa pequena sonda contém um sistema que injeta e remove pressão, um pequeno canal que fornece estímulo sonoro e outro que, conectado a um registrador no aparelho, avalia o grau de deslocamento do sistema tímpano-ossicular, em resposta à variação de pressão ou ao estímulo sonoro.

Preparo:

Estar com os ouvidos e condutos auditivos limpos.
Repouso auditivo. Evitar sons muito altos por 14 horas antes do exame.



Fonte: http://www.censopa.com.br/servico.php?id=22
Dor de Ouvido - Causas e Tratamentos.
As dores de ouvido podem ser causadas por diversos fatores. Alem disso, uma causa muito comum da dor de ouvido é a obstrução da tuba auditiva, o pequeno canal que conecta a parte posterior interna do nariz com o ouvido médio.

O ar no ouvido médio está constantemente sendo absorvido por sua parede membranosa, mas ele jamais é esvaziado enquanto a tuba auditiva permanecer aberta e capaz de se reabastecer, durante o ato de engolir. Dessa forma, a pressão do ar em ambos os lados do tímpano permanece quase igual. Porém, quando a tuba auditiva está obstruída, a pressão no ouvido médio não pode ser equalizada. O ar que já está ali é absorvido e, sem um novo fornecimento, acontece um vácuo no ouvido médio, sugando o tímpano para dentro e tensionando-o de modo doloroso.

Este tipo de dor de ouvido é particularmente comum em pessoas que viajam de avião, principalmente quando elas estão resfriadas ou com o nariz entupido. Durante a decolagem e o pouso, a pressão da dor de ouvido médio não equaliza da mesma forma que equalizaria se a tuba auditiva estivesse desobstruída. Esse problema é conhecido como barotrauma.


As Razões Mais Comuns Para a Dor de Ouvido Incluem:

- Algum fluído que se instalou dentro do canal auditivo, como água ou cosméticos;
- Infecção do canal auditivo fora do tímpano (otite externa);
- Um furúnculo ou folículo piloso infectado no canal auditivo;
- Artrite da mandíbula;
- Barotrauma, causada por variações de pressão;
- Eczema no canal do ouvido (dermatite seborreica)
- Lesão no canal auditivo a partir de objetos, como cotonetes ou objetos pontiagudos;
- Bloqueios na orelha causado por placas de cera ou objetos empurrados pelo canal auditivo;
- Infecções de garganta (incluindo amigdalite) e resfriados;
- Alergias no trato respiratório, ou infecções como rinossinusite;
- Dor ocasionada por problemas na mandíbula como a disfunção da articulação temporomandibular;
- Abscesso dental na boca ou outras causas de dor de dente, tais como nascimento dos dentes do siso (terceiro molar);
- A neuralgia do trigêmeo (dor decorrente de alterações no nervo trigêmeo);
- Dor por problemas como inflamação do nervo facial;

Por que as Crianças tem mais Dores de Ouvido: Estimam que três de cada quatro crianças terão sofrido pelo menos uma infecção no ouvido até os 3 anos de idade. Isso acontece porque bactérias presentes no nariz e na garganta acabam indo parar nas tubas auditiva quando as crianças bocejam ou engolem.

Quando a tuba está inchada por conta de um resfriado ou alergia o que é muito comum na infância não consegue escoar secreções, o que torna o ambiente ainda mais propício para infecções de ouvido. Outro problema é que as tubas das crianças são mais curtas que a dos adultos, facilitando ainda mais esse processo. Os bebês que mamam deitados também têm mais chances de desenvolver o problema por conta dessa ligação.

Além da dor, outras pistas podem indicar que uma criança ou bebê está com dor de ouvido:

- Bebês que aparentam mais irritados que o normal;
- Crianças que puxam ou esfregam o ouvido;
- Febre;
- Perda de apetite;
- Problemas para iniciar o sono ou dormir a noite inteira;
- Tosse e nariz entupido;
- Audição prejudicada;
- Problemas de equilíbrio;


Diagnóstico de Dor de ouvido: O médico vai analisar o ouvido usando um instrumento chamado otoscópio. Um tímpano saudável é de coloração perolácea (cor de pérola). Se uma infecção no ouvido está presente o tímpano pode estar inflamado, inchado ou vermelho.

Se há sinal de infecções de ouvido persistentes ou acúmulo de líquido persistente no ouvido médio, o médico pode encaminhá-lo para um especialista em audição (fonoaudiólogo) ou terapeuta de desenvolvimento para testes de audição, habilidades de fala, compreensão da linguagem ou habilidades de desenvolvimento.



Fonte: http://www.saudedica.com.br/dor-de-ouvido-causas-e-tratamentos/
Emissões Otoacusticas (teste da orelhinha).
TESTE DA ORELHINHA


A audição começa a partir do 5º mês de gestação quando o bebê ouve os sons do corpo da mamãe e sua voz. É através da audição que as crianças, ainda na barriga da mãe, iniciam o desenvolvimento da linguagem. Perdas auditivas, mesmo que pequenas, impedem a criança de receber adequadamente as informações sonoras essenciais para a aquisição da linguagem. 


Quando a perda auditiva é diagnosticada cedo e o tratamento é realizado até os 6 meses de idade as crianças apresentam um melhor desenvolvimento emocional, cognitivo, social e de linguagem. 


Teste da Orelhinhaou
Emissões Otoacústicas Evocadas (OEA):

- Consiste na colocação de uma sonda na orelha da criança que emite sons de fraca intensidade e recolhe, no computador, as respostas sonoras que a cóclea (órgão auditivo) do bebê produz, essas respostas são as emissões otoacústicas

- É realizado com a criança dormindo, em sono natural

- É indolor, não precisa de picadas ou sangue do bebê 

- Não tem contra-indicações

- Dura cerca de 10 minutos

- O resultado sai na hora

Se as emissões otoacústicas estiverem presentes o exame é normal. Se estiverem ausentes pode ser que haja deficiência auditiva ou uma imaturidade do sistema auditivo do recém-nascido para produzir resposta, então devemos realizar novos exames dentro de 3 meses.

Fatores de risco para a surdez 

HISTÓRIA FAMILIAR
Ter outros casos de surdez na família 

INFECÇÃO INTRAUTERINA
provocada por citomegalovírus, rubéola, sífilis, herpes genital ou toxoplasmose 

ANOMALIAS CRÂNIO-FACIAIS
Deformações que afetam a orelha e/ou o canal auditivo

PESO INFERIOR A 1.500 Gr AO NASCER 

HIPERBILIRUBINEMIA
Doença que ocorre 24 horas depois do parto. O bebê fica todo amarelo por causa do aumento de uma substância chamada bilirrubina e precisa fazer banho de luz. 

MEDICAÇÕES OTOTÓXICAS
Alguns medicamentos afetar o ouvido interno 

MENINGITE BACTERIANA
A surdez é umas das conseqüências possíveis quando o bebê tem este tipo de meningite 

NOTA APGA MENOR DO QUE 4 NO PRIMEIRO MINUTO 

DE NASCIDO E MENOR DO QUE 6 NO QUINTO MINUTO Todo bebê quando nasce, recebe uma nota, composta por uma avaliação que inclui muitos fatores como por exemplo se o chorou ou não.

VETILAÇÃO MECÂNICA EM UTI NEONATAL POR MAIS DE 5 DIAS
Quando o bebê teve que ficar entubado por não conseguir respirar sozinho 

ALTERAÇÕES GENÉTICAS
ex.: Síndrome de Down ou de Waldemburg


Sinais apresentados pelas crianças com audição saudável:

0 a 6 meses:
O bebê se assusta, chora ou acorda com sons intensos e repentinos. Reconhece a voz materna e procura a origem dos sons.

6 a 12 meses:
Localiza prontamente os sons e reage a sons suaves. Balbucia alguns sons e reconhece seu nome quando chamado.

12 a 30 meses:
Pronuncia a primeira palavra, como papai ou mamãe, e até usa as primeiras sentenças, como: "joga a bola".


Fonte:  http://www.otorrinoweb.com.br/aouvido/orelhinha.htm
Pessoas com surdez repentina correm risco de transtorno depressivo.
Pessoas com surdez repentina, singla em inglês (SSNHL), têm 20 vezes riscos a mais de desenvolver desordem depressiva, do que indivíduos que nunca sofreram desse tipo de enfermidade. Principalmente, pessoas abaixo de 60 anos de idade.

Um estudo aponta que pessoas que sofrem de surdez repentina têm 2 horas e 17 minutos a mais de ter  desordem depressiva do que indivíduos que nunca sofreram com esse tipo de enfermidade. O estudo também revelou que pessoas com menos de 60 anos de idade têm um alto risco de desenvolver desordem depressiva, caso sofram de surdez repentina.



O que é perda auditiva súbita?

Perda auditiva súbita é definida como uma perda auditiva que ocorre em três frequências cotínuas  em poucos dias.E isso pode acontecer durante a noite, ou pode surgir a qualquer hora do dia. Perda súbita pode atingir qualquer idade, mas é mais comum em pessoas na faixa etária de 50 anos.



Causas de perda auditiva súbita.

As causas de perda auditiva súbita variam, dentre as muitas possíveis causas para perda súbita existem as infecções virais, as desordens vasculares, e trauma craniano que chega a afetar as células ciliadas, tímpano e os ossículos, como também a longa lista de medicamentos prescritos para transtornos idiopáticos ou imunológicos. O desenvolvimento de anomalias e vários tumores, no ouvido, são também considerados causas possíveis de perda auditiva súbita.

Se você tem experimentado perda auditiva súbita, você deve considerar isso uma situação auditiva emergencial e é recomendável que procure um especialista auditivo para que seja feito estudo e exames acerca do problema.


Sobre o estudo.

Um total de 1717 pessoas, com perda auditiva repentina, e um grupo de 6868 indivíduos sem essa enfermidade participaram do estudo. A pesquisa foi baseada em dados da National Health Insurance Research Database (NHIRD), emTaiwan.



Fonte: http://www.hear-it.org/pt/pessoas-com-surdez-repentina-correm-risco-de-transtorno-depressivo
O Que é Audiometria?
A audiometria é um exame que tem como objetivo avaliar a capacidade do paciente para ouvir e interpretar sons. Através do exame detectam-se possíveis alterações auditivas e permite orientar o paciente sobre as medidas preventivas ou tratamentos mais adequados para cada caso.
O exame deve ser realizado por um fonoaudiólogo devidamente habilitado, pois, esse profissional consegue diagnosticar qualquer anormalidade, medir a intensidade e verificar qual o tipo de perda auditiva pode ter afetado o paciente. A audiometria é um exame preventivo e bastante recomendado para diagnósticos.



Quando o exame de Audiometria é indicado?

O exame de audiometria normalmente é solicitado quando há necessidade de avaliar a capacidade auditiva do paciente, principalmente se existir suspeita de perda auditiva ou quando ocorrem traumas, tímpano rompido, uso excessivo de medicamentos diversos, infecções e história hereditária de perda auditiva. Alguns elementos também devem ser levados em consideração como, por exemplo, fatores psicológicos, emocionais e até odontológicos.
Em alguns casos apenas o exame de audiometria não é o suficiente para um diagnóstico preciso e outros exames podem ser solicitados como: Imitanciometria, BERA e emissões otoacústicas. Existem casos em que a radiografia e a tomografia computadorizada do crânio também auxiliam no diagnóstico e podem ser solicitados.



Como é o exame de Audiometria ?

O exame de audiometria é realizado por um fonoaudiólogo devidamente habilitado. Trata-se de um teste rápido, simples e indolor, no qual, o paciente é colocado dentro de uma cabine acústica livre de ruídos do ambiente.
Existem dois tipos mais usuais de audiometria, sendo: tonal e vocal (Leia detalhes abaixo). O primeiro teste visa estimar o grau e o tipo de perda auditiva, já o segundo, pesquisa a capacidade de detectar a fala humana. Nos dois casos um fone de ouvido é usado e para que o exame seja realizado com sucesso é necessária a participação ativa do paciente.
O resultado é medido em decibéis e o teste pode variar em uma escala entre -10 a 120 decibéis, segundo Lloyd e Kaplan, 1978, veja:


- Abaixo de 25 decibéis, considerada normal;
- 26 a 40 decibéis, perda auditiva leve;
- 41 a 55 decibéis, perda auditiva moderada;
- 56 a 70 decibéis, perda auditiva moderadamente severa;
- 71 a 90 decibéis, perda severa;
- Acima de 90 decibéis, perda profunda.

Certas técnicas e condições práticas especiais, bem como uma tabela própria de valores, têm de ser estabelecidas para o exame de crianças.



Tipos de Exame de Audiometria ?

Há, basicamente, dois tipos de exame de audiometria:

Audiometria Tonal: avalia as respostas do paciente a sons, emitidos em diversas frequências, detectando assim o grau e o tipo de perda auditiva. É considerado um teste subjetivo porque depende da resposta do examinando aos estímulos auditivos fornecidos pelo examinador. Pode ser feito por via aérea comum ou por via óssea.

Audiometria Vocal: avalia a capacidade de compreensão da fala humana. O paciente demonstrará sua percepção e compreensão da fala humana emitida pelo examinador.


Recomendações para o Exame de Audiometria

- Exame simples e indolor;
- Possui duração de aproximadamente 40 minutos em adultos;
- Exige participação ativa do paciente;
- Recomenda-se uma boa noite de sono e repouso acústico;
- Evite ambientes ruidosos cerca de 14 horas antes do procedimento (exemplos: sons de máquinas, festas e casas noturnas);
- Informe ao fonoaudiólogo examinador: se há casos de perda auditiva na família, quais são os medicamentos que estão sendo tomados, com qual frequência visita ambientes ruidosos e se sente zumbido ou algum ruído em ambientes silenciosos.


Porque a Audiometria é Importante?

É extremamente importante cuidar da sua audição. Sempre que observar qualquer possível alteração ou suspeitar de perda auditiva, procure um médico otorrinolaringologista e posteriormente um fonoaudiólogo!

A realização regular da audiometria é uma medida de precaução, avaliar periodicamente a sua capacidade auditiva pode ajudar a detectar precocemente uma possível alteração.



Fonte: http://www.direitodeouvir.com.br/audiometria/
Os 11 Sinais da Diabetes que Você NÃO deve Ignorar!
Os 11 Sinais da Diabetes que você NÃO deve Ignorar. Além disso, diabetes tipo 2 é uma doença comum da era moderna. Inicialmente, apresenta-se com poucos sintomas, que podem ser facilmente esquecido. Uma em cada três pessoas que têm não sei mesmo. Uma vez que a diabetes é uma doença grave que pode causar complicações perigosas, incluindo danos cardiovasculares e neurológicas, é importante detectar o mais rapidamente possível.

Com uma dieta adequada, exercício regime e, se assim for necessário, medicação, diabetes pode ser mantida sob controle, ea pessoa pode continuar a viver uma vida plena. Conheça alguns dos sinais de alerta precoce de diabetes, para que possa agir sobre ele e proteger a sua saúde.

Os sinais de alerta do diabetes: Em 2013, mais de 382 milhões de pessoas no mundo tinham diabetes, e 90% tinham diabetes tipo 2. Esta é uma doença metabólica caracterizada por açúcar elevado no sangue (glicose) no sangue. Produtoras de insulina do pâncreas hormona que trata normalmente de equilibrar os níveis de açúcar no sangue é reduzida ou as células não respondem adequadamente a ela. Então, Levando em conta que muitos desconhecem esta informação, a seguir queremos revelar seus Os 11 Sinais da Diabetes que você NÃO deve Ignorar:

1. Sensação de sede: Este é um dos principais Sinais da Diabetes que você NÃO deve Ignorar. Pois, Este sintoma tem uma relação com o efeito anterior. Como o organismo perde uma quantidade maior de líquido, os sistemas tratam de trabalhar em sua reposição e manifestam isso com a contínua sensação de sede. 

2. Micção freqüente: Se você perceber que você tem que urinar mais frequentemente e você acorda durante a noite (às vezes várias vezes) para esvaziar a bexiga, este poderia ser um sinal de alerta. Os rins começam a trabalhar mais para se livrar do excesso de glicose no sangue.

3. Boca seca: Este é um dos principais Sinais da Diabetes que você NÃO deve Ignorar. Pois, O excesso de ressecamento da boca é desagradável e pode ocultar problemas de saúde graves. Este não apenas é um sinal de desidratação, mas também pode estar alertando a respeito da diabetes tipo 2.

A alteração da pele cria um cultivo para as bactérias e aumenta o risco de problemas nas gengivas e nos dentes.

4. A perda de peso ou ganho de peso inexplicável: Como a insulina não pode obter glicose nas células, o corpo reage como se morrer de fome e começa a usar proteína muscular. Perder peso rápido e inexplicável (5-9 quilos a mais do que um par de meses) é insalubre e requer uma investigação mais aprofundada. Por outro lado, o aumento do consumo de alimentos açucarados pode levar a aumento de peso.

5. Fadiga: A Fadiga é um dos Sinais da Diabetes que você NÃO deve Ignorar. Pois, A exaustão pode ser mais do que um sinal de que a rotina está muito puxada, de que você anda dormindo mal ou chegou ao limite do cansaço. 

Quando sair da cama parece uma missão pra lá de complicada e não há aparentemente nenhuma mudança no estilo de vida que possa ser apontada como culpada, a causa pode ser simples, como uma anemia, ou indicar algo mais complicado, como um câncer. A fadiga é uma maneira do seu copo e lhe dizer que algo está errado, portanto, ouça.

6. Problemas de visão: Os olhos são um dos órgãos que mais sofrem as consequências da diabetes. O açúcar alto faz com que a visão fique mais borrada.

Em alguns casos surgem alguns incômodos flashes de luz e a visão fica distorcida. Além disso, O pior é que, se não controlarmos a diabetes, isso pode causar a perda total da visão ou o desenvolvimento de doenças irreversíveis.

7. Dores de cabeça: As Dores de cabeça podem desenvolver devido a níveis elevados de açúcar no sangue, e é considerada um sinal precoce da hiperglicemia (glicose no sangue). O sintoma piora à medida que o quadro se agrava.

8. Infecções: Dado que as bactérias, vírus e fungos têm mais capacidade de crescer em ambientes com altos índices de glicose, as infecções começam a ser mais comuns. além disso, A cândida vaginal, os fungos cutâneos e as infecções bacterianas do trato urinário são sintomas comuns dos pacientes com diabetes.

9. Aumento da fome: Devido a níveis extremos e os baixos níveis de açúcar no sangue, o corpo desenvolve uma súbita vontade de comer. As células não recebem glicose suficiente, para que eles anseiam. 

10. As alterações da pele: Este é outro dos principais Sinais da Diabetes que você NÃO deve Ignorar. Pois, A pele escura aveludado, conhecido como achantosis nigricans, pode aparecer no pescoço, virilha e axilas. Você também pode observar outras alterações anormais na pele e coceira especialmente em torno da área vaginal ou virilha.

11. Infecções, cortes e contusões que não cicatrizam: O sinal clássico da diabetes é o resultado de danos aos vasos sanguíneos. Quantidades excessivas de açúcar danificar as veias e as artérias, de forma que tornam-se menos capazes de transportar sangue para onde é necessário para reparar o dano e curar.


Fonte: http://www.saudedica.com.br/os-11-sinais-da-diabetes-que-voce-nao-deve-ignorar/
Infantes com zika vírus tem sério risco de perda auditiva.
Segundo estudo brasileiro, recém-nascidos com zika vírus podem sofrer de perda auditiva. Testes realizados com recém-nascidos comprovaram que perda auditiva entre eles é de 6%, ou seja, seis vezes a mais, comparado ao padrão normal. 

É conhecido por muitos que perda auditiva pode ocorrer por diversos fatores, como por exemplo, infecções congênitas como a rubéola, herpes simples, e sífiles, como também em recém-nascidos infectados por zika vírus.

Num total, quatro entre 60 bebês testados (5,8%), segundo estudo, mostraram sinais de perda auditiva durante o período de realização do estudo. Normalmente, apenas 1 entre 1000 recém nascidos sofrem de perda auditiva. Desse modo, zika vírus aumenta o risco de perda auditiva seis vezes mais comparado ao padrão normal.  

Em decorrência da correlação entre zika vírus e risco de perda auditiva, todos os bebês nascidos de mulheres com esse vírus tiveram que ser testados para ver se as habilidades deles tinham sido afetadas pela infecção da mãe.

Os pesquisadores testaram o limite auditivo dos bebês com um determinado método para prever se as habilidades dos mesmos haviam sido prejudicadas pelo zika vírus. Segundo o estudo, o limite auditivo dos bebês foi considerado mais de 25 decibéis (dB) abaixo do nível normal de audição.

O estudo foi constituído de dois testes com um intervalo de um mês. Os resultados dos testes infantis, em ambos os casos, foram atípicos, ou seja, com perda auditiva diagnosticada.

Sobre o estudo
O estudo foi realizado por Mariana C. Leal, professora de otorrinolaringologia da Universidade Federal de Pernambuco, no Brasil, no período entre novembro de 2015 e maio de 2016 incluindo 70 infantes de 0 a 10 meses com diagnóstico positivo de zika vírus e microcefalia.
Microcefalia é uma enfermidade em que o cérebro não se desenvolve corretamente, resultando, pois em um problema físico, ou seja, a cabeça do bebê apresenta-se menor do que o padrão normal.


O uso de aparelho auditivo reduz declínio cognitivo

Perda auditiva auto-referida está associada ao acelerado declínio cognitivo em pessoas idosas, conforme um extenso estudo científico francês realizado durante 25 anos. O estudo comprova também que o uso de aparelho auditivo quase elimina esse declínio cognitivo.

O estudo revela que perda auditiva auto-referida está associada,independentemente, ao acelerado declínio cognitivo em pessoas adultas. Contudo, a tendência estatística contrária é observada nos participantes com aparelho auditivo. O declínio cognitivo, daquelas pessoas da pesquisa, que usavam aparelho auditivo não era significantemente diferente do grupo de controle ( àquelas que informaram não terem perda auditiva). Os usuários idosos de aparelho auditivo tinham índices de declínio cognitivo semelhantes às pessoas sem problemas auditivos.

Ajudando a melhorar a habilidade auditiva

O estudo não comprova que perda auditiva tem efeito direto no declínio cognitivo, mas que as consequências mentais e sociais de perda auditiva, provavelmente, tenham uma certa relação com isso. Portanto, ao melhorar a habilidade auditiva com o uso de aparelho auditivo ou implante coclear irá reduzir os efeitos negativos mentais de perda auditiva e aumentar a habilidade em participar de atividades estimulativas cognitivas , como atividades sociais, e desse modo, o declínio cognitivo será reduzido. 

No estudo os pesquisadores escreveram: Ao menos,  parcialmente a habilidade da  comunicação é restaurada, e aparelho auditivo pode melhorar o humor, aumentar as interações sociais e permitir a participação, dos usuários, em habilidades estimulativas cognitivas, e consequentemente, pode desacelerar o declínio cognitivo.”

O estudo conclui que: “Perda auditiva está associada ao declínio cognitivo acelerado em pessoas idosas. Foi revelado também que aparelho auditivo costuma atenuar  os declínios cognitivos.”

Importância da abordagem do problema

“Todos os aspectos desses resultados enfatizam a importância da abordagem do problema de diagnóstico e tratamento de perda auditiva em idosos”,  indica o estudo.

O estudo também revela que “um tratamento auditivo de reabilitação é complexo e não consiste, simplesmente, no uso de aparelho auditivo.” 

Fatos sobre o estudo

PAQUID é um estudo francês que foi realizado com 3.670 pessoas escolhidas, aleatoriamente, com a idade de 65 anos e acima disso. O estudo foi iniciado em 1989 e 1990, cujos participantes foram avaliados regularmente durante 25 anos. O estudo foi dirigido pela professora Hélène Amieva da universidade de Bordeaux, na França, Université Victor Segalen Bordeaux 2.

No estudo, os participantes auto-relataram depoimentos acerca de sua perda auditiva. O declínio cognitivo foi medido através de um exame chamado Mini Exame do Estado Mental (MEEM), Mini-Mental State Examination (MMSE). E a eficácia do estudo está relacionada ao longo período em que as pessoas foram observadas e avaliadas, como também ao número de participantes. O estudo foi publicado numa revista geriátrica americana Journal of the American Geriatrics Society.

O aparelho auditivo ajuda

“A Hear-it é profundamente grata à Professora Hélène Amieva por ter comprovado o que sabíamos há décadas, mas que não éramos capazes de provar cientificamente que o aparelho auditivo ajuda às pessoas com dificuldade auditiva a estarem bem cognitivamente e mentalmente”, afirmou o secretário geral da Hear-it AISBL, Kim Ruberg.

“Nós sabemos, através de outras pesquisas científicas, que o uso de soluções auditivas profissionais ajuda às pessoas com problema auditivo a viverem melhor, a participarem de atividades sociais, a conservarem seus trabalhos, e em geral, a terem um nível de qualidade de  vida mais elevado. Tudo isso ajuda às pessoas com problema auditivo a terem uma saúde melhor, a desempenharem melhor funções sociais, e portanto, a terem uma saúde mental melhor. A Professora Hélène Amieva comprovou, agora, que perda auditiva não tratada está associada ao declínio cognitivo e quem usa aparelho auditivo têm nível cognitivo semelhante às  pessoas que não têm perda auditiva”, afirma Kim Ruberg.


Fonte: http://bit.ly/1MupPkN

Coma peixe e escute melhor

Comer peixe, como parte da dieta alimentar, reduz o risco de sofrer com perda auditiva, revela estudo sueco. O estudo confirma pesquisas anteriores, as quais mostraram que ômega 3 encontrada em peixes protege a audição. 

Na pesquisa sueca, 524 pessoas entre 70 a 75 anos de idade se submeteram a diferentes tipos de dieta. E durante o estudo foi revelado que homens que comem peixe têm, relativamente, uma melhor audição, do que homens e mulheres que se alimentam com comida à base de muito carboidrato, o que provoca uma audição fraca nas frequências mais altas que os demais.  

“É exatamente o que você pensa. Peixe é bom, e comida sem qualidade é má”, afirma Ulf Rosenhall, professor emérito e consultor de uma universidade em Solna na Suécia, Karolinska Universitetssygehuset in Solna.

As pessoas deveriam,em geral, estar mais interessadas na correlação entre dieta alimentar e audição, afirma ele. 

Outros estudos confirmam

O estudo sueco não pôde confirmar uma correlação entre o consumo de peixe e melhor audição, entre mulheres. O motivo para isso pode estar relacionado ao tamanho pequeno, relativamente, da pesquisa. Outra pesquisa internacional mostrou a mesma correlação e o estudo confirma, em geral, outros estudos realizados nos Estados Unidos e Austrália, os quais revelaram resultados semelhantes.

A pesquisa não encontrou associação entre o consumo de frutas, vegetais e audição.

O estudo denominado pesquisa H70, em Gotemburgo, foi publicado por uma revista de audiologia, Journal of Audiology.

Fonte: http://bit.ly/1LCrL9o

Usuários de aparelho auditivo têm melhor qualidade de vida
De 80 a 93 % dos que usam aparelho auditivo afirmaram que seus instrumentos auditivos melhoram a qualidade de vida, tanto regularmente como ocasionalmente. Isso foi revelado por estudos feitos na Alemanha, no Reino Unido,  na França e Suíça.

Na Suíça, 93% dos usuários afirmaram que aparelho auditivo melhora a qualidade de vida, tanto ocasionalmente como regularmente. E os que declararam o mesmo foram 86% na França, 81% no Reino Unido e  80% na Alemanha.  

Quando foram perguntados sobre os impactos positivos com o uso de aparelho auditivo, os usuários de aparelho auditivo apontaram o aprimoramento na eficiência de comunicação, participação em grupos de atividades,relacionamento em casa e sensação de segurança.

Menos deprimido
A pesquisa revelou que usuários de aparelho auditivo tendem a ser menos deprimidos que os não usuários.

Menos exaustos à noite
Ao ser comparado com os não usuários de aparelho auditivo com perda auditiva significante, os usuários de aparelho auditivo da pesquisa  declararam sentir-se, geralmente, menos exaustos à noite.

Tendem a dormir melhor
A pesquisa também revelou que pessoas que usam aparelho auditivo tendem a dormir melhor que os não usuários. O número de entrevistados que responderam “Sim” para a pergunta “Você está geralmente satisfeito com a qualidade de seu sono?”, foi maior que os não usuários com perda auditiva significante.

Não zombe de aparelho auditivo
Na pesquisa, 89 % dos que têm aparelho auditivo afirmaram que eles não acham que as pessoas zombam deles por causa de seus aparelhos auditivos, enquanto que 35% dos que têm perda auditiva e não usam aparelho auditivo sentem que as pessoas zombam deles por conta do problema de perda auditiva.

Quatro pesquisas da EuroTrak
Os dados são de quarto estudos da EuroTrak realizadas em 2015 pela EHIMA (European Hearing Instrument Manufactures Association) na Alemanha,Estados Unidos, França e Suiça.

Em cada país cerca de 14 a 15 mil pessoas participaram da pesquisa. As pesquisas Euro Trak foram realizadas em parceria com a empresa de análise suíça Anovum.

Fonte: http://bit.ly/1Xh6yXy
Crianças nascidas com citomegalovírus (CMV) sofrem de perda auditiva.
O citomegalovírus (CMV) pertence à família do herpesvírus, a mesma dos vírus da catapora, herpes simples, herpes genital e do herpes zoster.

Se a mãe for infectada com o vírus citomegalovírus (CMV) antes ou durante a gravidez, haverá um risco acima de 10%  para que seu bebê venha a sofrer de perda auditiva severa ou total, segundo estudo belga.

Perda auditiva infectada por CMV pode acontecer no nascimento ou desenvolver  com o tempo.

Perda auditiva está relacionada aos sintomas:
O vírus CMV é a causa mais comum de perda auditiva não hereditária e está relacionada a viroses que causam catapora e mononucleose e ataca menos que 1% dos recém-nascidos, dos quais 12,6% irão sofrer de perda auditiva permanente.

Para as crianças infectadas que não apresentam sintomas, uma entre dez desenvolve perda auditiva e normalmente apenas um ouvido é infectado. E as crianças que apresentam sintomas do vírus, um terço delas, sofrem de perda auditiva e serão  afetada nos dois ouvidos.

Entre os sintomas do vírus da CMV no nascimento, estão olhos amarelos, manchas roxas na pele, peso baixo no nascimento, aumento do baço ou fígado, dentre outros.

Prevenção é importante
Estudo tem revelado que mulheres grávidas normalmente são infectadas pelos seus bebês, e desse modo transmitem o vírus para seus nasciturnos, que uma vez infectados estarão com o vírus, em seus corpos, por toda a vida. Até o momento não há cura para o vírus CMV,  há apenas tratamento restrito com medicamento antiviral. Por isso, a melhor medida a ser tomada é prevenir-se.

“Enquanto a vacina não for disponibilizada, intervenções educacionais e comportamentais são estratégias mais efetivas para prevenir as mães de serem infectadas com CMV”, afirma a responsável pela pesquisa, Dra. Julie Goderis de uma universidade da Bélgica (University Hospital Ghent in Belgium).

Crianças que foram infectadas pelo CMV e desenvolveram perda auditiva, precisarão usar aparelho auditivo, ou se submeter a um implante de cóclea, dependendo da seriedade da perda auditiva.

A pesquisa foi baseada em estudos publicados anteriormente em revistas pediátricas.

Fonte: http://bit.ly/1McvjwB
Há cura para tinnitus?
Tinnitus pode se manifestar de diferentes formas, tais como ruído, som de campainha, assovio e zumbido. A irritabilidade e desconforto variam de pessoa para pessoa. Há aquelas que convivem com esses constantes ruídos com certa facilidade, outras se desesperam.


A carência de ajuda nessa área faz com que as vítimas de tinnitus procurem algum tipo de alívio através de tratamento, questionamento sobre tratamentos, reclamações e até mesmo curas sem base científica.
Embora vários estudos tenham sido feitos sobre tinnitus, há porém ainda muitos aspectos não esclarecidos e muitos tipos de cura têm sido feitas sem base científica. A lista de opinião de tratamento de tinnitus, na televisão, internet e imprensa têm crescido consideravelmente.

“Não faltam opinião e promessa”, declara Thomas Lübbert Lübbert do Grupo Local de apoio às vítimas de Tinnitus , "Freizeichen" in Freiburg, Alemanha.

Fatores tais como psicológicos fazem parte da vida das vítimas de tinnitus, o que significa dizer que o apoio e a ajuda de parentes com atividades que envolvam entretenimento e aconselhamento, nesse processo de tratamento, é muito importante.

“Esses tratamentos funcionam como tentativa e opção de terapia, o que é bom, mas não há base científica para eles, segundo o Centro de Tratamento de Tinnitus em Tübingen, Alemanha (Tinnitus-Care-Centrum).

O tratamento de tinnitus varia muito de um país para outro. Na Alemanha alguns médicos recomendam o uso de medicação para as vítimas, o que deve ser combinado com atividades que envolvam entretenimento e sessões de terapia. O tratamento alivia a sensação causada pelo ruído no ouvido, o que torna mais fácil conviver com esse problema.

Fonte: http://www.hear-it.org/pt/Ha-cura-para-tinnitus-
Infecção comum na infância pode causar perda auditiva posteriormente.
Perda auditiva em pessoas idosas é frequentemente detectada como efeito natural da idade, mas um estudo realizado Universiadade de Newcastle,  Newcastle University, revelou que infecções na tenra idade  podem causar perda auditiva.

O estudo revelou que pessoas que sofrem  de infecções na infância são mais propensas a desenvolver perda auditiva depois dos 60 anos. 

Infecções como amigdalite, infecção no ouvido (Otite Média) e múltiplos episódios de bronquite, demonstraram causar algum efeito na audição, após os 60 anos.

Estudo contínuo desde 1947
O estudo encontra-se em andamento, sendo que os primeiros resultados foram realizados em 1947 e desde então 1 milhão 142 mil bebês da Newcastle, no Reino Unido, foram avaliados quanto à  sua saúde, crescimento e desenvolvimento.

Na idade de 50 e 60 anos, os participantes foram interrogados sobre suas carências sociais e infecções na infância, e  a  adolescência e a fase adulta foram mapeadas. Desde o século passado, a saúde, o preparo físico e a densidade óssea foram também examinados.

O responsável pela pesquisa, Dr. Mark Pearce, da Newcastle University, declarou que esse tipo de pesquisa é única dada a duração:

“A pesquisa tem 70 anos e continua sendo uma contribuição para se entender as condições de saúde, as quais só são possíveis através de uma contribuição em massa dos membros,” declarou ele em  ChronicleLive.

Proteja  a audição cedo.
Os resultados revelaram que é importante proteger a audição na tenra idade, e o Dr. Mark Pearce enfatiza que perda auditiva após os 60 anos de idade pode ser prevenida:

“Nossos resultados mostram que àqueles que sofriam  de infecções quando criança eram mais propensos a ter perda auditiva aos 60 anos de idade, ”  afirma ele.

A pesquisa foi publicada na revista Ear and Hearing.


Fonte: http://www.hear-it.org/pt/infeccao-comum-na-infancia-pode-causar-perda-auditiva-posteriormente
Perda auditiva induzida por ruído altera no cérebro a reação voz.
Neurocientistas de uma universidade nos Estados Unidos, University of Texas, tem demonstrado como a perda auditiva induzida por ruídos afeta o reconhecimento da voz.

Para estimular dois tipos de traumas causados por ruídos, os pesquisadores fizeram exposição com camundongos com níveis de ruídos moderados e intensos durante uma hora. Um grupo ouviu uma frequência alta de ruídos de 115 decibéis(dB), induzindo a perda auditiva moderada. O segundo grupo ouviu frequência baixa de 124 decibéis (dB) causando perda auditiva severa.

Os pesquisadores observaram como os dois tipos de perda auditiva afetam a voz processada no córtex auditivo.

Dois resultados diferentes 
No grupo com perda auditiva severa, menos de um terço dos lugares de córtex testado que normalmente respondem a reação de som para estimulação. Nos lugares que não responderam, havia padrões incomuns de atividades.

No grupo com perda auditiva moderada, a área do córtex que reagia ao som não mudou, mas a reação dos neurônios reagiram. A maior área do córtex reagia a baixas frequências do som e os neurônios reagiam a altas frequências necessitando mais de estimulação do som e respondia mais devagar.

O artigo científico foi publicado na revista Journal Ear and Hearing.

Fonte: http://www.hear-it.org/pt/perda-auditiva-induzida-por-ruido-altera-no-cerebro-reacao-voz
Sarampo pode causar perda auditiva.
Segundo o centro de enfermidade, controle e prevenção, nos Estados Unidos, Center for Disease Control and Prevention (CDC) cerca de 30% de todos os indivíduos afetados por sarampo, sofrem frequentemente de infecções auditivas e/ou de pneumonia, que é uma infecção nos pulmões que na maioria dos casos sérios pode causar morte em crianças.

CDC informa que infecções auditivas ocorrem com aproximadamente 1 a 10 casos de sarampo, e as consequências podem ser, em alguns casos, perda auditiva permanente. Os problemas auditivos acontecem porque os nervos do cérebro ficam prejudicados, como resultado de encefalite, enfermidade que causa inchaço no cérebro.

O Sarampo pode levar a surdez, contudo, diferentemente da rubéola, que é uma outra infecção virótica, o sarampo não causa surdez congênita.


Sarampo é transmitido através de pequenas bolhas no nariz, boca ou garganta, de pessoas infectadas. A enfermidade pode ser séria em todos os grupos de idade, mas crianças de cinco anos de idade e pessoas acima de de 20 anos são mais propensas a contrair sarampo.

Os sintomas mais comum, no início, inclui uma coceira no rosto e na parte superior do pescoço, febre alta,  secreção que escorre pelo nariz e pequenas manchas brancas dentro da boca.

Vacine-se!
Sarampo pode ser prevenido através de vacina. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda fazer uma rotina de vacinação contra sarampo para todas as crianças. A vacina contra sarampo é importante para evitar doenças relacionadas com ela, inclusive, perda auditiva.

Apesar do surto de sarampo ter caído no mundo inteiro, nos últimos anos, sarampo é ainda comum em países em desenvolvimento, principalmente em partes na África e Ásia, segundo  a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Fonte: http://www.hear-it.org/pt/sarampo-pode-causar-perda-auditiva
Muitos empregos manuais podem causar perda auditiva.
Alguns tipos de trabalho são mais perigosos para audição que outros. A Websitemedicaldaily.com fez uma lista de oito tipos de trabalho que expõem os trabalhadores a alto risco de ruído. Os tipos de trabalho que são mais propícios a causar prejuízos auditivos são principalmente os trabalhos manuais. 

Trabalhos que causam perda auditiva.

Segundo uma associação voltada para a fala, American Speech-Language-Hearing-Association, qualquer nível alto de ruído pode prejudicar a audição. Além disso, apenas um som alto pode levar a perda auditiva permanente. Com base nisso, essa associação fez uma lista dos seguintes tipos de trabalho, cujos trabalhadores  encontram-se em área de maior risco de sofrer perda auditiva:

1.    Carpinteiro, pistola: 110-140 dB.
2.    Motorista de ambulância, ambulância: 110-140 dB.
3.    Lenhador, moto serra: 110-140 dB.
4.    Músico, alto falante: 110-140 dB.
5.    Controlador de tráfico aéreo, motor a jato: 110-140 dB.
6.    Coletor de lixo, caminhão de lixo: 85-100 dB.
7.    Trabalhador de construção,martelo pneumático: 85-100 dB.
8.    Arquiteto paisagista, cortador de relva: 85-100 dB.

Uso de protetor auditivo
Embora os tipos de trabalho listados representem um grande risco para a audição, mesmo assim, a perda auditiva pode ser evitada, contando com o protetor auditivo como uma chave para isso.

Fonte: http://bit.ly/1DiX6YI
Aparelhos auditivos melhoram a qualidade de vida
O estudo foi publicado pela revista científica Evaluation of the Social and Economic Costs of 
Hearing Impairment. A presente reportagem apresenta resultados de um amplo estudo com a maioria das pesquisas científicas de impacto social e econômico de perda auditiva na Europa, Austrália e Estados Unidos.

Os pontos principais sobre os efeitos do uso de aparelho auditivo na qualidade de vida:

  • O aparelho auditivo melhoram a qualidade de vida de todos os seus usuários.
  • A saúde dos usuários de aparelho auditivo é bem melhor do que os não usuários.
  • Usuários de aparelho auditivo é visto pela família como tendo melhor capacidade cognitiva do que os não usuários e que são menos introvertidos.
  • Os efeitos do uso de aparelho auditivo se refletem na vida social, atividades em grupo e relacionamento familiar.
  • Usuários de aparelho auditivo são mais auto-confiantes, têm uma imagem positiva de si mesmos e uma facilidade maior para se comunicar resultado de sua auto-estima. O que não ocorre o mesmo com os não usuários .
  • O aparelho auditivo ajuda a diminuir o sentimento autodestrutivo das funções psicológicas que são resultado dos danos causados pela perda auditiva.
  • O aparelho auditivo resgata para seu usuário as funções e valores sociais, emocionais e comunicativas, uma vez perdidos pela deficiência auditiva.
  • Usuários de aparelho auditivo gostam e são mais engajados em atividades sociais.
  • O aparelho auditivo melhora, na maioria das vêzes, os aspectos emocionais da vida de seus usuários, os quais passam a ter um relacionamento mais caloroso com a família e ver a vida por uma perspectiva mais positiva.

Fonte: http://www.hear-it.org/pt/Aparelhos-auditivos-melhoram-a-qualidade-de-vida
Programa de estudo de base aprimora a audição de músicos.
Esse programa acompanhou os músicos da orquestra Queensland Symphony Orchestra durante nove anos, na Austrália.

“Perda auditiva entre músicos de orquestra é comum”, afirmou o líder da pesquisa, Ian O’Brien from da universidade de Sydney, na Austrália,  School of Medical Sciences at University of Sydney in Austrália. O objetivo da pesquisa era, portanto, encontrar meios de reduzir a exposição de sons, nos músicos, sem afetar sua música.

Treinar é fundamental
A conscientização de perda auditiva, educação, como evitar e tratá-la foram os fatores chaves no programa de proteção.

Os músicos que não tiveram tempo para desenvolver habilidades necessárias de adaptação à nova experiência de tocar com protetor auditivo, inevitavelmente, rejeitaram seus instrumentos”, afirma O´Brien.

Ao serem  treinados os músicos puderam administrar os riscos e limite de exposição a altos ruídos.

Proteção à audição em orquestra sinfônica 
Os pesquisadores começaram a monitorar a exposição de ruídos coletando dados e mapeando-os nove anos antes. Eles investigaram como a orquestra se posicionava e fizeram experiências com telas acústicas e rotação de lugares dos músicos. Os pesquisadores  forneceram também  aos músicos protetor auditivo com design especial.

As iniciativas do programa foram avaliadas pelos músicos e representantes de orquestras, cuja “comissão de ruído” avaliou quais as mudanças afetadas no desempenho musical.

Após avaliar o programa de pesquisa de base, a orquestra implementou várias iniciativas, como telas de absorção e painéis difusivos móveis para protegerem os espaços com acústica inadequada.

O estudo foi publicado  por  Annals of Occupational Hygiene.

Fonte: http://bit.ly/1InEPPN
Exposição à substância química aumenta risco de perda auditiva
Ruído é conhecido como a causa de perda auditiva, mas exposição química pode prejudicar a audição ou intensificar prejuízo causado por ruído.

Um estudo coreano tem investigado exposição à substância química e sua contribuição no aumento de risco de perda auditiva entre trabalhadores na indústria na Coreia. Os resultados mostraram uma clara correlação entre trabalhadores que estiveram expostos a produtos químicos e perda auditiva. Os trabalhadores expostos a fatores de ruídos eram 1,64 vezes mais propensos a desenvolver  perda auditiva, comparado a indivíduos não expostos, enquanto que trabalhadores expostos a ambos e a metais pesados  e/ ou a solventes orgânicos eram 2,15 vezes mais propensos a desenvolver perda auditiva.

Exposição química aumenta o efeito.
No estudo, os pesquisadores examinaram mais de 30 mil trabalhadores de toda a Coreia, incluindo uma gama de indústrias que participou na Korea National Occupational Health Surveillance, em 2009.

Os pesquisadores obtiveram informação acerca de exposição de indústria de base, por exemplo, do nível de ruído, metais pesados,e solventes orgânicos,  como também tiveram informação acerca da saúde de trabalhadores, através de  exame audiométrico para detectar perda auditiva.

Segundo os pesquisadores, os resultados comprovaram que a co-exposição a metais pesados e/ou solventes orgânicos aumentam os efeitos de exposição a ruídos na perda auditiva. Em outras palavras, trabalhadores de indústria que trabalham com exposição química têm grande risco de contrair perda auditiva. 

Sobre o estudo
O estudo foi realizado por pesquisadores de uma universidade na Coreia,  Gachon University Graduate School of Medicine and Korea Occupational Safety and Health Agency  e publicado pela National Center for Biotechnology Information, nos Estados Unidos.

Fonte: http://bit.ly/1GuT17d
Adaptando-se a um aparelho auditivo
A maioria das vítimas de perda auditiva espera um longo tempo antes de usar aparelho, de modo que elas perdem a noção de como ter uma audição normal, o que significa dizer que, os sons e ruído parecem ser muito mais altos que antes, sobretudo, o barulho provocado pelo trânsito. Os sons produzidos por um aparelho auditivo são, normalmente, bem diferentes dos sons de uma audição normal.

Segue, abaixo, uma lista de conselhos para àqueles que estão usando aparelho auditivo pela primeira vez.

  • Você nunca deve fazer comparação entre o uso de um aparelho auditivo com um par de óculos. Quando se usa óculos, pela primeira vez, percebe-se a diferença imediatamente, já com o aparelho auditivo você tem que se acostumar a ouvir de modo diferente.
  • É uma boa ideia treinar o uso de aparelho auditivo, o que significa dizer que você deve manter firme o propósito de adaptar-se a ele. Não desista de usá-lo, mesmo que isso cause irritação. Converse com seu audiólogo e fornecedor, pois quanto mais falar de suas experiências com o uso de aparelho, melhor será a adaptação.
  • Lembre que adaptação é um processo contínuo e quando você se tornar mais familiar com seu aparelho deve informar ao fornecedor sobre os sons que eventualmente estejam lhe incomodando para que ele ajuste o aparelho com mais precisão, afim de que este produza um som melhor.
  • Usar aparelho auditivo, pela primeira vez, é também um processo psicológico. É aconselhável conversar com os funcionários da clínica auditiva sobre suas expectativas e experiências.
  • Estabeleça metas e objetivos quanto ao uso de seu aparelho e esteja ciente de que há diferentes expectativas em certos períodos. Isso lhe ajudará na adaptação, tanto fisicamente como mentalmente.
  • Fale com outras pessoas que sofrem de perda auditiva e que usam aparelho. Elas, certamente, terão muitas experiências para compartilhar com você.

Fonte: http://www.hear-it.org/pt/Adaptando-se-a-um-aparelho-auditivo-
Tinnitus e perda auditiva aumentam risco de acidentes no trabalho.
Trabalhadores com histórico de tinnitus (zumbido no ouvido), juntamente com alta frequência de perda auditiva são mais propensos a se envolverem em acidente de trabalho, segundo estudo realizado por uma universidade nos Estados Unidos,Yale University.

Os pesquisadores analisaram mais de nove mil e novecentos produtores e operários de manutenção, os quais estavam empregados em seis fábricas de alumínio, entre 2003 a 2008. A exposição a ruídos foi utilizada pelos pesquisadores como parte do projeto.   

O risco acentuado de acidente era de 25 % mais elevado entre trabalhadores com tinnitus e alta frequência de perda auditiva. Trabalhadores com tinnitus e alta frequência de perda auditiva não enfrentavam o mesmo risco de lesão grave, mas eram mais propensos a sofrer pequenos danos.

Teste de audição e protetor auditivo
O risco de ruídos no ambiente de trabalho requer um exame adicional da audição dos trabalhadores e protetor de ouvido necessário, afirmam os pesquisadores.

O estudo foi publicado na revista de audiologia, International Journal of Audiology.




Fonte: http://www.hear-it.org/pt/Genes-DNA-and-mutations-1
Pessoas com deficiência auditiva são menos ativas socialmente.
Pessoas idosas, que sofrem com problemas auditivos, experimentam também dificuldades em participar de atividades e eventos sociais. Isso foi revelado num estudo feito pela Finnish que mostrou a correlação entre deficiência auditiva e o nível de atividades sociais de pessoas idosas.

Os estudos mostram que pessoas idosas, com deficiência auditiva, se envolvem menos em atividades com amigos do que pessoas sem problemas auditivos. O motivo é que atividades em grupo são mais desafiadoras para pessoas com problemas auditivos pelo fato de ser mais difícil conversar em ambientes ruidosos.

Quando as pessoas idosas interagem menos em ambientes sociais, certamente afetará a qualidade de vida delas, segundo o estudo. As pessoas idosas declararam que por conta do problema auditivo que enfrentam elas não são capazes de viver da maneira como gostariam.

Deficiência auditiva usa outros sentidos
Em um dos estudos realizados pelo Finnish, foram entrevistadas 848 pessoas na idade 75 a 90 anos e cerca da metade dessas pessoas relataram algumas dificuldades quado conversam com outras pessoas em ambientes ruidosos e uma entre dez delas experimentaram dificuldades significantes, nesse aspecto.

Os estudos indicaram a prevenção e a reabilitação no sentido de facilitar mais a atividade social de pessoas com problema auditivo. Uma vez que as pessoas com deficiência auditiva tendem a depender de outros sentidos, além de sua audição, é também de suma importância dialogar “face a face”, uma vez que isso facilita a leitura labial contribuindo para que os deficientes auditivos se engajem mais em atividades sociais.
Perda auditiva não afeta motoristas
Um estudo de doutorado sueco revelou que motoristas com perda auditiva não estão, de modo algum, em maior risco no trânsito que outros motoristas.  Não há, portanto, necessidade de maiores exigências relacionadas a audição de motoristas.

O estudo revelou que pessoas com perda auditiva geralmente dirigem com mais cuidado, declara Birgitta Thorslund, que escreveu seu doutorado sobre um órgão de transporte da Suécia, The Swedish National Road and Transport Research Institute,VTI.

Mais prudência e observação
A tese de doutorado é composta de três partes: um questionário, um estudo com simulação e um estudo de observação no tráfego. Em cada estudo, um motorista com perda auditiva foi comparado a um motorista sem perda auditiva.

Os motoristas, em geral, que tinham perda auditiva eram mais cautelosos e observadores.

O estudo de simulação mostrou que dentre outras coisas, os motoristas com perda auditiva dirigiam com a  velocidade mais baixa do que os sem perda auditiva, quando a situação de trânsito se mostrava mais  difícil e as exigências  para o motorista se tornavam mais desafiadoras. O estudo realizado no trânsito mostrou que motoristas com perda auditiva olhavam em seus retrovisores dos dois lados, com mais frequência, do que os mortoristas com audição normal.
HIV pode causar perda auditiva
Pessoas com HIV tendem a ter uma condição de saúde auditiva pior que as pessoas sem esse tipo de vírus. Pesquisadores de uma universidade em San Diego, nos Estados Unidos, San Diego State University, descobriram que há uma incidência maior de perda auditiva entre adultos infectados com HIV que entre as pessoas não portadoras desse vírus.

As pessoas infectadas com o vírus HIV tendem a ter uma audição pior com frequências altas e baixas. Foi o que aconteceu, mesmo após os pesquisadores terem incluído outros fatores como exposição prolongada de supressão de medicamentos antivirais e a real carga viral. O estudo não pode provar as causas e efeitos disso.

Os pesquisadores declararam que o vírus HIV deve ter um efeito á parte no ouvido interno.

Primeira pesquisa de correlação
Para nosso conhecimento, esse é o primeiro estudo que mostra que indivíduos com HIV positivo têm uma audição pior em várias frequências após muitos outros fatores conhecidos que afetam a audição e que foram levados em consideração, declararam os pesquisadores.

O estudo foi realizado com 262 homens e 134 mulheres, sendo que 117 homens e 105 mulheres eram portadores do vírus HIV positivo. O estudo foi publicado na revista americana JAMA Otolaryngology - Head and Neck Surgery, em dezembro de 2014.
500 genes podem afetar nossa audição
O corpo humano consiste de 30 mil genes que controlam as funções das células criando diferentes proteínas. Dos 30 mil genes existentes no ser humano,  cinco mil ,no mínimo, afetam a audição, segundo Claes Möller , professor de audiologia de uma universidade sueca (Örebro University in Sweden).

Mutação pode causar perda auditiva
Se o gene tem defeito, ele certamente não produzirá a proteína necessária ou se produzir, será muito pouco. Nesse caso, o gene é chamado de mutação. Todas as pessoas que nascem com perda auditiva, no mínimo de dois entre três casos são causados por mutação em um dos 500 genes.

Em se tratando de perda auditiva causada por mutação, um terço dos casos contém a chamada síndrome, o que significa que, a perda auditiva existe em combinação com outros sintomas. E um exemplo disso é a Síndrome de Usher que afeta tanto a audição como a visão.

Terapia genética como tratamento
O gene mais comum é resultado de perda auditiva hereditária chamada Conexina 26. Esse gene corresponde a 20% de todos os casos de perda auditiva hereditária.  

Com o objetivo de encontrar o tratamento correto para perda auditiva,faz-se necessário saber qual o gene causador dessa enfermidade. No caso da Síndrome de Usher, pesquisadores estão no processo de experiência com terapia de gene, afirma Möller.
OMS: 1,1 bilhão de adolescentes e adultos estão em risco de perda auditiva
“Por elo estilo de vida que levam mais e mais jovens estão se colocando em risco de perda auditiva”, afirma Dr. Etienne Krug, diretor da Organização Mundial de Saúde de prevenção de lesões.

A organização estima, no relatório, que aproximadamente 50% de todas as pessoas na idade de 12 a 35 anos de idade que vivem em países de renda média e alta estão expostas a níveis inseguros de ruídos, devido ao uso de aparelhos de áudio pessoais.

Sua audição não voltará

Análises feitas nos Estados Unidos sugerem que entre 1994 e 2006, a preponderância de perda auditiva aumentou de 3.5% para 5.3%. A expectativa da ONU é que esse aumento continue nos anos consecutivos.

O Dr. Etienne Krug afirma que essas pessoas estarão em risco de prejuízos auditivos irreversíveis.

“Eles devem estar cientes de que uma vez que se perde a audição, ela não retornará. Ao tomar certas ações preventivas irá permitir as pessoas a continuar se divertindo sem colocar sua audição em risco”, afirma Krug.

Como ter hábitos saudáveis relacionados à audição

A OMS conidera o volume acima de 85 dB (decibéis) durante oito horas ou 100 dB durante 15 minutos perigoso.  Para reduzir o risco, a OMS recomenda que os jovens consevem o volume baixo de seus aparelhos de som e que usem protetor auditivo ao visitar lugares ruidosos e que usem cuidadosamente seu aparelhos e que tenham cancelamento de ruídos em seus headphones. 

Além disso, a OMS recomenda que o uso diário pessoal de equipamento de áudio não seja acima de uma hora durante o dia com o nível baixo de som.

Leia mais sobre o relatório completo:  

Fonte:www.who.int/
Headphones no trabalho, um risco para milhões de pessoas
A cada dia centenas de milhares de empregados – como por exemplo os trabalhadores de call center ou serviço de emergência- usam headphones como parte de seu trabalho diário, tanto para atender como fazer chamadas.

O uso de headphones no trabalho pode ser, portanto, perigoso e tem sido responsável de colocar um quarto da força de trabalho do Reino Unido em risco de perda auditiva induzida por ruídos, conforme a pesquisa.

Baseado num estudo feito com 2 mil trabalhadores, no Reino Unido, os pesquisadores descobriram que os trabalhadores em média ouviam 110 minutos de som no ambiente de trabalho, acrescentado de 92 minutos em horário de lazer.

Num total, uma estimativa de 7,6 milhões de pessoas no Reino Unido se expõe a 3 horas e meia de som diáriamente. Dependendo do nível de som em que os trabalhadores ouvem em seus headphones, isso pode prejudicar sua audição. 

Como o uso de headphones tem aumentado, empregadores estão se tornando cada vez mais responsáveis para assegurar que a audição de seus trabalhadores não seja prejudicada pelo trabalho.

Falta de consciência
A pesquisa revelou também que os entrevistados tinham falta de conhecimento de seus direitos. Apesar da regulamentação, 79% dos entrevistados não sabiam que os empregadores deles eram legalmente obrigados a protegê-los de ruídos no trabalho, mesmo que 48% desses empregadores estavam preocupados com perda auditiva.

Conforme Ralph Holme, líder da pesquisa biomédica da Action on Hearing Loss, no Reino Unido, é de grande importância que os empregadores sejam responsáveis pelo nível de ruídos, no trabalho, e que tomem medidadas práticas no sentido de assegurar a audição de seus empregados. 

Perda auditiva é uma questão de saúde que afeta  a vida de várias maneiras, nos relacionamentos com os amigos e familiares, como também na carreira professional.  

A pesquisa foi realizada por uma companhia de tecnologiade áudio.

Fonte:www.postonline.co.uk 
5 dicas para usar fones sem prejudicar a audição
A perda de audição está se tornando um problema para países com média de salários média e alta. Um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 1,1 bilhão de pessoas entre 12 e 35 anos usam aparelhos sonoros em “volumes inseguros”, criando um risco permanente de perder a audição.
Com o crescimento do mercado de smartphones e de aparelhos sonoros, o perigo da surdez aumenta. Hoje, aproximadamente 360 milhões de pessoas no mundo já demonstraram algum sintoma, e tem perda da audição, de moderada a profunda, algo referente a 5% da população mundial.

Veja algumas dicas de como evitar a doença:

Headphones e fones de ouvido 
Os smartphones devem caber corretamente e de modo confortável ao ouvido. É importante testar alguns modelos antes de começar a usar. Uma boa opção de fones de ouvido são os earbuds (com ponta). Quando o assunto é headphone, o ideal é que seja um modelo que cubra o ouvido e bloqueie completamente o som.

Descanso aos ouvidos 
A OMS indica que as pessoas não devem ficar expostas a 80 decibéis por mais de 60 minutos. Esse volume é equivalente ao som de um trânsito . O ideal é que a pessoa escute apenas uma hora por dia de música.

Abaixe o som do smartphone
Desde 2013, os smartphones da Europa colocaram um limite sobre o alto volume, quando arrisca passar de 85 decibéis. Já os smartphones dos Estados Unidos e Brasil possuem apenas com alerta sobre quando a pessoa excede os volumes.

Use protetores de ouvido 
Mesmo quando a pessoa não está ouvindo música, ela está exposta ao som. O ideal é usar protetores de ouvido para evitar uma longa exposição a poluição sonora. Mas lembre-se, nunca coloque o protetor profundamente no ouvido, isso pode causar problemas de saúde.

Faça testes de audição 
Sentiu zunidos ou perdas de audição repentinas (mesmo  por curtos períodos), faça exames periódicos. Para adultos, o ideal é fazê-lo a cada 5 ou 10 anos.

SAOS
A Apneia Obstrutiva do Sono (AOS) é uma doença caracterizada pela obstrução recorrente da via aérea durante o sono levando a queda da saturação de oxigênio sanguíneo e despertares frequentes. Devido a sua grande prevalência em diversas populações – alcançando 32,9% das pessoas que moravam em São Paulo em 2007 – e suas sérias consequências para seus portadores, a AOS é considerada um problema de saúde pública que, se não tratada, pode causar inúmeros prejuízos, incluindo sonolência excessiva com aumento do risco de acidentes, cansaço, perda da qualidade de vida, sono de má qualidade, perda de memória, diminuição da libido e impotência sexual, além do aumento de risco ou agravo de doenças cardiovasculares e metabólicas.
Infelizmente, 80 a 90% das pessoas permanecem sem o diagnóstico da doença devido ao pouco conhecimento, inclusive dos médicos, como também a má percepção dos pacientes sobre os sinais da AOS e, ainda, a dificuldade de acesso aos métodos diagnósticos. No Brasil, essa realidade não difere de outros países, mas se apresenta ainda pior devido à falta de condições socioeconômicas e políticas de saúde adequadas.
O cenário se agrava quando falamos do tratamento da AOS. O uso de uma máscara nasal, acoplada ao aparelho de pressão positiva aplicada durante a noite (chamado de CPAP) é considerado o tratamento mais eficaz, principalmente para os casos graves e em pacientes de risco, como condutores de veículos, operadores de máquinas e portadores de doenças cardiovasculares prévias. Infelizmente, na maioria dos centros de atenção à saúde no país, o paciente tem muita dificuldade em ser diagnosticado e, mesmo após o diagnóstico, permanece sem tratar a AOS, já que o aparelho de CPAP não é disponibilizado pelo governo de forma uniforme e adequada.
Nesse sentido a Associação Brasileira do Sono (ABS) e a Associação Brasileira de Medicina do Sono (ABMS) organizaram no dia 23 agosto de 2014, em São Paulo, o 1º Fórum de Atenção à Apneia Obstrutiva do Sono com apoio da empresa Phillips. Profissionais médicos de diversos Estados da Federação que atuam em Medicina do Sono e que estão inseridos no Sistema Único de Saúde (SUS) participaram do evento, onde foram discutidas as diversas maneiras de atendimento da AOS pelos governos municipais e estaduais.
Assim, apresentamos o documento final que resume as informações obtidas nesse Forúm, bem como as medidas necessárias para que o tratamento da AOS possa  ser oferecido de forma gratuita e sem restrição.
Contamos com sua colaboração no sentido de unir-se à ABS e à ABMS nessa campanha que, mais do que justa, é humanitária.
Atenciosamente,
Diretoria da ABS e ABMS
Perda auditiva e demência

As pessoas com perda auditiva têm mais possibilidade de desenvolver demência, se comparadas com indivíduos com audição normal.

As pessoas com perda auditiva suave, moderada e severa têm 2,3 e 5 vêzes mais chance de desenvolver, respectivamente, demência  do que as pessoas com audição normal. Mesmo se levar em consideração fatores que estão relacionados ao alto risco de demência, como diabetes, pressão alta, idade, sexo e raça. Desse modo, perda auditiva e demência ainda estão fortemente interligadas entre si.

Os resultados foram publicados numa pesquisa publicada em 2011 e feita por Frank Lin otorrinolaringolista e epidemologista  da Escolade de Medicina Hopkins School of Medicine, nos Estados Unidos. Ele e sua equipe acompanharam 639 pacientes durante 18 anos. Nenhum dos indivíduos tinham deficiência cognitiva no início da pesquisa, embora  eles encontravam-se com um certo  grau de perda auditiva. Durante 18 anos de acompanhamento, 58 casos de demência foram diagnosticados em 639 pacientes.

Risco de perda auditiva aumenta
Um outro estudo publicado em 2012, por Gallacher e outros, confirmou os seguintes resultados: Nesse estudo,1057 homens  foram acompanhados durante um período de 17 anos, cujas perdas auditivas foram avaliadas no início da pesquisa  e após 9 anos novamente. Nessa avaliação foram levadas em consideração tanto fatores de cognicção como de demência. Os autores encontraram uma significativa correlação com perda auditiva, demência e declínio cognitivo. Para cada 10 dB(decíbeis) de aumento de perda auditiva, comparado com um nível de audição normal para esta idade, o  risco de desenvolver demência aumentou  2,7 vêzes.

Fonte: ”Hearing well to train your brain” by Prof. Frank R. Lin and Prof. Sophia E. Kramer
Adolescentes correm grande risco de perda auditiva
Quase a metade dos americanos adolescentes mostram sintomas de perda auditiva, após ouvirem música alta ou usarem instrumentos altamente ruidosos sem proteção auditiva, segundo estudo feito no Texas, Estados Unido por ReRez Research of Dallas.

Adolescentes sabem do perigo
O estudo foi baseado na experiência de 500 adolescentes na idade de 13 a 19 anos, e o resultado mostrou que 46 dos adolescentes  relataram suas experiências com zumbido ou dor no ouvido , após participarem de atividades com alto nível de ruído. Um entre seis adolescentes experimenta com frequência os sintomas ou então sempre.

Os pesquisadores também revelaram que  os  níveis altos de sintomas de perda auditiva não foram causados por falta de conhecimento, uma vez que 88% dos adolescentes foram advertidos dos riscos, mas eles não tomaram nenhuma providência para reduzí-los. Quando foram perguntados o que seus pais fariam se soubessem que seus filhos estavam ouvindo  música muito alta, 78% dos adolescentes responderam que seus pais pediriam para eles baixar o volume.

Profissionais da área de audiologia estão preocupados com o crescimento, em potencial ,de perda auditiva entre adolescentes, usuários de fone de ouvido de smartphones. A boa novidade é que os riscos são facilmente previnidos com o uso de headphones, em vez de plugues de ouvido, e de estar em clubes ou, próximos à caixa de alto falantes em shows.

O estudo foi realizado em Dalas, Texas, por ReRez Research para Siemens Hearing Instruments.

Fonte:www.businesswire.com
Muitos países necessitam de programa de prevenção de perda auditiva
Aproximadamente 60% dos países que responderam ao questionário da Organização Mundial da Saúde (OMS), têm  necessidade de obter cuidados preventivos relacionados à perda auditiva. Os resultados da pesquisa são, certamente,  uma alerta  de ação  para as autoridades governamentais, conforme  a Organização Mundial da Saúde (OMS) .

Falta de planejamento
Um estudo realizado pela Organização Mundial da Saúde com 76 países e regiões, mostrou que apenas 32 responderam ter investido em plano e programa de cuidados com prevenção de perda auditiva. Segundo  a pesquisa realizada, muitos países necessitam de profissionais de saúde treinados , estruturas educacionais e dados, assim como, plano nacional voltados para a necessidade  das pessoas com problema e perda auditiva.

A maior distância ocorre devido a necessidade de serviço para perda auditiva severa, encontrada na África-subsaariana .

Deficiência auditiva mundial
Segundo a estimativa da  Organização Mundial da Saúde, mais de 5% da população ou seja, mais de 360 milhões de pessoas no mundo inteiro  sofrem de perda auditiva. Embora o grupo mais importante seja de adultos , 32 milhões de crianças no  mundo inteiro sofrem com perda auditiva. As pesquisas feitas em vários países europeus e nos Estados Unidos mostram que entre 12 a 16% da população, nesses países, têm perda auditiva.

A distribuição  de pessoas com perda auditiva é desigual, o sul da Ásia é a área mais proeminente com 27% de pessoas , seguida d a  Ásia Oriental  com  22%. Essas áreas, juntamente com o sul da África- subsaariana, contém a maioria dos países sem programa de ajuda às pessoas com perda auditiva.

Chamada de alerta
Organização Mundial da Saúde chama a atenção  para infecçõe auditivas nao tratadas e vacinas para meningite, sarampo e rubéola sao responsáveis pela causa de perda auditiva. O que siginifica dizer que com investimento em vacinas e outros tratamentos, certo tipo de perda auditiva pode ser prevenido.

“Os resultados da pesquisa são, na verdade, uma alerta para  as autoridades governamentais  e parceiros sociais no sentido de investirem em programa de saúde auditiva, especialmente na sociedade o nível primário da sociedade”, afirma Dr. Etienne Krug, , Director of the WHO Department of Violence and Injury Prevention and Disability.

A pesquisa foi publicada no website da  Organização Mundial da Saúde (OMS )

Fonte: www.who.int/en/
Perda auditiva infantil
A maioria das crianças experimenta, temporariamente, perda auditiva devido a cera no ouvido ou otitis média, sendo essa dolorida e chegando a provocar perda auditiva, o que é aconselhável tratá-la de um modo correto e o mais rápido possível.

A cera no ouvido é, geralmente, benéfica e não é prejudicial, contudo, se seu filho sofre de perda auditiva causada por excesso de cera contate seu médico, imediatamente. Não tente removê-la, pois fazendo isso poderá causar danos irreparáveis à audição da criança.

Há outros tipos de perda auditiva que são permanentes e podem causar danos irreparáveis à audição, influenciar na vida social e no desenvolvimento da criança.

Se seu filho sofre de perda auditiva a melhor providência a ser tomada é fazê-lo usar aparelho auditivo, pois desse modo a capacidade auditiva dele será melhorada e problemas maiores com sua audição poderão ser evitados.

A adaptação de aparelho auditivo quanto mais cedo ocorrer, melhor será, uma vez que se a perda auditiva não for tratada poderá causar problemas sérios na capacidade cognitiva, sociabilização e comunicação da criança. É sempre importante lembrar que leva um certo tempo para seu filho se adaptar a essa nova situação.
Filhos com deficiência auditiva
Envolva-se

Envolva-se com o problema de seu filho, mas não fique ansioso (a) e nem exagere na proteção, se não houver motivo para isso. Peça ajuda aos professores, audiologistas, outros profissionais e fale para a família e amigos sobre o que pensa da situação de seu filho. Essas pessoas poderão lhe ajudar observando o desenvolvimento de seu filho e socialização com outras crianças. 

A melhor maneira de ajudá-lo é ser atencioso e amoroso, aceitando-o e encorajando-o:

Fale bastante com seu filho, pois dessa forma ele poderá aprender como usar sua capacidade auditiva e linguagem labial.
Elogie-o quando ele fizer algo correto.
Sorria para ele, um sorriso significa muito para uma criança com deficiência auditiva.
Seja atencioso com ele.
Leia história e cante para ele antes dele dormir.
Faça atividades físicas e mantenha sempre um contato físico.
É sempre bom lembrar que quanto mais você entender a situação de seu filho, mais fácil será para ajudá-lo e dar o suporte que ele merece.
Aparelho auditivo melhora o equilíbrio de pessoas idososas

Um estudo realizado por uma universidade de medicina em St. Louis em  Washington, nos Estados Unidos, University School of Medicine in St. Louis revelou que pessoas idosas com dificuldade auditiva apresentaram melhor habilidade de equilíbrio ao ter sua audição aprimorada pelo uso de aparelho auditivo, em ambos os ouvidos. 

Testes de equilíbrio
Durante a pesquisa, testes padrões de equilíbrio foram realizados  em 14 pessoas na idade de 65 a 91 anos. Os participantes fizeram seus próprios controles ao realizar os mesmos testes de equilíbrio com e sem seus aparelhos auditivos ligados. Durante os testes de equilíbrio os candidates foram expostos a ruídos brancos, que são semelhantes ao som  estática de radio.

Uma das tarefas era  se posicionar num bloco de espuma e a outra era permanecer com um pé em frente do outro. Ambos os testes eram feitos com os participantes com olhos vendados. O tempo em que os participantes puderam permanecer na mesma posição foi calculado com seus aparelhos auditivos ligados e desligados, respectivamente. 

Melhor equilíbrio com aparelho auditivo 
Os resultados dos testes mostraram que os participantes eram capazes de conservar seu equilíbrio por um período mais longo de tempo quando seus aparelhos auditivos estavam ligados.  Àqueles que tiveram um tempo mais difícil  para conservaram seu equilíbrio se mantiveram significantemente melhor ao ter seus aparelhos auditivos ligados.

Para o teste de bloco de esponja, o tempo médio necessário de equilíbrio era de 17 segundos com o aparelho auditivo desligado e 26 segundos com os aparelhos auditivo ligados. Para o Segundo teste, o tempo de equilíbrio duplicou  de 5 para 10 segundos quando os aparelhos auditivos estavam ligados. 

Os resultados apoiaram pesquisas americanas  anteriores  que revelaram a correlação entre perda auditiva e riscos de queda.

O estudo foi publicado na revista The Laryngoscope.

Fonte:www.news.wustl.edu
Professores têm alto nível de perda auditiva induzida por ruídos
Ambientes ruidosos de trabalho contribuem para desenvolver perda auditiva em professores muito mais  que outros tipos de atividades de outros profissionais, segundo estudo realizado pela Wakefield Research, o qual mostrou que 15% dos professores americanos foram diagnosticados com perda auditiva, enquanto que foi constatado 12%  nos demais profissionais.

O problema é ainda mais frequente em professores jovens, e  conforme o estudo, professores entre 18 e 44 anos de idade apresentaram um diagnóstico de 26%  de perda auditiva , enquanto que a cifra  foi apenas de 17%  para outros tipos de profissionais.

Muitos professores não procuram tratamento
Para professores que suspeitam terem perda auditiva, a metade deles têm experimentado pedir para as pessoas repetirem o que disseram, enquanto um terço deles interpretam incorretamente o que foi dito.  Finalmente uma em quarto dessas pessoas sentem-se estressadas após terem conversado e escutado por um determinado tempo.

Segundo a pesquisa, 27% dos professores suspeitam ter perda auditiva,no entanto, eles não procuram nenhum tipo de ajuda e 60% deles preocupam-se acerca de sua perda auditiva, no entanto apenas 19% chegaram a  receber seguro por terem problema auditivo.

O estudo foi realizado por Wakefield Research for EPIC Hearing Healthcare. (leia mais)

Fonte:www.virtualpressoffice.com
Perda auditiva, a curto prazo, um mecanismo de proteção!
Após excessiva exposição a ruídos uma perda auditiva, a curto prazo, é uma maneira do corpo se auto proteger e lidar com ruídos altos, segundo pesquisa.

A pesquisa revelou um mecanismo de adaptação que permite a cóclea atuar normalmente quando é exposta a ruídos fortes.

Medidas de adaptação
O professor e líder da pesquisa, Gary Housley, da University of New South Wales e seus colegas de pesquisa da University of Auckland e da University of California descobriram que as células, na cóclea, liberam um hormônio conhecido como ATP,que aumenta o nível do som.  E isso causa, por sua vez, uma redução temporária na sensibilidade auditiva.

"Isso deve ser a explicação porque perdemos nossa audição durante horas ou dias, após termos sido expostos a show de rock ou ter ouvido música alta nos nossos aparelhos de som," afirma Housley.

"Nossa pesquisa revela que o ouvido pode se adaptar a níveis altos de  ruídos e, no entanto, continuar funcionando. Mas há uma "pegadinha" aí, uma vez que nossa audição se ajusta, nós achamos que o som tem um volume mais baixo que ele tem no momento e  facilmente podemos exceder a capacidade do ouvido," declara Housley.

Proteção em pequenas doses
Apesar do que foi dito, os pesquisadores advertem que o mecanismo de defesa  não protege contra a  exposição permanente de alta frequência de ruídos.

"Pode-se comparar a exposição do sol, não se trata de exposição leves, mas são as  fortes  que podem causar problemas sérios anos depois," explica Housley.

Os pesquisadores esperam que os resultados possam ajudá-los a encontrar novas maneiras de melhorar a proteção do ouvido contra ruídos e ambientes barulhentos.

A pesquisa foi publicada na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).

Fonte:www.sciencedaily.com andwww.theaustralian.com.au
Aparelhos auditivos são uma das mais importantes invenções médicas
Um entre cinco europeus acredita que os aparelhos auditivos são uma das cinco mais importantes invenções da indústria médica. Segundo relatório do instituto francês INSERM (Institut National de la Santé et de la Recherche Médicale), por ocasião de seu cinquentenário. Dos entrevistados, 20% acreditam que os aparelhos auditivos são um dos cinco mais importantes avanços médicos.

Aparelhos auditivos no topo dos 10
Entre os avanços na medicina que têm causado grande impacto nos europeus, a transplantação de órgãos encontra-se em primeiro lugar, uma vez que 70% dos que foram entrevistados acreditam ser esse  um dos cinco mais importantes avanços na medicina. 

O Raio-x e a terapia genética estavam no topo da lista dos entrevistados com 65% e 51%, respectivamente. No entanto, os aparelhos auditivos ainda estavam no topo da lista, no décimo lugar, na frente de inseminação artificial, terapia  antidepressiva e clonagem.

Fonte: Audio Infos
4 a 6 xícaras de café diariamente pode reduzir tinnitus
Há uma possibilidade de que o aumento de ingestão de cafeína diminua a taxa de incidência de tinnitus, sobretudo, nas mulheres. O estudo revelou que mulheres que bebiam café tinham a taxa de tinnitus reduzida.

O estudo foi  realizado por Brigham e pelo Hospital de Mulheres , (BWH), nos estados Unidos e publicado na Revista de Medicina Americana. A pesquisa acompanhou 65 mil mulheres na idade de 30 a 44  anos, desde 1991. Na ocasião,nenhuma mulher havia experimentado sinais de tininitus . Em 2009, o estudo indicou que 5.289 mulheres informaram ter experimentado sintomas de tinnitus. 

No período longo de 18 anos de pesquisa, as mulheres relataram seu estilo de vida e histórico médico. Os pesquisadores informaram sobre a correlação entre a ingestão de cafeína feita pelas mulheres- que foi principalmente o café- e a incidência de tinnitus.

Ainda inexplicável

As mulheres que consomem de 450 a 599 miligramas de cafeína ao dia, apresentaram 15% menos incidência de tinnitus, quando comparadas às mulheres que consomem menos de 150 miligramas de cafeina ao dia (uma xícara e meia de café). Essa quantidade equivale de 4 a 6 xícaras de café.

O estudo não encontrou evidência para explicar os resultados, mas uma  pesquisa anterior mostrou que cafeína estimula o sistema nervoso e tem um efeito direto no ouvido interno. 

Gary Curhan, responsável pelo estudo e  médico -pesquisador  da Division of Network Medicine ( BWH), destaca a necessidade de se fazer mais pesquisas, a fim de que se possa fornecer mais orientações. 

Fonte:www.news-medical.net
Suplemento de vitamina reduz perda auditiva após uso de antibiótico
Foi descoberto um complemento alimentar que protege pacientes contra os efeitos colaterais do tratamento de gentamicina, uma droga usada no tratamento de pessoas com infecção bacteriana, que é resistente a outros antibióticos, inclusive penicilina. A droga é comumente usada em países em desenvolvimento, por ser barata e de fácil acesso. Infelizmente, gentamicina tem efeitos colaterais sérios que podem causar perda auditiva.

Um suplemento alimentar previne perda auditiva
Pesquisas anteriores têm mostrado que até 25% dos pacientes que são tratados com gentamicina ou outros tipos de antibióticos aminoglicosídicos têm experimentado perda auditiva. Neste estudo investiga-se como prevenir perda auditiva causada pelo uso de antibióticos.

Pesquisadores dos Estados Unidos testaram o uso de suplemento alimentar que contêm o antimonióxido beta caroteno e vitaminas C e E, como também o magnésio como preventivo à perda auditiva provocada por gentamicina.  

Durante duas semanas os pesquisadores administraram gentamicina em cobaias, antes e durante a administração do antibiótico. Metade das cobaias comeu normalmente, enquanto que a outra parte recebeu alimento enriquecido com suplemento alimentar.

Os pesquisadores testaram a audição das cobaias antes e até 9 semanas após o tratamento. Eles revelam que as cobaias que haviam recebido o suplemento alimentar tinham uma melhor condição auditiva do que àquelas que receberam uma alimentação padrão.

Vitamina proporciona mais proteção

As vitaminas antioxidantes previnem danos auditivos causados pelos radicais livres que causam perda auditiva, como também protegem contra esses efeitos.

“A melhor proteção foi obter um teste de mais baixa frequência e isso é importante porque as baixas frequências são essenciais na fala” afirma Colleen Le Prell, pesquisador responsável pela pesquisa.

Os pesquisadores esperam usar os resultados do estudo  para desenvolver, com sucesso, uma formulação de vitamina que possa prevenir perda auditiva provocada por medicamento.

Sobre a pesquisa

Os resultados foram publicados na revista de otorrinolaringologia, nos Estados Unidos,  Association for Research in Otolaryngology e o  estudo foi realizado com a colaboração entre pesquisadores da universidade da Flórida University of Florida  e da universidade de Michigan  University of Michigan, nos Estados Unidos.

Fonte:news.ufl.edu/
Um passo para o silenciamento de tinnitus
Pessoas que sofrem de tinnitus, uma enfermidade que com frequência afeta suas vidas,  experimentam distúrbios de sono. Embora não haja cura atualmente para tinnitus, um estudo realizado por pesquisadores australianos trás uma esperança de que a cura pode acontecer de modo eficaz.

Durante o estudo, após injetar uma droga em cobaias com tinnitus, afim de reduzir os sinais do ouvido para o cérebro, elas logo apresentaram sinais de tinnitus, o que para os pesquisadores tais resultados foram promissores. No entanto, estudos feitos em seres humanos, com tinnitus, ainda precisam ser confirmados sobre o método e resultados.

Ausência de tinnitus

No estudo, as cobaias foram expostas a sons altos causadores de tinnitus, e após ser confirmado que elas sofriam dessa enfermidade auditiva, os pesquisadores trataram os animais com um medicamento chamado furosemida, responsável por reduzir a atividade no sistema auditivo, diminuindo, pois, a hiperatividade neural na parte do cérebro, responsável pelo som. Em outras palavras, a furosemida bloqueia os sinais e após o tratamento as cobaias não apresentaram sinais de tinnitus.

Silenciando os ruídos

Atualmente as pessoas que sofrem de tinnitus podem dar alguns passos para administrar sua enfermidade, como por exemplo, ouvir música suave para desviar a atenção do zumbido constante. Conforme Dr. Ralph Holme, chefe  de pesquisa sobre  perda auditiva no Reino Unido  Biomedical Research at Action on Hearing Loss, as medidas práticas não são suficientes.“ O que a maioria das vítimas de tinnitus quer é a cura do silêncio de ruídos. A pesquisa que fizemos leva-nos a um passo para o alvo,” declara ele.  

Para reduzir o risco de contrair tinnitus, os pesquisadores recomendam as pessoas  o uso de protetores auditivos quando forem a concertos e a evitar ouvir som alto.

Sobre a pesquisa

A pesquisa foi realizado por pesquisadores da universidade na Austrália University of Western Australia and was published by PLOS ONE, um editor online com foco para pesquisa científica.

Fonte:www.plosone.org
Fumantes ativos e passivos podem perder a audição
Há muito que se sabe que o tabagismo pode causar vários problemas de saúde, tal como doenças  cardíacas. Uma pesquisa feita recentemente no Reino Unido revelou que o hábito de fumar cigarro afeta também a audição.

Segundo a pesquisa, os fumantes têm um alto risco de contraírem perda auditiva, acima de 15%, comparado com os não fumantes e fumantes passivos, enquanto que os  fumantes passivos têm um  aumento de risco de 28%. Por outro lado, ex-fumantes têm risco um pouco reduzido de prejuízos auditivos, provavelmente, porque eles adotam um estilo de vida mais saudável após  terem parado de fumar.

Embora os dados indiquem que fumantes passivos enfrentam alto risco, os pesquisadores ressaltaram que eles só foram comparados com os não fumantes na pesquisa, enquanto que os fumantes foram comparados com os passivos, como também, com os não fumantes.

Independentemente de quem enfrenta os maiores riscos, a conclusão é a mesma, tabagismo prejudica  a audição.

Causa importante de perda auditiva

No estudo, os pesquisadores  consideraram os resultados de teste auditivos com aproximadamente 165.000 adultos, no Reino Unido, com a idade 40 a 69 anos.  Todos os participantes foram  submetidos a um teste auditivo entre 2007 e 2010, como parte do UK Biobank – um projeto nacional de aprimoramento de saúde, no Reino Unido.

O estudo revelou que o risco de perda auditiva aumentou com o número de fumantes de cigarro por semana. Os pesquisadores avaliaram que quase 20% da população do Reino Unido e até 60% da população noutros países, de fumantes, têm  o tabagismo como causa significante de perda auditiva.

O motivo pelo qual o fumo leva à perda auditiva é algo ainda desconhecido. No entanto, o tabagismo tem sido associado à doenças cardiovasculares causando mudanças microvascular que chega a atingir a audição.

Sobre a pesquisa

A pesquisa foi realizada por Dr. Piers Dawes e sua equipe de pesquisa do Centre for Human Communication and Deafness at The University of Manchester, no Reino Unido.

Os resultados foram publicados na revista Journal of the Association of Research in Otolaryngology.

Fonte:www.manchester.ac.uk
Fatores que levam à Doença Ménière
Os pesquisadores têm estado intrigados, durante muitos anos, acerca do motivo pelo qual algumas pessoas desenvolvem a Doença de Ménière e isso dificulta a fazer um diagnóstico e um tratamento. Embora doença no ouvido interno não seja algo fatal, ela pode causar vários problemas ao paciente como tinnitus, perda auditiva, vertigem e sensação de como se o  ouvido estivesse tapado e pressão no ouvido.  

Contudo, uma pesquisa recente feita no Reino Unido sugere que a disfunção do sistema imunológico tem um papel importante no desenvolvimento da Doença de Ménière. O estudo também identifica velhice e mulheres com pele branca como fatores que aumentam o risco de desenvolvimento da doença.  

Fatores e motivos

A pesquisa incluiu relatórios de aproximadamente 1.400 vítimas de Ménère. Analisando os dados, os pesquisadores descobriram que há mais predominância em mulheres brancas e pessoas idosas. Além disso, pessoas de origens pobres, como também indivíduos acima do peso foram também considerados mais propensos a desenvolver a doença. 

Para alcançar um conhecimento profundo da doença de Ménère, os pesquisadores compararam e contrastaram os dados de seus relatórios com informação de aproximadamente 500.000 pessoas  que não tinham essa doença. A equipe de pesquisa descobriu que a doença está associada a distúrbios do sistema imunológico e doenças relacionadas ao sistema nervoso central, tal como doença de Crohn, syndrome de cólon e artrite (Bowel Syndrome, Crohn’s Disease).

Baseado nessas descobertas, os pesquisadores avaliaram que a disfunção do sistema imunológico e do sistema nervoso figuram como parte do desenvolvimento das doenças.

Sobre a pesquisa 

A pesquisa foi realizada por Dr. Jessica Tyrell  e sua equipe de pesquisa da universidade University of Exeter Medical School, no Reino Unido. 

Os relatórios da pesquisa foram publicados na revista de saúde Ear and Hearing.

Fonte:www.exeter.ac.uk
Uma entre seis pessoas sofre de perda auditiva.
Dezesseis por cento dos adultos europeus sofrem de perda de audição, algo bastante considerável e que vem ,infelizmente, afetando o cotidiano deles. Esses dados são superiores aos índices apontados numa pesquisa feita, anteriormente, que eram de dez por cento.

Na Europa cerca de 71 milhões de adultos entre 18 a 80 anos de idade são acometidas de perda de audição, nível esse superior a 25 dB (decibéis) definição de deficiência parcial auditiva reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Só na União Européia (UE) o número de pessoas com perda de audição é superior a 55 milhões.

Os dados de perda de audição, na Europa, foram obtidos por uma pesquisa científica feita pela(Survey) ”Avaliação de Custos Sociais e Econômicos de Redução Auditiva”.

Segundo essa pesquisa uma entre seis pessoas sofre de perda auditiva e só uma pequena parte dessas pessoas faz uso de aparelho auditivo, uma vez que o tratamento da perda auditiva é dispendioso.”O levantamento de dados tem comprovado que o aparelho auditivo moderno proporciona bem-estar e melhora a qualidade de vida de seus usuários”, palavra do secretário geral da Hear-it AISBL, Kim Rugberg.

Uma entre seis pessoas usa aparelho auditivo
Segundo o relatório, apenas uma entre seis pessoas que poderia ser beneficiada com aparelho auditivo é tratada e muitas pesquisas científicas têm mostrado que há uma grande satisfação por parte dos usuários desse tipo de instrumento auditivo. Vários estudos têm concluído que o uso de aparelho auditivo causa uma melhoria significante na qualidade de vida.

Perda de audição em diferentes países
O relatório conseguiu calcular o número de pessoas afetadas com o problema auditivo em cada região ou área da Europa e em outros países industrializados.

Alguns exemplos:
Alemanha: 10,2 milhões de pessoas
França: 7,6 milhões de pessoas
Grã Bretanha: 7,5 milhões de pessoas
Itália: 7,2 milhões de pessoas
Espanha: 5,5 milhões de pessoas
Polônia: 4,7 milhões de pessoas
Países Baixos: 2 milhões de pessoas




Fonte: “Avaliação dos Custos Sociais e Econômicos de Perda Auditiva”, outubro 2006, by Bridget Shield da Hear-it AISBL.
Sinais a serem observados
Se você suspeita que alguém da família, amigo ou colega está sofrendo de perda auditiva, observe alguns sinais relacionados a essa enfermidade que ocorrem na maioria das vezes, alguns dependem do grau de perda auditiva e das reações individuais de cada um.

Alguns dos sinais mais comum são:

- Aumento de volume da tv e rádio.
- Dificuldade de ouvir o toque da campainha
- Dificuldade de ouvir quando é chamada ou quando há conversas de fundo.
- Pedido constante para repetir o que foi dito ou sempre pergunta “o que?”
- Equívoco na comunicação e no que foi dito.
- Posicionamento constante das mãos atrás das orelhas, como forma de ouvir melhor.
- Esquecimento frequente do que foi dito e combinado.

Se suas suspeitas foram confirmadas e a perda auditiva constitui um fato, é importante contatar a vítima para ser examinada. Mas antes de discutir o assunto, esteja certa de que essa pessoa não estará ciente do problema e terá dificuldade para admitir sua perda auditiva.
17% dos suecos sofrem de perda auditiva
Em menos de 25 anos o número de pessoas com problemas auditivos, na Suécia, tem aumentado significantemente, conforme o relatório anual de 2014 de uma organização sueca de deficiência auditiva, Hörselskadades Riksforbund, HRF (www.hrf.se). Atualmente, 1.340.000 suecos com a idade acima de 16 anos têm perda auditiva.  

O relatório da HRF conclui que no período de 1984 a1987, 11,3% da população sueca chegou a experimentar  problemas auditivos. No período de 2004 a 2007 esse número cresceu para 14,3%  e de 2008 a 2012 ocorreu outro aumento incluindo 17% de todos ossuecos.Isso significa que, a proporção das pessoas com perda auditiva tem aumentado 50% em 25 anos.

Mais da metade representa a força de trabalho
De todos os deficientes auditivos  suecos, 54% são da idade de 16 a 64 anos, o que significa dizer que mais da metade dessas pessoas, com problemas auditivos, representam a força de trabalho da Suécia.

E isso faz com perda auditiva seja uma das deficiências mais comuns no local de trabalho. Segundo a HRF, experimentar problemas auditivos tem  sido algo comum para as pessoas de meia idade, e um entre cinco suecos com a idade 45 a 64 tem perda auditiva.

No grupo chamado “idosos jovens” (65 a 74 anos) mais de um entre quatro (28%) tem perda auditiva. E na faixa etária de 75 a 84, aproximadamente, quatro entre dez (39%) tem perda auditiva e os da idade 85 anos, ou seja, quase todos os demais (46%) sofrem de perda audtiva.
Segundo o  relatório da HRF, essa evolução de problemas auditivos pode ser explicada, particularmente, pelo fato de que o ambiente em que vivemos tem piorado no que diz respeito às condições de exposição a ruídos  e ao mesmo tempo a exigência por comunicação no nosso dia a dia  limita o espaço para que tem problema auditivo.

Mais homens do que mulher
O relatório anual conclui que os homens são mais propensos a sofrerem de perda auditiva que as mulheres. Todos os suecos com deficiência auditiva, (54%) são homens, enquanto que(46%) são mulheres. A razão principal para isso, segundo o HRF é que os homens, normalmente, se expõem  mais a ruídos no ambiente de trabalho e no tempo livre que as mulheres.

Mais deiciência auditiva no futuro
O fato de muitas pessoas idosas, atualmente na Suécia, terem  problemas auditivos mostra que no futuro essa enfermidade aumentará, ainda mais, entre àquela população .

Fonte: Myternas Marknad. Svensk hörselvård – från behov til business. Hörselskadades Riksforbund (HRF). Årsrapport 2014.www.hrf.se
Estrela da banda Kiss nasceu com problema auditivo
Paul Stanley, co-fundador e compositor responsável da banda rock Kiss  sofre de perda auditiva.

Ao contrário de muitos membros de outras bandas de rock que sofrem de problemas auditivos induzidos por ruídos, Stanley tem vivido toda a sua vida com perda auditiva. Ele nasceu em 1952 com uma doença chamada microtia ,no lado direito, a qual resulta em deficiência no ouvido externo.   

Stanley, devido a sua situação auditiva, tem dificuldade para ouvir de onde os sons procedem, apesar  de sua audição esquerda ser normal. O problema é que mesmo tendo condições de ouvir os sons ele tem dificuldade de entender um diálogo.

Perda auditiva e rock’n’roll
Apesar do fato  de Stanley  não ouvir bem, ele mostrou-se desde cedo interessado em música.Ele cresceu num ambiente familiar musical, onde ouvia  música clássica com freequência; aos sete anos começou a tocar violão e sua carreira musical tem lhe dado grande sucesso, prova disso é que a banda Kiss já vendeu mais de 100 milhões de álbuns e está integrada a Rock and Roll Hall of Fame.

Quando Stanley se prepara para se apresentar ele costuma cobrir seu ouvido direito a fim de incobrir evidências físicas de seu problema auditivo.

Fonte:www.hearinghealthmatters.org
Secadores de cabelo, cornetas e fogos podem causar perda auditiva
Os ruídos ao nosso redor podem causar perda auditiva e alguns casos  mais comuns ocorrem com pessoas que trabalham em ambientes com alto nível de ruídos ou que escutam música em alto volume através de headphones ou em concertos. Mas perda auditiva induzida por ruídos pode também ocorrer através de outras fontes não comuns.

Secadores de mão podem ser prejudicial
Os secadores de mão encontrados em banheiros públicos e em muitos ambientes de trabalho não são reconhecidos como algo prejudicial. Mesmo os aparelhos atuais que são mais silenciosos e os mais modernos podem levar a perda auditiva, segundo estudo realizado na universidade de Londres.

Com o nível de ruído chegando até 90 decibéis (dB), a exposição de secadores de mão  pode levar a perda auditiva permanente. Pesquisa mostra que secadores super-rápidos passam satisfatoriamente  ao teste de segurança, mas não deveriam. A razão disso, é que os testes são feitos  em grandes laboratórios  que não dão a mesma impressão de concentração de som como de um banheiro público.

Fogos de artifícios podem causar perda auditiva
O som alto provocado por fogos de artifício pode causar perda auditiva, caso não seja usado protetor  auditivo. O nível de ruído produzido por fogos de artifício pode atingir  150 a 175 decibéis (dB). A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que a exposição máxima para adultos é de 140 decibéis e 120 dB para crianças.

Fogos de artifícios pode causar perda auditiva temporária ou permanente e som alto pode provocar  tinnitus.

Som de trompete prejudica a audição
Músicos profissionais de trompete trabalham em um ambiente prejudicial tanto a audição  como  à carreira. Uma pesquisa feita na Austrália mostrou que muitos trompetistas sofrem de perda auditiva induzida por ruídos e que menos de 1 em cada 5 profissionais usam protetor auricular.

Quando esses profissionais estão tocando eles se expõem de 81-90 decibéis  (dB) até 48 horas por semana.

Som alto prejudica as células nervosas no cérebro
A música não é prejudicial só para os músicos, como também para os ouvintes. Qaundo se escuta música no fone de ouvido há um grande risco de prejudicar as células nervosas no cérebro.

Pesquisadores da Universidade de Leicester no Reino Unido University of Leicester descobriram que música alta pode ter o mesmo efeito no cérebro que esclerose múltipla.

A pesquisa é a primeria a mostrar que células nervosas podem ser prejudicadas como resultado de exposição a ruídos. Quando fibras nervosas são expostas níveis acima de 100 dB elas perdem o revestimento da mielina, e como resultado os sinais eletrônicos nervosos são rompidos.

Perda auditiva induzida por ruídos pode ser revertida
Quando uma pessoa sofre de perda auditiva induzida por ruído a cóclea é prejudicada. Até o momento, perda auditiva induzida por ruídos tem sido visto como algo irreversível, mas uma nova pesquisa da Universidade de Medicina de Stanford (Stanford University of Medicine), tem mostrado o contrário.  

O estudo diz que se a perda auditiva for tratada imediatamente, após a exposição a ruídos, ela poderá ser reversível. A solução é regenerar a célula ciliada e nervosa, na cóclea, e tomar uma medicação correta após a exposição a ruídos. Com isso, os pesquisadores esperam ser capazes de limitar os prejuízos e reduzir perda auditiva induzida por ruídos.

Fonte: http://www.hear-it.org/pt/secadores-de-cabelo-cornetas-e-fogos-podem-causar-perda-auditiva
Pesquisa entre pais mostra barreira nas crianças com perda auditiva
Nos Estados Unidos nascem  a cada dia 33 bebês com perda auditiva, fazendo com que essa  deficiência sensorial ocupe a posição de liderança na nação. O estudo mostrou como essas crianças e familiares encontram barreiras relacionadas a serviços e cuidados necessários, tanto do setor público como privado.

Barreiras impedem cuidados adequados
Um estudo conduzido por uma associação de surdos e deficientes auditivos, nos Estados Unidos,  Alexander Graham Bell Association for the Deaf and Hard of Hearing, investigou  as condições de familiares com crianças surdas e portadoras de deficiência auditiva, sobre a qualidade e a viabilidade dos serviços recebidos.

A pesquisa consiste de 1000 respostas de pais com crianças com idade inferiror a 15 anos, que sofrem de perda auditiva. Conforme os entrevistados, 80% deles têm uma criança que de certa forma foi  beneficiada com o exame de Triagem Auditiva Neonatal, assim como a aprendizagem   de como falar a língua.

Os pais declararam na pesquisa que as opções de escola pública, os custos e a qualidade dos serviços  avaliados foram barreiras para obter os cuidados adequados para seus filhos.

Situação financeira
Ter um filho com deficiência auditiva pode ser um desafio financeiro , conforme a pesquisa, serviços de  terapia auditiva e da fala, compra de aparelho auditivo e dispositivos de assistência auditiva estavam no topo dos três itens classificados pela família como sendo as áreas  posicionadas como as mais significantes barreiras financeiras e  onde a assistência poderia  ser de maior importantância.

É importante salientar também o período de maior desafio financeiro, que é  nos primeiros anos de vida dessas crianças, pois é quando elas começam a estudar as séries iniciais.

Barreiras educacionais
Uma criança com perda auditiva equivale a três, levando em conta os serviços  educacionais fornecidos pelo Estado, serviços esses focados para as necessidades da criança. No entanto, a pesquisa realizada pelos pais mostrou que as crianças enfrentam barreira durante a vida escolar , como por exemplo pela falta de profissionais  experts na escola.

Conforme  AG Bell,  os dados fornecidos pela pesquisa  podem ser usados por profissionais, políticos, mídia e outros no sentido de transformar o futuro de pessoas que convivem com perda auditiva.

Fonte:listeningandspokenlanguage.org/
Descoberto o mecanismo de perda auditiva provocado por ruídos
Ruídos altos podem causar prejuízos permanentes à nossa audição , sem apresentar nenhum sintoma , fora os ocasionais zumbidos nos ouvidos. Uma pesquisa voltada para perda auditiva, feita recentemente, encontrou uma correlação entre perda auditiva e perda da célula ciliada no ouvido interno. Durante décadas as células ciliadas têm sido consideradas como elementos mais vulneráveis do ouvido.

No entanto, a pesquisa tem analisado o mecanismo que está  por trás da perda auditiva induzida por ruídos e descobriu que as fibras do nervo, no ouvido interno, são  ainda mais propensas a serem prejudicadas. Os pesquisadores esperam usar esse conhecimento para explorar terapias potenciais que possam  reestabelecer a conexão de danos relacionados entre os nervos e células ciliadas.

Células ciliadas e sinapses 
Um grupo de pesquisadores de uma universidade de medicina, nos Estados Unidos, Harvard Medical School  tem  investigado sobre perda auditiva induzida por ruídos em três mamíferos: rato,  cobaia e chinchillas. 

Lançando um olhar mais direcionado para a célula ciliada, pode-se observar que ela está conectada com o nervo coclear terminal com suas sinapses, conhecidas também como junção neuromuscular ou mioneural. Uma célula ciliada normal tem cerca de 20 sinapses, ou seja, 20 conexões de nervo coclear.

Usando um microscópio confocal os pesquisadores descobriram células não ciliadas na exposiçäo de ruídos,  mas uma perda significativa de sinapses, como parte dos neurônios.

“Cada perda de sinapse significa uma desconexão do nervo fibroso coclear causado portanto uma retração, o que  significa dizer que, não há mais uma reação ao som,” explica Charles Liberman, pesquisador- líder e Professor de Ontologia e Laringologia da Universidade de Medicina de Harvard, Otology and Laryngology at Harvard Medical School. 

Orientações inadequadas
Os resultados sugerem que cada vez que vamos a concertos ou usamos ferramentas de trabalho ruidosas sem protetor auditivo, nós chegamos a perder sinapses ou  conecções da cóclea nervosa, aumentando, portanto, o nível de perda auditiva.

Segundo os pesquisadores,  as orientações recentes voltadas para exposição de ruídos não são adequadas, na medida em que são baseadas no pressuposto de que exposição a ruídos causa apenas uma elevação transitória limiar. 

Os pesquisadores esperam que no futuro os danos causados nas sinopses possam ser reversíveis, levando a uma cura significativa de perda auditiva induzida por ruídos.

O estudo foi realizado por pesquisadores da Universidade de Medicina de Havard , nos Estados Unidos, Massachusetts Eye and Ear Infirmary's (MEEI) Eaton Peabody Laboratory at Harvard Medical School.

Fonte:www.medicalxpress.com 
Perda auditiva

Para essas pessoas é mais interessante conservar em sigilo seu problema auditivo, uma vez que elas se sentem envergonhadas de compartilhar seu problemas com outros.
Na verdade, pessoas no mercado de trabalho têm dificuldade de falar de sua perda auditiva para seus colegas e chefe, o que causa ainda maiores problemas para todos, no decorrer do tempo. Uma conversa franca e aberta pode evitar problemas maiores no convívio diário no trabalho.

Nas páginas seguintes você encontrará artigos que irão lhe ajudar como conviver com seu problema auditivo no dia-a-dia.

Velhice
Pessoas acima de 75 anos de idade sofrem de perda auditiva e a maioria das pessoas idosas admitem perda auditiva apesar de que há alguns que negam o que causa problemas para si e para os outros.

Informações adicionais
Nesse artigo foi coletado uma gama de conselhos que irão ajudar as pessoas com problemas auditivos, ao seguir essas recomendações você irá tornar sua vida cotidiana mais fácil e aprenderá como conviver, de modo mais aberto, com seu problema auditivo.
Campanha alerta para problemas respiratórios em crianças
Dormir tranquilamente é fundamental para que a criança se desenvolva de forma saudável. Além de prejudicar o crescimento, a falta de descanso pode causar dificuldades de atenção, agitação, ansiedade, problemas sociais, de memória e de comportamento.
 
A Campanha Nacional Otorrino Pediátrica, criada pela Academia Brasileira de Otorrinolaringologia Pediátrica (ABOPe), em parceria com a Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF), chama a atenção  para a ocorrência de roncos e apneia obstrutiva do sono, doenças respiratórias que também atingem a população infantil.
 
Segundo a presidente da ABOPe, a otorrinolaringologista pediátrica Dra. Renata Di Francesco, cerca de 3% das crianças em idade pré-escolar sofrem de apneia, afecção caracterizada pelo ronco alto e interrupção da respiração ao dormir.
 
“O ronco e apneia aumentam a fragmentação do sono, prejudicando a ação do hormônio de crescimento. Isso significa que as crianças que apresentam problemas respiratórios enquanto dormem não atingem completamente o desenvolvimento em peso e em altura se comparadas às saudáveis”, comenta a especialista.
 
A médica acrescenta, ainda, que a apneia obstrutiva do sono afeta os períodos de sono profundo e leve. “Diferentemente dos adultos, nos quais a privação sono leva à sonolência, as crianças apresentam dificuldades de atenção, agitação, ansiedade e problemas sociais. A fragmentação do sono interfere no desenvolvimento cerebral prejudicando o armazenamento de memória e resgate de informação, podendo atrapalhar o desenvolvimento cognitivo e escolar da criança”.
 
De acordo com a Dra. Di Francesco, os principais sintomas da apneia obstrutiva do sono são o ronco noturno, pausas respiratórias ao dormir, dificuldade para respirar, sono agitado, transpiração excessiva à noite e respiração oral. Caso algum desses indícios seja identificado, os pais devem procurar um especialista.
 
“Na maior parte dos casos, a ocorrência da doença está relacionada ao aumento da adenoide ou da amigdala. O tratamento pode ser clínico, dependendo da causa da apneia, ou cirúrgico, com a retirada das amigdalas e da adenoide”, explica a médica.

Fonte: http://www.segs.com.br/saude/6973-campanha-alerta-para-problemas-respiratorios-em-criancas.html
Aparelho auditivo permite ouvir sons sem ruídos externos
O Vérité, da suíça Bernafon, representada nacionalmente pela empresa Oto-Sonic é um aparelho que possui conectividade bluetooth, com o qual usuário não precisa mais se preocupar com os ruídos externos ao atender o celular ou assistir a um filme: ele conecta-se diretamente ao celular, TV e outros aparelhos e também, se for solicitado, isola qualquer outro som ambiente, atendendo justamente a uma das principais reclamações de pessoas com deficiência auditiva.

"Dependendo do tipo do aparelho usado, os pacientes tinham dificuldades para escutar a voz de alguém ao telefone e, muitas vezes, a proximidade do aparelho auditivo com o telefone gerava microfonia, como um apito forte no ouvido", esclarece a fonoaudióloga e coordenadora do Departamento de Audição da Oto-Sonic, Elisabetta Radini.


Fonte: http://sentidos.uol.com.br/canais/materia.asp?codpag=14252&canal=saude

Exposição a sons altos pode afetar os sinais auditivos
Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Leicester, University of Leicester ,fez uma descoberta que  tem ajudado-os  a entender  como os danos da mielina- camada protetora localizada  ao redor da célula- modifica a tranmissão dos sinais sonoros quando  expostos asons altos levando, consequentemente,a risco de perda auditiva.

Tansmissão interrompida

Uma pesquisa anterior  mostrou que a exposição a ruídos altos pode danificar a mielina e uma pesquisa feita durante três anos determinou, recentemente,  que há uma correlação entre  o déficite de mielina, na camada ao redor do nervo sonoro, e perda auditiva.

Se a mielina estiver  deteriorada, os sinais sonoros ficam  interrompidos  através do nervo sonoro da cóclea do cérebro, o que causará perda auditiva.

Percepção

Entender o mecanismo celular, relacionado a perda auditiva e tinnitus, devido a  exposição a ruídos, tem dado aos pesquisadores a oportunidade de desenvolver estratégias para minimizar  ou prevenir  essas enfermidades auditivas , através do uso de tratamentos  específicos.

“Por conseguinte voltar o foco para a mielina e promover seu tratamento, após exposição a sons altos, pode ser a prova efetiva de que ruídos levam a perda auditiva,” afirma  a Dra. Martine Hamann, professora da Universidade de enfermagem de Leicester.

A pesquisa  foi publicada na revista de ciência, The Journal of Neuroscience.

Fonte:www.sciencenewsline.com
Perda auditva não tratada pode causar problema de saúde mental e físico
Os idosos com perda auditiva não tratada são mais suceptíveis a se hospitalizarem e sofrerem de períodos de inativdades e depressão, segundo dados de um estudo realizado pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos. A pesquisa descobriu a correlação entre perda auditiva e problema de saúde mental e físico nos idosos.

Isolamento social
No estudo realizado, os que tinham perda auditiva não tratada, 32% haviam sido hospitalizados e 36%  deles tinham  uma probabilidade  maior de doenças e danos durante mais de 10 anos. Eles também  eram  57% mais suceptíveis a terem  casoss de stress profundos , depressão ou mau humor contínuo num período de mais de 10 dias, quando comparado com seus colegas de audição normal. 

Estudiosos, incluindo aqueles da Johns Hopkins, têm sugerido que  nos últimos poucos anos o declínio físico e mental  são considerados, nos adultos com perda auditiva, como fator relacional de isolamento social, que pode ocorrer com frequência como uma perda auditiva não tratada e progressiva, com o passar do tempo . O impacto  do isolamento social pode levar a  frequentes doenças e, por fim, a hospitalização. 

“A perda auditiva tem um efeito prejudicial  no bem estar físico e mental nos idosos e até mesmo nos recursos dos cuidados da saúde, “ afirma Frank Lin, M.D., Ph.D., , pesquisador responsável, otologista e epidemologista. “Nosso estudo descobriu o motivo pelo qual a perda auditiva não deve ser considerada algo irrelevante,  mas uma questão importante para a saúde pública.” 

“Os responsáveis pela saúde devem realmente considerar a perda auditiva como um grande  impacto  de saúde ao tomarem  decisões, principalmente, voltadas para os idosos,” afirma Dane Genther, M.D.,  investigador responsável por pesquisa e residente em otorrinolaringologia e cirurgião de cabeça  e pescoço ,da  Universidade de Johns Hopkins , nos Estados Unidos.   
 

Uso de aparelho auditivo pode ajudar
Pesquisadores  da universidade Johns Hopkins estão atualmente examinando se o tratamento de perda auditiva através de aparelho auditivo  ou outros tipos de aparelho  podem  realmente reduzir o risco de demência ,  doença conhecida como ” caduquice.” 

Fonte: www.union-bulletin.com; www.stlamerican.comc
Perda auditiva pode causar depressão
Quando a capacidade auditiva diminui, isso pode levar o indivíduo à depressão, principalmente mulheres e pessoas com a idade abaixo de 70 anos de idade estão em alto risco de obterem depressão, causada por perda auditiva, conforme um estudo realizado nos Estados Unidos.

Deficiência auditiva e depressão
Baseado em dados de uma pesquisa feita pela National Health and Nutrition Examination Survey incluindo 18.000 adultos com a idade de 18 anos ou acima disso, um grupo de pesquiadores descobriram a relação entre deficiência auditiva e depressão.

Entre os adultos com uma excelente experiência auditiva, 5% sentiam-se deprimidos. Esse número aumentou para 7% para os que tinham uma boa audição, enquanto que àqueles que tinham uma significante deficiência auditiva e que sofriam de depressão a cifra aumentou para 11,4%. É interessante observar que os participantes surdos pareciam quase imunes à depressão, com a taxa de apenas  0.06%.

Além disso, em todos os níveis de perda auditiva, aproximadamente 15% das mulheres de todas as idades sentiam-se deprimidas comparadas com 9% dos homens. 

Falta de comunicação
Apesar dos relatórios das pesquisas sobre a relação de causa e efeito entre perda auditiva e depressão ser desconhecida, o presidente da National Council on Ageing, nos Estados Unidos, James Firman, não ficou surpreso com os resultados.

“As pessoas com perda auditiva, especialmente àquelas que não usam aparelho auditivo, encontram mais dificuldade em comunicar-se, nas relações familiares,sociais e no trabalho.”

Baseado no estudo os pesquisadores recomendam que se você suspeita que tem perda auditiva deverá  contatar um professional da área e procurer fazer um teste de audição. 

Sobre o estudo
O estudo foi realizado pelo grupo de pesquisadores do instituto  National Institute on Deafness and Other Communication Disorders, nos Estado Unidos e publicado na JAMA Otolaryngology – Head & Neck Surgery.

Fonte:consumer.healthday.com/
Obesidade pode causar perda de audição em jovens
Doenças cardíacas, diabetes e chances mais elevadas de certos tipos de câncer são alguns dos efeitos conhecidos da obesidade. Agora, um novo estudo feito no Centro Médico da Universidade Columbia, Estados Unidos, contribuiu com evidências que apontam para outra condição que pode estar associada ao sobrepeso: a perda da audição. De acordo com essa pesquisa, adolescentes obesos correm um maior risco de apresentar o problema.
As descobertas foram publicadas nesta semana no periódico The Laryngoscope. Para chegar até elas, os autores do estudo analisaram os dados de 1.488 adolescentes e jovens de 12 a 19 anos. Os pesquisadores observaram que a obesidade na adolescência está ligada à perda auditiva neurossensorial em todas as frequências. Esse tipo de perda de audição é causado por danos às células presentes no ouvido interno.
Essa associação foi especialmente mais forte em relação à perda auditiva de frequência baixa (quando o indivíduo não consegue ouvir sons mais graves e tem dificuldades gerais de audição em lugares barulhentos). Enquanto o problema foi observado em cerca de 15% dos adolescentes obesos, a prevalência entre os outros jovens foi de quase 8%, ou praticamente a metade.

Explicação — De acordo com Anil Lalwani, embora seu estudo tenha observado que o risco de perda auditiva em geral entre jovens obesos tenha sido apenas levemente maior, o fato de essa chance em relação à perda auditiva de baixa frequência ter sido duas vezes maior é "particularmente preocupante". Segundo Lalwani, danos precoces ao ouvido interno podem piorar caso o adolescente obeso se torne um adulto obeso. 

"Esses resultados têm diversas implicações importantes para a saúde pública. Isso porque pesquisas anteriores descobriram que 80% dos adolescentes que apresentam perda auditiva não sabem que têm o problema. Jovens obesos com audição normal deveriam ser examinados com frequência para que sejam evitados problemas cognitivos e comportamentais", diz Lalwani.

A pesquisa não soube, porém, explicar o motivo pelo qual isso acontece. Uma hipótese levantada pelos autores do estudo é que a perda de audição esteja ligada ao processo inflamatório envolvido na obesidade. Os pesquisadores acreditam que trabalhos futuros devem ser feitos com o objetivo de responder a essa questão.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/obesidade-pode-causar-perda-de-audicao-em-jovens
Deficiência auditiva é uma consequência natural da velhice.
A deficiência auditiva é uma consequência natural que está relacionada a idade. Nossa capacidade auditiva agrava-se à partir dos 30, 40 anos e piora ainda mais quando se atinge os 80 anos de idade.

É comprovado que mais da metade da população do mundo tem deficiência auditiva, consequência natural da idade, fenômeno esse conhecido como Presbiacusis. 

Outra causa de deficiência auditiva é a exposição a ruídos e isso ocorre porque vivemos em meio a muitos ruídos, como por exemplo de motores, máquinas e instrumentos barulhentos, no ambiente de trabalho,  som alto causado pelo motor de carro, motos e transportes em geral, concertos de rock, clubes noturnos, discotecas e aparelhos de som, com o uso ou não de headphones. O crescente aumento do uso de MP3 tem sido responsável por danos auditivos. 

Fumar na gravidez pode causar perda auditiva nos adolescentes
Um estudo sugere a correlação entre tabagismo durante a gravidez e problema auditivo transmitido aos descendentes. 

Um grupo de adolescentes, 16,2%  tinham mães que fumaram na gravidez e eles encontravam-se com alto risco de problemas auditivos, uma vez que tinham uma taxa elevada de limite de audição no nível de 2 e 6 kHz, conforme mostrou o estudo. Um entre seis experimentaram perda auditiva no mínimo em um dos ouvidos, comparado com um entre catorze adolescentes que não foram expostos a tabagismo no ventre de sua mãe.

Adolescentes com perda auditiva
Os resultados foram encontrados  numa pesquisa realizada por Michael Weitzman, M.D., da universidade de Nova Iorque New York University School of Medicine, nos Estados Unidos, que examinou a correlação entre exposição a tabagismo no pré-natal e perda auditiva.  Weitzman e eus colegas  analisaram  dados de um grupo de 964 adolescentes entre 12 e 15 anos de idade. Os adolescentes participaram da pesquisa feita pela National Health and Nutrition Examination Survey em 2005-2006, em que foi incluída testes de audição.

Aprendizagem e dificuldades sociais
Embora a perda auditiva fosse leve, fácil de ser vista, frequentemente surgiu como uma surpresa para os adolescentes. A deficiência foi séria o suficiente para causar problemas  reais voltados para aprendizagem e acompanhamento na sala de aula.

Weitzman afirma “Muitos adolescentes com perda auditiva suave nao percebem que estao com esse tipo de problema, mas isso pode levar a irritabilidade e problemas na escola.”

Atenção
Mesmo a perda auditiva encontrada em adolescentes  pode se tornar pior na faseadulta.Daí é importante detectar problemas auditivos nos adolescentes ainda cedo, poise les podem receber ajuda necessária e orientação.

Os pesquisadores sugerem que os pais de adolescentes de 12 a 15 anos de idade devem fazer um teste auditivo em seus filhos, caso tenham fumado durante a gravidez.

Os resultados da pesquisa foram publicados online na revista  JAMA Otolaryngology - Head and Neck Surgery. As pesquisas encontraram uma forte associação entre exposição a tabagismo na gravidez e problemas auditivos dos descendentes.

Fontes:www.medpagetoday.com/ andwww.reuters.com/ 
Cuidados médicos reduzem surdez
A compreensão de recomendações médicas é muito importante para o bem estar do paciente. O estudo mostrou que muitos idosos, com problemas sérios auditivos correm sérios riscos de entender as instruções médicas dadas pelo clínico geral e acrecenta ainda que diferentes maneiras de comunicação entre pacientes e médicos podem ser uma solução.

Sentir-se envergonhado

A pesquisa australiana realizada com mais de 1.300 australianos, com a idade acima de 50 anos, mostrou  que 21% dos participantes têm dificuldades quando são consultados pelo seu médico, devido o problema auditivo que têm e também devido o  fato de terem uma audiçao deficiente; 14% dos idosos disseram ficar envergonhados de pedir ao médico para repetir o que falaram e 10% afirmaram encontrar dificuldade para seguir as instruções acerca do medicamento prescrito. 
Segundo os pesquisadores o resultado do estudo enfatiza a necessidade do médico adicionar vários tipos de comunicação durante as intruções médicas dadas aos pacientes com problemas auditivos. 
Antecipação do uso de aparelho auditivo
Além da dificuldade de seguir as instruções, o estudo revelou que quase a metade dos idosos diagnosticada com perda auditiva esperam mais de quatro anos para tomar uma atitude em relaçao ao uso de aparelho auditivo. Essa falta de urgência pelos profissionais da área de saúde entre os idosos australianos é o resultado das resistências para eles  admitirem  que têm problemas sérios auditivos, quando na verdade eles têm. Os idosos nao crêem que têm uma audição auditiva deficiente ou eles simplesmente aguentam o problema,não priorizando-o. 
Os pesquisadores destacam a importância de uma ação urgente quando se trata de problemas auditivos. As pessoas são advertidas a fazerem um check-up, com frequência, tendo o clínico geral um papel importante nesse processo. Com um simples exame o médico pode aumentar a qualidade de vida de seus pacientes. 

A pesquisa foi realizada  e publicada por Australian Hearing.

Fonte:www.bellingencourier.com.au 
Mutação genética relacionada a perda auditiva na idade de vinte anos
Pesquisadores australianos descobriram o motivo da mutação genética causar perda auditiva em algumas  pessoas na idade de vinte anos, em vez de sessenta.

Células ciliadas específicas são destruídas
Em 2010 foi identificada uma correlação entre uma nova mutação genética e perda auditiva. A pesquisa mostra agora como a mutação causa o mau funcionamento do inibidor conhecido cientificamente como SERPINB6, responsável pela proteção do ouvido interno.

Indivíduos que necessitam de uma genética saudável por causa de uma mutação genética foram informados de terem perdido sua audição na idade de 20 anos.   
“Isso não é comum porque a maioria das pessoas apresenta sinais gradativos de perda auditiva relacionada com a idade, a partir dos sessenta anos, mas o inibidor SERPINB6 acelera esse processo,” afirma o Dr. Justin Tan da Universidade de Melbourne.

Os pesquisadores  utilizaram camundongos como cobaias para imitar a progressão de perda auditiva no ser humano causada pelo aceleramento da SERPINB6, desse modo eles encontraram as células auditivas  especifícas no ouvido interno  que foram afetadas.

Ao examinar as matérias relacionadas ao ouvido interno sob um miscrocópio, os  pesquisadores australianos descobriram como  as células ciliadas sensoriais e  os fibrocitos, que as suportam, tinham morrido. Ambas as células são fundamentais na transformação de sons em sinais no nosso nervo auditivo.

Novos conhecimentos
Apesar das  mutações afetarem as células ciliadas e terem sido conhecidas como algo que leva a perda auditiva, durante décadas, o efeito do nervo auditivo é novo e significante.

“Nós estamos, finalmente, entendendo o papel dessa proteína em nossa audição,”afirma o Professor Philip Bird, responsável pela pesquisa,  da universidade Monash ( Monash University) na Austrália.

A pesquisa foi realizada pelos cientistas do departamento (Department of Biochemistry and Molecular Biology at Monash University and the Department of Otolaryngology at the University of Melbourne e publicada na revista americana the American Journal of Pathology.

Fonte:www.sciencedaily.com/ andmonash.edu/
Determinados genes podem proteger a audiҫão

Os genes responsáveis pela preservaҫão da audiҫão, em camundongo, podem ser utilizados na humanidade, no futuro. Perda auditiva é um assunto sério e de interesse da saúde pública, aproximadamente 1/3 de todas as pessoas com a idade de 64 anos tem uma significante perda auditiva relacionada à idade, e esse número, quase que duplica, chegando a 64% após a idade de 85 anos. Ainda em relaҫão a esses dados, perda auditiva induzida por ruídos é uma das doenҫas mais comuns no trabalho. Pesquisadores da Universidade de Medicina de  Harvard, Harvard Medical School têm investigado sobre a perda auditiva relacionada à idade e  a ruídos que se apresentam como os  tipos mais comuns de perda auditiva. Através dessa pesquisa eles têm adquirido conhecimento de mecanismos de proteҫão de perda auditiva Os pesquisadores investigaram se os genes conhecidos como ISL-1, localizado no ouvido interno dos camundongos, podem funcionar como uma proteҫão no ouvido interno. Os resultados mostraram que os genes protegem as células ciliadas, no ouvido interno, de degeneraҫão durante o envelhecimento e isso faz com que essas células sobrevivam à exposiҫão de ruídos. Isso significa dizer que, a audiҫão de camundongos velhos ou de camundongos expostos a  fortes ruídos é muito melhor do que em camundongos que não têm esses genes.Através dos resultados da pesquisa os investigadores esperam utilizar os resultados para o ser humano e desse modo  proteger a humanidade de perda auditiva relacionada à idade e ruídos.

Correlaҫão auditiva

Os pesquisadores durante o estudo descobriram também que o genes preservaram a correlaҫão entre a célula ciliada e os neurônios no ouvido interno. Tal correlaҫão é necessária para a audiҫão e  preservaҫão dessas conecҫões responsáveis pela sobrevivência da célula ciliada, a qual pode minimizar deficiência auditiva que normalmente ocorre devido o envelhecimento e/ou exposiҫão a ruídos.

Sobre a pesquisa 

A pesquisa foi realizada pelo Dr. Zheng-Yi Chen, Dr. Mingqian Huang e a equipe de pesquisadores  da Universidade de Massachusetts,  Massachusstts Eye and Ear and Harvard Medical School.A pesquisa e seus resultados foram publicados na revista “Journal of Neuroscience”.


fonte: http://www.hear-it.org/pt/determinados-genes-podem-proteger-audisao

Apenas dois anos ruidosos no trabalho para prejudicar sua audição

Pesquisadores iranianos fizeram um estudo durante dois anos, no ambiente de trabalho com trabalhadores de uma indústria de azulejos e cerâmica.Os pesquisadores fizeram um estudo com 555 jovens trabalhadores que se expunham a ruídos durante oito horas de trabalho. Testes auditivos mostraram que o limite auditivo aumentou durante dois anos,mais frequentemente observado em  3000, 4000, e  6000 Hz.O padrão de limite foi observado em 13 (2,34%), no primeiro ano e 22 (3,96%), no segundo ano no ouvido direito e 49 (8,83%) e 63(11,35%) no ouvido esquerdo no primeiro e segundo anos seguintes. Os mais afetados foram os trabalhadores com uma maior exposiçao de ruídos.Um estudo feito pela União Européia mostrou que até 28% de trabalhadores têm sido expostos a ruídos entre 85-90 dB (decibéis). Apesar de não haver cura para perda auditiva, ela pode ser prevenida especialmente  a perda auditiva causada por ruídos no ambiente de trabalho.Os pesquisadores iranianos salientam a importância de se realizar programas de proteção auditiva, como também o uso de protetores auditivos, no ambiente de trabalho, como prevenção para  perda auditiva entre os trabalhadores.A pesquisa foi realizada por pesquisadores da universidade Shahid Sadoughi University of Medical Sciences e publicada na revista científica The Scientific World Journal.

Luz infravermelha pode melhorar a audição e a visão
Cientistas da Universidade de Utah, nos EUA, utilizaram pulsos de luz infravermelha de baixa potência para controlar as ações de células do ouvido, em um estudo que poderá levar a novas terapias para as pessoas com dificuldade de audição. Os pesquisadores também utilizaram a luz para fazer células do coração se contraírem.
Os resultados deste estudo indicam possibilidades de melhora para implantes para surdos ou para transplantes de retina que poderiam utilizar pulsos infravermelhos para estimular o nervo óptico e marca passos baseados no uso da luz.
De acordo com o líder do estudo, Richard Rabbitt, a luz infravermelha pode penetrar tecidos, desta maneira, os implantes não teriam que tocar o cérebro ou se conectar diretamente em nervos. “Você poderá implantar aparelhos ópticos e deixá-los lá por toda a vida”, disse.
Em um estudo, Rabbitt e seus colegas usaram pulsos de luz infravermelha de baixa potência gerados por um diodo laser para fazer as células do coração de ratos se contraírem. Em outro, fizeram as células do ouvido interno de peixes-sapo mandarem sinais para as células nervosas responsáveis pela audição, que os retransmitiram para o cérebro. O experimento deu certo porque a luz afetou o fluxo de íons de cálcio nas células que, por sua vez, afetaram a contração das células e a liberação de neurotransmissores.
Segundo Rabbitt, aparentemente, os marcapassos ópticos não irão substituir os elétricos tão cedo, mas os resultados poderiam mudar a fabricação de implantes cocleares. Os implantes tradicionais convertem o som em sinais elétricos, que são transmitidos para eletrodos no ouvido. A maioria tem oito eletrodos, mas isso significa que eles só atingem oito frequências de som (o ser humano pode ouvir cerca de 3 mil frequências de acordo com os pesquisadores de Utah). Mas os diferentes comprimentos de onda da luz infravermelha poderiam responder melhor, deixando os implantes mais eficientes. 

Fonte: http://hypescience.com/luz-infravermelha-pode-melhorar-a-audicao-e-a-visao/
Dirigir um conversível pode danificar sua audição
Um novo estudo aponta que dirigir um conversível pode ter um lado negativo (por incrível que pareça): pode lhe expor demais a ruídos, que por longos períodos de tempo, causam danos à audição.
A exposição ao ruído acima de 85 decibéis por períodos prolongados é geralmente considerada como lesão auditiva. Níveis tão altos quanto 100 decibéis foram registrados em velocidades de 120 km/h.
A superfície da estrada, o tráfego e o ruído do vento contribuem para a cacofonia. Picos de ruído, causados pela passagem de carros, caminhões e motos, pioram a situação.
Os pesquisadores realizaram testes em cinco carros, incluindo um Porsche, Saab, Nissan e Ford, e registraram níveis de ruído nas velocidades de aproximadamente 90 km/h e 120 km/h.
Eles descobriram que, nos níveis inferiores, a velocidade do som regularmente ultrapassava 88 dB, o equivalente a uma passagem de trem a diesel ou um canteiro de obras. Na velocidade mais elevada, o ruído poderia ser o equivalente a um avião a jato passando sob sua cabeça ou uma discoteca. O motorista também fica exposto a picos de ruídos, por exemplo, ao dirigir ao lado de uma moto ou caminhão.
O estudo foi realizado utilizando um medidor de nível sonoro operado pelo passageiro de cada carro testado. O passageiro fez uma série de 8 a 10 medições de nível sonoro em vários pontos do percurso, a partir da posição da orelha esquerda do condutor, em várias velocidades.
Durante toda a coleta de dados, o rádio e o ar condicionado estavam desligados, não houve conversa entre os ocupantes, a buzina não foi utilizada e não houve chuva ou outras intempéries. Tudo isso poderia piorar a exposição a ruídos.
Nenhum nível de ruído excessivo foi registrado de carros com a parte superior fechada, o que significa que não há risco mínimo de exposição ao ruído excessivo ao dirigir com a capota conversível fechada.
Porém, quando os automóveis conversíveis foram conduzidos com o topo aberto, altos níveis de ruído foram sistematicamente registrados. Dirigir curtas distâncias com tais níveis de exposição a ruídos pouco provavelmente causará perda auditiva induzida.
Já a condução a altas velocidades por longos períodos de tempo com a capota conversível aberta aumenta o risco de danos auditivos ao motorista. Os pesquisadores recomendam que os motoristas conduzam com a capota fechada quando forem viajar por longos períodos de tempo a velocidades superiores a 85,3 km/h. 

Fonte: http://hypescience.com/dirigir-um-conversivel-pode-danificar-sua-audicao/
Qual é o limite de barulho que podemos ouvir sem prejudicar a audição?
Se você está com fone de ouvido e tem que levantar sua voz para ser ouvido sobre a música, é hora de abaixar o volume. Ouvir música com volume alto por muito tempo pode danificar estruturas sensíveis internas da orelha e levar à perda permanente da audição.
Hoje, um em cada cinco adolescentes norte-americanos já tem alguma perda auditiva, um aumento de 30% em 15 anos. Cerca de 26 milhões de americanos com idades entre 20 e 69 anos perderam a capacidade de ouvir altas frequências por causa de exposição excessiva a ruídos altos no trabalho ou durante atividades de lazer, como ouvir música muito alto.

A prevenção é o melhor remédio. Segundo especialistas, você não deve escutar música, ou ser exposto a qualquer ruído, de 85 decibéis ou mais por mais de oito horas por dia. Se escutar em um volume de 88 decibéis, corte seu tempo até 4 horas.
No seu volume mais alto, um MP3 player pode chegar a 105 decibéis – isso é 100 vezes mais intenso do que 85 decibéis. O problema é que você pode não sentir quaisquer sintomas ou saber que está colocando seus ouvidos em risco.
Além disso, orelhas jovens são mais resistentes que as dos mais velhos. É mais difícil para as crianças perceberem o efeito nocivo da poluição sonora, por exemplo.
Os médicos dizem que uma maneira de saber se o som está muito alto é se você tiver que falar mais alto para ser ouvido por cima da música. Uma conversa normal gira em torno de 60 decibéis.

Eles recomendam que as pessoas façam pesquisas on-line sobre os MP3 players para descobrir marcas de até 85 decibéis, e manter o seu volume abaixo disso. Em shows de música, mantenha distância dos alto-falantes e use algum tipo de proteção nos ouvidos, como inserções feitas de espuma.
Um protetor de ouvido também vai oferecer algum sossego. Mas a melhor opção é usar um molde auricular personalizado que se encaixa no canal do ouvido e que pode reduzir cerca de 60 decibéis.

Para descobrir se você está perdendo audição, procure perceber se está ouvindo os sons abafados ou se está mais difícil de ouvir. Você também pode sentir uma sensação de pressão ou bloqueio, e zumbidos nos ouvidos. Essas são características de lesão auditiva temporária.

Agora, quando você adquire uma deficiência auditiva de ruído, a única coisa que você pode fazer é considerar um aparelho auditivo.

Fonte: http://hypescience.com/qual-e-o-limite-de-barulho-que-podemos-ouvir-sem-prejudicar-a-audicao/
Proteja a audição em dias de jogos.
Durante a Copa do Mundo barulho é o que não vai faltar. A torcida vai gritar, baterias vão tocar e muitos fogos de artifícios vão estourar quando o Brasil fizer gol.
Mas como se proteger deste excesso de ruído? A verdade é que durante os jogos mundiais, para quem estiver no estádio, não há muito a se fazer, a não ser usar protetores auriculares que podem aliviar um pouco o som.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde o limite suportável de nossos ouvidos é de 65 decibéis, mas nos estádios este número pode chegar aos 115 decibéis, o que pode causar estragos irreversíveis a nossa audição.
Então, se você está pensando em cair de vez na folia neste mundial, abaixo, algumas dicas que podem evitar que tenha, futuramente, problemas mais graves de audição:
1 - Evite ouvir música alta por período prolongado.
2 - Dê preferência aos fones de concha, eles prejudicam menos a audição.
3 - Evite circular com as janelas dos carros abertas. O barulho do trânsito também prejudica nossos ouvidos.
4 - Evite ficar perto de caixas de som na balada, shows e festas.
5 - Após dias agitados, procure ficar em lugares mais silenciosos possíveis



Fonte: http://maisequilibrio.com.br/saude/proteja-a-audicao-em-dias-de-jogos-5-1-4-770.html
Fogos de artifícios podem levar a perda auditiva.

Mesmo que os fogos de artifícios sejam interessantes, a pressão deles podem levar a danos para a audição quando protetores auditivos não são usados.O som emitido por fogos de artifício podem atingir 150 a 175 dB(decibéis). A recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS), para adultos, é de não se expor a mais de 140 dB de pressão de som. Enquanto que para as crianças é  recomendável apenas 120 dB. As crianças são as que vivenciam a pressão mais alta do som e não devem ser expostas a fogos de artifícios. A exposição a sons altos como fogos de artifícios pode provocar perda auditiva temporária ou permanente  e tinnitus.

Distância e headphones

Para diminuir o risco de perda auditiva como resultado de fogos de artifício, o audiologista Nathan William do Ear , Boys Town (um instituto de laringologia, nos Estados Unidos), recomenda duas precauções:  Primeiro, a distância da fonte do som. Quanto mais distante você estiver da explosão dos fogos de artificios, menos atingido você será dos efeitos deles, os quais são prejudiciais a saúde auditiva. Se uma pessoa adulta se encontra diante de uma explosão de fogos de artifício de 170 dB, ela precisará estar a uma distância de 15 a 20 metros para se sentir segura, enquanto que as crianças devem  permanecer numa distância  desses fogos, de 50 a 60 metros.Segundo, o uso de protetor auricular e headphones contra a explosão de fogos. “Se você vai estar numa ambiente em que haja show pirotécnico é extremamente recomendável o uso de protetor auricular”, afirma Williams.  Se você suspeita que está com perda auditiva ou tinnitus, em virtude de fogos de artifícios, é recomendável consultar seu médico.


Fonte: http://www.hear-it.org/pt/fogos-de-artificios-podem-levar-perda-auditiva

Quase 30 milhões de brasileiros sofrem de deficiência auditiva.

Pesquisas da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que 28 milhões do total de 190 milhões de pessoas possuem problemas ligados à audição no Brasil. Isto significa 14% da populaҫão brasileira. Pesquisas do IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, mostram que 9,8 milhões de brasileiros sofrem de deficiência auditiva. Este número representa 5,2% da populaҫão brasileira,da qual 2,6 milhões são surdos e 7,2 milhões apresentam grande dificuldade para ouvir. Além disso, estima-se que cerca de 20% das crianças brasileiras com idade  pré-escolar sofrem  de alguma deficiência auditiva. Pesquisas apontam que estes números devem somente aumentar, além disso  de 15% a 20% da populaҫão brasileira sofre de algum tipo de zumbido, um número que corresponde a um quinto da população brasileira. 


Maus hábitos

Muitas pessoas desenvolvem problemas auditivos ao longo da vida, por causa de maus hábitos, acidentes ou doenças. Muitas  podem ser as causas de perda auditiva. Por exemplo, ouvir música alta em fones de ouvido ou em shows, trabalhar em ambiente com alto nível de ruídos ou infecção constante no ouvido que  podem causar surdez. Por isso, é importante ficar atento aos sinais que apontam para algum problema auditivo.

Ruídos do  dia a dia

As pesquisas apontam que cerca de 30% a 35%  de todas as  perdas de audição são devido à exposição a sons intensos, por exemplo ruído no trabalho ou no lazer. Os ruídos incluem  barulho de carro nas ruas e nas praças de alimentaҫão dos shoppings, música alta nos fones de ouvido e similares. Dessa maneira, a grande maioria dos deficientes auditivos adquire problemas por estarem constantemente expostos a ruídos do dia a dia.

Sobre a pesquisa

Os estudos  foram realizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, ( IBGE), em 2010 e pela Organizaҫao Mundial de Saúde (OMS) em 2011.


Fonte:  http://www.hear-it.org/pt/quase-30-milhoes-de-brasileiros-sofrem-de-deficiencia-auditiva

Diabetes tipo 2 mais propensa a perda auditiva.

Nas últimas duas décadas o número de pacientes diagnosticados com diabetes tipo 2 têm crescido com uma cifra de mais de 21 milhões de diagnósticos, nos Estados Unidos.Os pesquisadores têm realizado uma revisão sistemática e meta de análise para estudar a correlação entre diabetes do tipo 2 e perdaauditiva.Osresultados mostram que a incidência de perda auditiva , definida como perda de sons puros de mais de 25 dB(decibéis) para a pior audição, era significantemente mais elevada em pessoas com diabetes. O número varia de 44 a 69,7% para diabéticos, comparado com 20 a 48% dos não diabéticos.Os pesquisadores poderão, pois, concluir que a prevalência de perda auditiva moderada é mais elevada em pacientes com diabetes tipo 2.

Diabetes tipo 2

A Diabetes tipo 2 é uma enfermidade para toda a vida, em que há um grande nível de açucar (glicose)  no sangue. Essa  enfermidade se caracteriza pela falta de produção suficiente de insulina no corpo, ou  seja, a insulina que é produzida não causa o efeito comum nas células do corpo.  A diabetes do tipo 2 aparece, normalmente, em pessoas com a idade acima de 40 anos e esse tipo de diabetes é a mais comum, afetando 85 a 90% de todas as pessoas com diabetes.

Sobre a pesquisa

A pesquisa foi realizada por uma equipe de pesquisadores do laboratório de ciências de audição da Universidade de McGill, McGill University , no Canadá. Os resultados da pesquisa foram publicados na revista  Laryngoscop.



Fonte: http://www.hear-it.org/pt/diabetes-tipo-2-mais-propensa-perda-auditiva 

Argentinos criam app que transforma celular em aparelho auditivo.

Um grupo de estudantes de engenharia de Jujuy, extremo norte da Argentina, criou o aplicativo uSound, capaz de transformar o celular em um poderoso aparelho auditivo de baixo custo para pessoas com problemas de audição, uma opção já está disponível para usuários do sistema Android."Só uma em cada 40 pessoas com perda auditiva tem acesso ao equipamento médico necessário para mitigar seus problemas", disse Ezequiel Escobar, de 28 anos, um dos fundadores do uSound, o equipamento que deu origem ao aplicativo homônimo.A invenção tomou forma junto com seus colegas da Universidade Católica de Santiago del Estero, em sua sede de San Salvador de Jujuy, 1.500 km ao norte de Buenos Aires.Ao preço de US$ 30 por ano, Escobar e outros cinco estudantes – a maioria alunos de engenharia de sistemas e todos com idades entre 20 e 28 anos – conseguiram com o uSound "emular as funções de um aparelho auditivo que custa entre US$ 500 e US$ 2.000 com um smartphone e fones Bluetooth ou cabo", contou.Com o uSound, os jovens participaram da competição internacional Cup da Microsoft e foram selecionados, após a inovação ter sido difundida na mídia local argentina. Atualmente, pode-se baixar o programa gratuitamente e o interessado pode conseguir uma licença sem ter que pagar nada por 30 dias para testar o serviço com todas as suas funções.O custo do aplicativo é de US$ 2,5 mensais ou US$ 30 anuais e está disponível na Google Store.

Uma invenção para um amigo 

A inspiração para a invenção, contou Escobar, foi um colega de faculdade que acabou abandonando a carreira porque não ouvia bem, e quando não conseguia um lugar perto do professor, perdia a aula."Com o uSound, por exemplo, uma pessoa hipoacústica pode colocar o celular na mesa do professor e, não importa a que distância esteja, usando fones Bluetooth, pode ouvir perfeitamente", explicou o jovem empreendedor.Escobar explicou que durante o período de testes, houve mais de 3.000 downloads de Argentina, Brasil, Espanha e Estados Unidos, entre outros países. O aplicativo também oferece a possibilidade de realizar, preventivamente, uma audiometria com o celular. Depois de realizá-la, o usuário entra no aplicativo e o programa altera automaticamente o nível de audição necessária para o usuário.O grupo já tem escritórios em Jujuy, capital da província homônima do estado do norte da Argentina, e em Santiago do Chile. Além disso, esperam abrir no começo de 2015 outros na Espanha, aliado à Telefónica, e nos Estados Unidos (Houston ou Vale do Silício).Especialistas da organização sem fins lucrativos MAH (Mutualidad Argentina de Hipoacúsicos) comemoraram o lançamento deste aplicativo, mas advertiram para a necessidade de que os pacientes tenham acompanhamento e controle médico e evitem a automedicação."Ainda não testamos o aplicativo, mas deve-se levar em conta que, segundo a legislação vigente, o uso de próteses auditivas deve ser prescrito por um otorrinolaringologista e a escolha é feita por fonoaudiólogos", disse Horacio Cristiani, diretor geral da instituição.O especialista considerou que "é um aplicativo que pode ajudar as pessoas a aproximar os usuários da tecnologia da amplificação a um custo reduzido, sem que se sintam complexados pelo uso de uma prótese".

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2014/05/argentinos-criam-app-que-transforma-celular-em-aparelho-auditivo.html

Perda auditiva pode afetar a personalidade do idoso.

É do conhecimento geral que as pessoas se tornam menos extrovertida com a idade. E essa mudança na personalidade tem sido descoberta como algo acentuado nas pessoas que sofrem de perda auditiva.Reconhecer o problema e buscar  tratar  perda auditiva, nas pessoas idosas,  é a solução, segundo os pesquisadores.

Perda auditiva afeta a personalidade

Um estudo realizado por pesquisadores suecos, 400 indivíduos com a idade de 80 a 90 anos foram estudados num período de seis anos. A cada dois anos  os idosos foram avaliados acerca  da capacidade mental e física assim como aspectos da personalidade, tal como extroversão e estabilidade emocional.Durante o período de seis anos  os pesquisadores descobriram que apesar da estabilidade emocional  permanencer a mesma, os participantes  tornaram-se menos extrovertidos. Surpreendentemente , os pesquisadores não foram capazes de conectar a  mudança de personalidade para deficiência física e cognitiva ou dificuldades de encontrar atividades sociais na velhice.O único fator que os pesquisadores puderam relacionar como a redução de extroversão  entre os assuntos estudados foi perda auditiva. Segundo os pesquisadores, os resultados mostram que perda auditiva afeta diretamente a qualidade de vida com relação a situações sociais. Além disso, o estudo traz a luz o desenvolvimento da personalidade mais tardia.

A audição aumenta o bem-estar

Os resultados do estudo enfatizam a importância de se conhecer e tratar perda auditiva entre idosos, como por exemplo aparelho auditivo. Pesquisas anteriores mostram que pessoas extrovertidas são mais felizes. Enquanto os pesquisadores não podem concluir nada sobre a relação causal, eles descobriram uma plausível correlação entre perda auditiva introversão social que é uma ameaça para o bem-estar das pessoas idosas.

Sobre a pesquisa

A pesquisa foi realizada por pesquisadores do Departamento de Psicologia da Universidade de Gothenburg, na Suécia e publicada na revista Journal of Personality.



Fonte: http://www.hear-it.org/pt/perda-auditiva-pode-afetar-personalidade-do-idoso

Dor de ouvido pode causar perda de paladar.

Além de ser um problema que afeta e maltrata muitas crianças, aquela dorzinha de ouvido chata pode causar desde vertigem até surdez. Agora, cientistas australianos estão ligando dor de ouvido à inabilidade de algumas crianças de sentir certos gostos.As pessoas que sofrem com distúrbios no paladar perdem a habilidade de saborear comida e tudo aquilo que a acompanha.“Essas pessoas perdem a alegria de comer com outros à mesa. Você se sente deixado de lado”, disse a pesquisadora Marion Frank, especialista em paladar e olfato da Universidade de Connecticut. “Eles temem que sua vulnerabilidade levaria à isolamento social”.Além disso, essas pessoas podem ter enfrentado outros problemas médicos que aumentam seu sentimento de solidão. Machucados na cabeça, por exemplo, pode fazer com que as pessoas percam os sentidos de paladar. Gripe, quimioterapia, problemas na tireóide, câncer e doenças neurodegenerativas podem roubar a habilidade das pessoas de sentir cheiros e gostos, disse o médico Robert Henkin.O estudo australiano revelou outro culpado: as infecções de ouvido. Os pesquisadores verificaram que de 10 a 12 % das crianças estudadas tinham distúrbios no paladar, e muitas não conseguiam detectar gostos doces. “O nervo que está na frente da língua para sentir gostos passa pelo ouvido, e ele pode ser destruído se há um inchaço ou muitos líquidos por ali, principalmente em crianças”, disse Marion. “Este é um fenômeno bem documentado”.A boa notícia é que existem tratamentos. As terapias incluem hormônios, estimulação magnética do cérebro, vitaminas e até cirurgia, disse Henkin. Segundo ele, a maioria dos pacientes não teve os nervos danificados como previam seus médicos. “Nós podemos ajudar essas pessoas, os problemas podem ser avaliados e tratados”.



Fonte: http://hypescience.com/dor-de-ouvido-pode-causar-perda-de-paladar/

Qual é o limite de barulho que podemos ouvir sem prejudicar a audição?

Se você está com fone de ouvido e tem que levantar sua voz para ser ouvido sobre a música, é hora de abaixar o volume. Ouvir música com volume alto por muito tempo pode danificar estruturas sensíveis internas da orelha e levar à perda permanente da audição. Hoje, um em cada cinco adolescentes norte-americanos já tem alguma perda auditiva, um aumento de 30% em 15 anos. Cerca de 26 milhões de americanos com idades entre 20 e 69 anos perderam a capacidade de ouvir altas frequências por causa de exposição excessiva a ruídos altos no trabalho ou durante atividades de lazer, como ouvir música muito alto.A prevenção é o melhor remédio. Segundo especialistas, você não deve escutar música, ou ser exposto a qualquer ruído, de 85 decibéis ou mais por mais de oito horas por dia. Se escutar em um volume de 88 decibéis, corte seu tempo até 4 horas.No seu volume mais alto, um MP3 player pode chegar a 105 decibéis – isso é 100 vezes mais intenso do que 85 decibéis. O problema é que você pode não sentir quaisquer sintomas ou saber que está colocando seus ouvidos em risco. Além disso, orelhas jovens são mais resistentes que as dos mais velhos. É mais difícil para as crianças perceberem o efeito nocivo da poluição sonora, por exemplo.Os médicos dizem que uma maneira de saber se o som está muito alto é se você tiver que falar mais alto para ser ouvido por cima da música. Uma conversa normal gira em torno de 60 decibéis.Eles recomendam que as pessoas façam pesquisas on-line sobre os MP3 players para descobrir marcas de até 85 decibéis, e manter o seu volume abaixo disso. Em shows de música, mantenha distância dos alto-falantes e use algum tipo de proteção nos ouvidos, como inserções feitas de espuma.Um protetor de ouvido também vai oferecer algum sossego. Mas a melhor opção é usar um molde auricular personalizado que se encaixa no canal do ouvido e que pode reduzir cerca de 60 decibéis. Para descobrir se você está perdendo audição, procure perceber se está ouvindo os sons abafados ou se está mais difícil de ouvir. Você também pode sentir uma sensação de pressão ou bloqueio, e zumbidos nos ouvidos. Essas são características de lesão auditiva temporária.Agora, quando você adquire uma deficiência auditiva de ruído, a única coisa que você pode fazer é considerar um aparelho auditivo.


Fonte: http://hypescience.com/qual-e-o-limite-de-barulho-que-podemos-ouvir-sem-prejudicar-a-audicao/

Fumaça passiva de cigarro pode provocar perda auditiva em adolescentes.

As leis criadas pelo Brasil para proibir o fumo em ambientes fechados têm uma boa razão para existir: quem quer fumar deve prejudicar só a si mesmo, certo? Recentemente, cientistas descobriram mais uma desvantagem na lista das muitas do fumo passivo: perda de audição em adolescentes. Os pesquisadores testaram mais de 2.000 adolescentes em busca de cotinina, um indicador de exposição à fumaça do tabaco. Depois de eliminar os fumantes do estudo, eles ficaram com 799 não fumantes, cujos níveis de cotinina indicavam exposição ao fumo passivo, juntamente com 754 que não foram expostos à fumaça de cigarro. Após o controle de muitas variáveis, eles descobriram que quanto maior o nível de cotinina no sangue de um participante, maior a probabilidade de que ele tivesse algum tipo de perda auditiva. Mais de 17% no grupo com níveis de cotinina mais elevados apresentaram perda auditiva em baixas frequências. Os pesquisadores ainda não podem afirmar com certeza de que forma a exposição ao fumo passivo pode causar o dano, mas o tabaco é conhecido por afetar o fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos menores, do tipo que o ouvido interno depende.Segundo os cientistas, a maioria das crianças, cerca de 85%, nem sequer tinha conhecimento de sua perda auditiva. Sendo assim, que tal os pais buscarem ter? Principalmente os fumantes.


Fonte: http://hypescience.com/fumaca-passiva-de-cigarro-pode-provocar-perda-auditiva-em-adolescentes/

Universitários com perda auditiva enfrentam cinco barreiras durante a educação.

Uma pesquisa realizada em âmbito nacional, nos Estados Unidos, identificou quatro temas e cinco grandes barreiras que afetam o potencial academic de surdez e perda auditiva severa nos estudantes.

O centro de educação para surdos , nos Estados Unidos Laurent Clerc National Deaf Education Center irá usar essas informações  para tratar  barreiras atuais e improvisar a qualidade de educação  oferecida a estudantes surdos e com perda auditiva, com problema adquirido desde o nascimento até aos 21 anos de idade.

Temas e barreiras 

Através de 1400 comentários colhidos sobre surdez e dificuldade auditiva relacionados ao potencial acadêmico de 775 questionários de estudantes com problema auditivo, a equipe de pesquisa investigou a situa ção atual de da educação  de surdos. Dos entrevistados, 85% declararam ter ou trabalhar com crianças que sofrem de perda auditiva ou surdez.

Baseado nos comentários, os pesquisadores puderam identificar quatro temas através de 2/3 das respostas. Os temas são: recursos, língua, comunicação, serviço qualificado  de funcionários e preocupações sociais.

Quatro barreiras foram também identificadas através das respostas. A primeira e segunda barreiras foram relacionadas com a falta de conhecimento dos profissionais e cuidados, mas também a falta de colaboração entre esses grupos.

A tercceira barreira foi a falta de qualificação  dos serviços oferecidos, enquanto a quartae quinta  barreiras abordadas foram a falta de acomodação nas escolas e a falta de um foco no desenvolvimento da criança, como fator causador de muita dificuldades para ela durante os estudos.

Segundo o vice presidente Ed Bosso da Clerc Center, a pesquisa é uma importante contribuição para o desenvolvimento da educa ção de estudantes universitários com perda auditiva e surdez.

Sobre a pesquisa

Os dados qualiitativos foram coletados na primavera de 2010 e inverno de 2011. A pesquisa for feita e publicada  por Laurent Clerc National Deaf Education Center at Gallaudet University, nos Estados Unidos


Fonte: http://www.hear-it.org/pt/universitarios-com-perda-auditiva-enfrentam-cinco-barreiras-durante-educacao

Muitos países necessitam de programa de prevenção de perda auditiva.
 Aproximadamente 60% dos países que responderam ao questionário da Organização Mundial da Saúde (OMS), têm  necessidade de obter cuidados preventivos relacionados à perda auditiva. Os resultados da pesquisa são, certamente,  uma alerta  de ação  para as autoridades governamentais, conforme  a Organização Mundial da Saúde (OMS) .

Falta de planejamento

Um estudo realizado pela Organização Mundial da Saúde com 76 países e regiões, mostrou que apenas 32 responderam ter investido em plano e programa de cuidados com prevenção de perda auditiva. Segundo  a pesquisa realizada, muitos países necessitam de profissionais de saúde treinados , estruturas educacionais e dados, assim como, plano nacional voltados para a necessidade  das pessoas com problema e perda auditiva.
A maior distância ocorre devido a necessidade de serviço para perda auditiva severa, encontrada na África-subsaariana .

Deficiência auditiva mundial

Segundo a estimativa da  Organização Mundial da Saúde, mais de 5% da população ou seja, mais de 360 milhões de pessoas no mundo inteiro  sofrem de perda auditiva. Embora o grupo mais importante seja de adultos , 32 milhões de crianças no  mundo inteiro sofrem com perda auditiva. As pesquisas feitas em vários países europeus e nos Estados Unidos mostram que entre 12 a 16% da população, nesses países, têm perda auditiva.
A distribuição  de pessoas com perda auditiva é desigual, o sul da Ásia é a área mais proeminente com 27% de pessoas , seguida d a  Ásia Oriental  com  22%. Essas áreas, juntamente com o sul da África- subsaariana, contém a maioria dos países sem programa de ajuda às pessoas com perda auditiva.

Chamada de alerta

Organização Mundial da Saúde chama a atenção  para infecçõe auditivas nao tratadas e vacinas para meningite, sarampo e rubéola sao responsáveis pela causa de perda auditiva. O que siginifica dizer que com investimento em vacinas e outros tratamentos, certo tipo de perda auditiva pode ser prevenido.
“Os resultados da pesquisa são, na verdade, uma alerta para  as autoridades governamentais  e parceiros sociais no sentido de investirem em programa de saúde auditiva, especialmente na sociedade o nível primário da sociedade”, afirma Dr. Etienne Krug, , Director of the WHO Department of Violence and Injury Prevention and Disability.





Fonte: http://www.hear-it.org/pt/muitos-paises-necessitam-de-programa-de-prevencao-de-perda-auditiva
Som alto prejudica as células nervosas localizadas do cérebro.
Ouvir música alta utilizando headphones pode causar perda auditiva causando efeitos semelhantes ao de esclerose múltipla,segunda estudo feito. A pesquisa mostra que ruídos acima de 110dB (decibéis) retiram o isolamento  das fibras nervosas que são responsáveis por levar sinais do ouvido para o cérebro. A perda dessa camada de proteção, chamada mielina, interrompem os sinais elétricos nervosos. Seguindo esse processo, nesse caso, devido afetar o sistema imunológico, as células nervosas no cérebro são prejudicadas e o resultado é uma esclerose múltipla.
Está comprovado que ruídos podem causar problemas auditivos, como perda auditiva temporária ou tinnitus e até mesmo perda autditiva temporária. Contudo, pela primeira vez os cientistas têm sido capazes de identificar danos causados nas células nervosas, como resultado de exposição a ruídos.
“O estudo nos permite entender que a exposição a ruídos altos é o caminho que leva a perda auditiva. Dessecar o mecanismo celular  básico é uma condição que deve trazer benefícios à saúde da população em geral. O trabalho irá ajudar a prevenir,como também promover o desenvolvimento para encontrar a cura adequada de perda auditiva”, afirma Dr. Martine Hamann, responsável pela pesquisa feita pela universidade University of Leicester in the UK, no Reino Unido.

Audição pode ser recuperada

Os centistas descobriram que a perda da mielina (substância que transporta sinais elétricos do ouvido para o cérebro), causada por exposição a ruídos, pode ser recuperada ao longo do tempo.
O trabalho é parte da pesquisa em andamento para efeitos dos ruídos  no núcleo coclear, na região do cérebro que recebe sinais de som do ouvido interno. Baseado nos resultados, os cientistas deverão ser capazes de desenvolver, futuramente, um método de tratamento.
Os resultados da pesquisa foram publicados na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.



Fonte: http://www.port.hear-it.org/Som-alto-prejudica-as-celulas-nervosas-localizadas-do-cerebro
Redução auditiva e taxa reduzida no trabalho.
Segundo a pesquisa, 80.000 dinamarquêses têm  redução auditiva desde um grau alto a baixo.  Uma grande parte desse grupo é ativo no mercado de trabalho.
Um estudo feito pelo Instituto de Análise Anovum para European Hearing Instrument Organization (EHIMA) com 1.300 dinamarquêses com redução auditiva, revelou que só um pequeno número desses trabalhados usava aparelho auditivo, no ambiente de trabalho.
O estudo mostrou que um pouco acima da metade dos trabalhadores, com perda auditiva, não usa aparelho auditivo.E é exatamente esse grupo que tem mais dificuldade, no ambiente de trabalho, comparado com os que usam aparelho auditivo.


Cansaço físico e mental

O estudo mostrou, portanto, que as pessoas que resolveram a não usar aparelho auditivo, são àquelas que demonstram ter um grande nível de cansaço físico e mental, no final de um dia de trabalho, comparado com os trabalhadores que usam aparelho auditivo.
E 54% dos dinamarquêses, com problema auditivo que escolheram não usar aparelho auditivo têm experimentado cansaço físico no final de um dia de trabalho, enquanto que 34% dos que têm o mesmo nível de perda auditiva ou ainda mais elevado, são fisicamente atingidos por causa de restrições relacionadas a deficiência auditiva.
A pesquisa  feita pela Anovum revelou também que 32% dos que não usam aparelho auditivo, decidiram isso por  se sentirem envergonhados  ao serem vistos por outros,usando esse instrumento auditivo

Custos significantes

Segundo um relatório de um órgão de pesquisa nacional de 2006 Det Nationale Forskningscenter for Velfærd (SFI), na Dinamarca, há custos significantes para a sociedade relacionados a redução auditiva no mercado de trabalho.
Foi estimado, na ocasião, que os custos chegam acima de 2,7 bilhões de coroas dinamarquêsas de perda de produtividade, no mercado de trabalho daquele país, quando a taxa de trabalho é afetada e reduzidada, por conta de deficiência auditiva.



Fonte: http://www.port.hear-it.org/Redu-o-auditiva-e-taxa-reduzida-no-trabalho
Veja o momento em que uma deficiente auditiva ouve pela primeira vez.

 Muitas pessoas no mundo são deficientes auditivas, sendo que algumas perderam a capacidade de ouvir no decorrer da vida e outras já nasceram com esse problema. Uma mulher, que se encaixava nesse segundo caso, está emocionando a comunidade virtual com um vídeo divulgado sobre os seus primeiros minutos ouvindo sons pela primeira vez.

Joanne Milne, de 40 anos de idade, sofre de uma rara doença chamada Síndrome de Usher e desde o nascimento ela era completamente surda. Nunca antes ela havia tido a capacidade de escutar qualquer som e sua vida era cercada de silêncio.

Porém, no mês passado, tudo isso mudou e Joanne foi submetida a uma cirurgia para a colocação de implantes cocleares bilaterais para restaurar a audição.

Emoção única
Após o procedimento, foram necessárias quatro semanas de recuperação até que os implantes pudessem ser ativados. No vídeo abaixo você pode conferir como foi a emoção de Joanne quando isso aconteceu.

Tomada pela emoção, lutando contra as lágrimas e tentando recuperar o fôlego, Joanne não consegue segurar o impacto de uma mudança tão incrível na sua vida, enquanto a sua médica faz alguns testes.

Devido à sua condição rara, Joanne — que ajuda pessoas com a mesma síndrome que possuiu — também perdeu boa parte da visão há cerca de 20 anos, o que tornou tudo ainda mais difícil. A conquista de ouvir será um grande passo em sua vida, como comentou a sua médica no vídeo.

Joanne disse: "Eu ainda estou em estado de choque. Eu tenho que aprender a reconhecer como são esses sons e como construir uma biblioteca deles no meu cérebro. Ouvir sons pela primeira vez é tão emocionante, desde o clique de um interruptor de luz até a água corrente. Estou muito feliz. Posso ouvir alguém rindo, os pássaros cantando e meus amigos. Eles não precisam mais tocar meu braço para chamar minha atenção".

A Síndrome de Usher é uma condição genética ou hereditária, que afeta a audição de uma pessoa, além da visão e do equilíbrio. Uma pessoa diagnosticada com a Síndrome de Usher costuma sofrer perda auditiva desde o nascimento, podendo ser atingida ou não pela perda da visão.


Fonte: http://www.tecmundo.com.br/tecnologia/52969-veja-o-momento-em-que-uma-deficiente-auditiva-ouve-pela-primeira-vez.htm

Má respiração durante o sono prejudica controlo do açúcar no sangue.

  A apneia do sono pode dificultar o controlo da glicose sanguínea em pessoas com diabetes tipo 2 ao prejudicar o estágio de sono mais profundo, sugere um novo estudo.

Estas descobertas fornecem mais uma razão para as pessoas usarem a máscara de CPAP (pressão positiva contínua em vias aéreas) durante toda a noite. O dispositivo é usado como tratamento padrão da apneia do sono e ajuda a manter a respiração constante.

É sabido que a apneia do sono – distúrbio que causa interrupções no sono e reduções perigosas dos níveis de oxigénio – cause um aumento muito grande do risco de diabetes tipo 2. Os casos mais graves estão geralmente associados ao controlo deficiente da glicose sanguínea em diabéticos.

As pausas na respiração dos pacientes com apneia podem acontecer em qualquer período da noite. Todavia, o novo estudo, publicado na revista Diabetes Care, descobriu que os episódios que ocorreram durante o sono REM (fase na qual ocorre o movimento rápido dos olhos) foram mais prejudiciais para o controlo da glicose sanguínea a longo prazo.

O sono REM ocorre na maioria das vezes antes do despertar, nas primeiras horas da manhã. Contudo, pesquisas mostraram que muitos pacientes removem as máscaras de CPAP no meio da noite por sentirem desconforto, afirmou Babak Mokhlesi, um dos autores do estudo e director do centro de distúrbios do sono da Universidade de Chicago.

Por isso, é mais provável que a apneia desses pacientes deixe de ser tratada durante o sono REM, período que talvez tenha uma importância singular para as pessoas com diabetes, afirmou Mokhlesi.

Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=688772

Perda auditiva pode estar associada à obesidade nas mulheres.

 Pesquisadores descobriram que mulheres com o índice de massa corporal (IMC) alto e com a cirucunferência da cintura larga são mais propências a ter um risco alto de perda auditiva.

As mulheres com a o índice de massa corporal (IMC) entre 30 a 34 têm um risco relativamente alto de perda auditiva e as que têm IMC de 40 ou acima disso sofrem um risco de 25% maior se comparado com àquelas que têm IMC abaixo de 25, segundo estudos realizados.

Além disso, os pesquisadores também descobriram que as mulheres com a circunferência da cintura de 80 a 88 cm têm um risco relativo de perda auditiva de 11% maior e as com circunferências ainda mais largas o risco é de 27% maior, comparado com as mulheres com a circunferência abaixo de 71 cm.

“Nós sempre pensamos sobre a perda auditiva como parte inevitável do processo de envelhecimento, mas as conclusões da pesquisa nos forneceram evidências potenciais de risco modificadores como manter um peso saudável e estar fisicamente ativa podem ajudar na prevenção de perda auditiva ou atrasar sua progressão, ” afirmou Sharon Curhan,MD, SCM, principal autora do estudo e pesquisadora da Channing Division of Network Medicine at Brigham and Women's Hospital (BWH), nos Estados Unidos.
Atividade física diminui o risco de perda auditiva

Um fato interessante, conforme a pesquisa realizada, é que o aumento de atividade física diminui o risco de pera auditiva.

As mulheres que eram mais ativas fisicamente tinham 17% de risco menor de perda auditiva comparadas com as mulheres que eram menos ativas fisicamente.

Fazer caminhadas foi a atividade física mais comum apontada pelas mulheres pesquisadas e está associada ao baixo risco de perda auditiva. Caminhar 2 horas por semana ou mais está associada a 15% de baixo risco de perda auditiva, comparado com caminhadas feitas menos de uma hora semanal.

A perda auditiva ainda é algo naturalmente relacionado à idade, mas o estudo descobriu que uma dieta alimentar saudável e exercícios físicos podem diminuir os riscos de perda auditiva.
Aproximadamente 70.000 mulheres participaram da pesquisa

Os pesquisadores usaram dados de 68.421 mulheres da ”Nurses' Health Study II”, entre 1989 a 2009 e eles analizaram informações sobre o índice de massa corporal (IMC), circunferência da cintura, atividade física e declarações fornecidas pelas entrevistadas. As informações foram obtidas através de questionários bienais.

As pesquisas foram publicadas na revista de medicina The American Journal of Medicine.

Fonte: www.port.hear-it.org/Perda-auditiva-pode-estar-associada-a-obesidade-nas-mulheres

Envelhecimento afeta nossa capacidade auditiva- Presbiacusia.

 Muitos casos de perda auditiva se desenvolvem lentamente com o passar dos anos fenômeno esse conhecido como Presbiacusia. O motivo pelo qual isso acontece é ainda desconhecido e parece ocorrer mais entre algumas famílias que outras, contudo, as pessoas mais idosas são propensas a terem esse problema. O processo de envelhecimento natural não afeta só a capacidade de ouvir os sons baixos, mas também de entender uma conversa do dia-a-dia.

A perda auditiva piora com a idade, uma vez que cada parte do sistema auditivo se transforma. O tímpano perde sua elasticidade e as articulações dos ossículos, no ouvido médio, ficam enrijecidos afetando a transmissão do som. Isso ocorre porque o número de células sensoriais e células ciliadas se deterioram causando uma perda auditiva bastante significativa.

Pessoas que sofrem de Presbiacusia escuta uma conversa, mas têm dificuldade de entender o que está sendo dito quando há ruídos de fundo. Tal fato ocorre porque esse problema está relacionado a perda auditiva sensorineural. Nesse caso, o uso de aparelho auditivo é o tratamento ideal.


Fonte: www.port.hear-it.org/Envelhecimento-afeta-nossa-capacidade-auditiva-Presbiacusia

Jovens devem se preparar para a perda auditiva.

 Um entre cada quatro jovens entre 18 e 44 anos declarou ter problemas auditivos, segunda a pesquisa.

Mais e mais pessoas têm problemas auditivos, especialmente as que usam com frequência headphones em volume alto. É o caso dos jovens da cidade de Nova York, que é conhecida como a cidade que nunca dorme.

Segundo a pesquisa americana, um entre quarto jovens novaiorquinos entre 18 e 44 anos declararou ter perda auditiva e 23% deles usam headphones no volume alto, no mínimo cinco dias por semana, durante quarto horas ao dia. No total, 16% dos jovens novaiorquinos têm problemas auditivos.

Os pesquisadores concluíram que os jovens usam frequentemente headphones no volume alto e eles devem estar preparados para lidar com som de buzina no ouvido ou perda auditiva como consequência disso.

Segundo a pesquisa americana, os jovens escutam com frequência música em headphones em alto volume e a exposição prolongada a ruídos em níveis altos pode causar prejuízos irreversíveis no ouvido interno, resultando em perda auditiva, tinnitus ou ambos.

Jovens que usam frequentemente headphone, no volume alto, têm o dobro a mais de possibilidade de contrair problemas auditivos que os demais.

Sobre a pesquisa:

O estudo é uma pesquisa americana de 2011 feita por New York City Department of Health.
Para os pesquisadores a mensagem é simples: As pessoas precisam baixar o volume de seus headphones se quiserem proteger a audição de prejuízos.


Fonte: http://www.port.hear-it.org/Jovens-devem-se-preparar-para-a-perda-auditiva

Menopausa aumenta chance de ronco e cansaço diurno; entenda.

 Há quem diga que o ronco é uma exclusividade masculina, mas, de acordo com artigo escrito por Barbara Metcalfe, as mulheres também podem causar problemas para o companheiro durante uma noite de sono. E o quadro tem a ver com a menopausa: ela afirma que as mulheres se tornam mais propensas a desenvolver a condição neste período, por conta dos baixos níveis de estrogênio e progesterona, que ajudam a proteger os músculos ao redor das vias aéreas durante a idade fértil.

Ela própria enfrenta o problema e conta a trajetória da descoberta até o tratamento. Em uma viagem de trem, Barbara acordou com um forte barulho de ronco e gargalhadas da própria família, já que estavam atravessando uma área silenciosa, o que fez com que todos os passageiros ouvissem. Ao perceber que a autora do ronco era ela mesma, se sentiu constrangida. Barbara também vinha ignorando os alertas do marido e da filha, que diziam que ela costumava roncar quando dava pequenos cochilos. “Sempre achei que roncar era o resultado dos excessos, particularmente de cerveja, cigarro e alimentos gordurosos. Como eu não bebo álcool, fumo ou como comida gordura, por que eu estaria roncando?”, questionou-se.

Nos últimos cinco anos, ela também notou que cai no sono em plena luz do dia “diante do computador, no cinema ou em frente a TV. "Até mesmo no telefone, e durante conversas com a minha família, com uma xícara de chá nas mãos”, observa. A princípio, chegou a imaginar que era só cansaço, fruto de um estilo de vida agitado.

O ronco e a inexplicável sonolência diurna podem não representar nada, mas os dois combinados ao peso do corpo e à idade (acima dos 50) de Barbara indicaram que ela era suscetível à Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS), que interrompe a respiração enquanto a pessoa está adormecida. Durante o sono, as vias aéreas relaxam naturalmente, mas, com a apneia do sono, os músculos e tecidos macios ao redor delas também relaxam e causam uma obstrução. O ronco, por sua vez, é causado pelo ar que é forçado através de um espaço mais restrito.

Mas, se estas vias se tornam completamente bloqueadas, você pode parar de respirar por 10 segundos ou mais até sufocar. E é aí que o cérebro começa o processo da respiração de novo. “Embora você não tenha acordado completamente, seu cérebro acorda cada vez que há o bloqueio, e isso é que causa o terrível cansaço durante o dia”, explica Adrian Willians, professor de medicina do sono na King’s College London.

A Apneia Obstrutiva do Sono não tratada, a longo prazo, está ligada a problemas como pressão alta, diabetes do tipo 2, ataques cardíacos e derrames e também pode gerar ganho de peso. Isso porque os hormônios que controlam o apetite são alterados pela falta de sono, segundo Willians. “O hormônio que traz saciedade é reduzido, enquanto outros sinais de apetite aumenta, o que pode trazer o ganho de peso e piorar o SAOS”, explica o profissional.

Outro dado alarmante, da British Snoring and Sleep Apnoea Foundation, é que 80% das pessoas que sofrem do mal não foram diagnosticadas. De acordo com o órgão, uma das causas deste quadro é a relutância das mulheres em admitir que roncam. Barbara conta que ela própria descobriu a apneia acidentalmente, ao dar entrada no hospital para uma cirurgia de emergência. Durante a operação, o anestesista detectou um problema em suas vias aéreas. Ao fazer exames para confirmar o quadro, ela descobriu que parava de respirar 14 vezes por hora, por vários segundos a cada vez.

O ronco, segundo Willians, é só o “começo da jornada”. Ele acontece quando os tecidos moles, como as fossas nasais, amígdalas ou língua vibram. E isto pode progredir para um quadro de SAOS porque o ronco prejudica os músculos da garganta, tornando-os mais fracos e fazendo com que o músculo esteja mais propenso ao colapso ou ao bloqueio de ar. Existem muitas causas para a SAOS, mas o excesso de peso é um deles. A condição é mais comum em homens de meia idade – cerca de 7% dos homens têm – , principalmente por terem pescoços mais grossos e mais tecido ao redor das vias áreas.

Além disso, 3% das mulheres também são afetadas. Felizmente, existe um tratamento efetivo em forma de uma máscara, acoplada em uma máquina, que impulsiona o fluxo do ar durante do sono. De acordo com Willians, o aparelho pode ajudar, mas 25% dos pacientes não dão continuidade ao uso pelo fato de ser pouco confortável. Barbara afirma que usa pelo menos três vezes por semana, o que já melhorou a qualidade do sono e reduziu o cansaço ao longo do dia. Ela lembra, ainda, que a perda de peso pode ajudar a amenizar este quadro.

Fonte: http://mulher.terra.com.br/menopausa-aumenta-chance-de-ronco-e-cansaco-diurno-entenda,569f48517c693410VgnVCM3000009af154d0RCRD.html

Perda auditiva induzida por ruído pode ser revertida.

 A regeneração das células nervosas e ciliadas podem reduzir perda auditiva induzida por ruído se o tratamento for iniciado imediatamente, conforme os pesquisadores.

A exposição a ruídos altos e bombardeios podem prejudicar a cóclea e resultar em perda auditiva induzida por ruídos. Estudos recentes indicam que a perda auditiva induzida por ruídos podem ser irreversíveis se a estrutura extremamente delicada da cóclea tiver sido prejudicada.
Contudo, células nervosas e ciliadas danificadas por exemplo por ruídos e bombardeios podem ser reversíveis, o estudo feito pelos pesquisadores da universidade de medicina Stanford University of Medicine.

As conclusões dos estudos poderão levar, no futuro, ao desenvolvimento de medicamentos e técnicas cirúrgicas que poderão reduzir quaisquer danos permanentes das células cocleares, caso o tratmaento seja iniciado imediatamente após a explosão.
Boas notícias para soldados e civis

A perda auditiva é algo predominante nos veteranos e civis, em áres de guerras, uma vez que eles estão constantemente expostos a muitos ruídos e pressões de bombardeios. Mais de 60% dos veteranos feridos têm problemas sérios de audição, tais como danos no tímpano, tinnitus e perda auditiva. Os civis também sofrem com frequência longo período de perda auditiva após sobreviverem a bombardeios devastadores.

O resultado do estudo deverá ter um significado especial, tanto para militares como para civis, em áreas de guerra.
Restauração das células perdidas

Com uma medicação correta após a exposição de bombardeio, o dano auditivo pode ser limitado e a perda auditiva reduzida.

As conclusões do estudo assinalam portanto um significante progresso relacionado ao tratamento de perda auditva. Os pesquisadores esperam atingir essa meta e iniciar experiências com as pessoas num período de 10 anos. Contudo, para atingir essa meta será necessário vencer o desafio de restaurar célula ciliada e célula nervosa na cóclea. Conforme os pesquisadores, há um trabalho significante sendo feito em relação a esse desafio.

A pesquisa foi publicada na revista científica “Plos One” por John Oghalai e sua esquipe de pesquisadores da Universidade de Medicina de Standford (Stanford University School of Medicine.)

Fonte: www.port.hear-it.org/Noise-Induced-hearing-loss-may-be-reversible--1

Idade, ruído e enfermidade não são as únicas causas de perda auditiva.

 Uma das maiores causas de perda audtiva é a idade, outra causa comum é a exposição a ruídos. Algumas enfermidades devem resultar em perda auditiva, mas outros fatores menos conhecidos podem também influenciar a audição. Alguns deles são a obesidade, a fumaça de solda e a exposição ao chumbo e ao cádmio. Os pesquisadores descobriram que danos causados num delicado fio de cabelo na célula ciliada no ouvido interno pode fazer com que os sinais do som no cérebro tornem-se fraco provocando uma redução auditiva.
Chumbo e cádmio

A baixa exposição ao chumbo e ao cádmio pode contribuir para perda auditiva. Esses dois metais que são mais utilizados em elétrônica e baterias podem ser prejudiciais, conforme um estudo extensivo feito com milhares de adultos nos Estados Unidos com diferentes graus de perda auditiva.

Os adultos com o nível mais alto de chumbo e/ou cádmio, em seus corpos, experimentaram uma queda em suas habilidades auditivas de 14 a 19%.
Fumaça de solda

A exposição à fumaça de solda aumenta o risco de perda auditiva e como parte do trabalho muitos soldadores estão expostos a ruídos, intenso calor, luz ofuscante, e fumaça de solda que é muito perigosa e que tem-se mostrado como um impacto negativo na audição. Todo tipo de solda produz fumaça num nível muito alto.
Obesidade em adolescentes

Os adolescentes obesos têm mais facilidade de desenvolver perda auditiva que os não obesos. Ficar obeso, na adolescência, proporciona a pessoa duas vezes mais chances de desenvolver perda auditiva de baixa frequência, segundo o estudo feito pela da Universidade de Colombia (Columbia University's Medical Center). O estudo revelou que 15,16% dos adolescentes obesos foram classificados com o índice de massa corporal (IMC) acima de 95 percentil e que tinham experimentado perda auditiva sensorineural. Comparado a isso, 7,89% dos adolescentes não obesos sofriam de perda auditiva.
Cabelo flexível na célula ciliada

Acreditava-se antes que os cabelos na célula ciliada, conhecidos em inglês como “soft hairs” eram rígidos e que podiam inclinar-se só para os lados, contudo, os pesquisadores do Instituto Karolinska (Karolinska Instituttet) em Estocolmo descobriram que os cabelos podem tornar-se flexíveis. Se os cabelos são flexíveis, os impulsos elétricos tornam-se mais fracos e significa que os sinais do som, no cérebro, tornam-se mais agudos.

Os cabelos flexíveis no ouvido interno podem, portanto, ser um fator para explicar a redução de audição e perda auditiva relacionada a idade (presbiacusia).

Fonte: www.port.hear-it.org/Idade-ruido-e-enfermidade-n-o-s-o-as-unicas-causas-de-perda-auditiva

Combate a incêndio e perda auditiva.

 Exposição a altos níveis de ruídos é comum entre os bombeiros. O trabalho diário nos services de bombeiros, dentre eles, ruídos de sirens de bombeiros, alarmes, dispositivos de comunicação, equipamento de audio nas cabines,bomba a motor e rotativa, serras elétricas e ventiladores.
Uma pesquisa realizada com 425 bombeiros americanos mostrou que mais de 40% deles apresentaram sinais de perda auditiva induzida por ruído (PAIR), como resultado do ramo de trabalho em que eles atuam. Além disso, a utilização de dispositivos de protetores auditivos foi apenas de 34%.

Programas efetivos de prevenção de perda auditiva, hábitos de trabalho saudáveis e protetores auditivos deveriam ser implementados para reduzir perda auditiva induzida por ruído (PAIR) em bombeiros.
Longas exposições a ruídos prejudica a audição

Os bombeiros estão expostos a fontes prejudiciais de ruídos, no ambiente de trabalho. Tal exposição que é de alto nível de ruído pode levar a problemas auditivos, como perda auditiva induzida por ruído.

Segundo uma pesquisa americana, bombeiros que têm trabalhado durante muitos anos nesse tipo de atividade têm perda auditiva significantemente pior. Também os bombeiros que usam pouco
Protetor auditivo

O fato dos dos bombeiros se exporem a altos níveis de ruídos pode corer o rsico de prejudicar a audição e de aumento de perda auditiva induzida por ruído (PAIR).

Para prevenir danos de perda auditiva, entre bombeiros, é recomendado que seja implementado programas de prevenção de perda auditiva como boa prática de trabalho. Também os bombeiros devem urgentemente fazer uso de protetores auditivos para garantir melhor saúde auditiva.
Sobre o estudo

O estudo foi publicado pela revista “Journal of Occupational & Environmental Medicine” e 425 bombeiros americanos de três estados dos Estados Unidos participaram pesquisa, aqual foi realizada pelo Ph.d OiSaeng Hong, da Universidade da Califórnia (University of California).


Fonte: www.port.hear-it.org/Combate-a-incendio-e-perda-auditiva

Picada de carrapato pode causar perda auditiva permanente

Os carrapatos são pequenos insetos que se alimentam de sangue e que podem causar vários problemas às pessoas,dentre eles, perda auditiva. Os cientistas suecos descobriram que a bactéria de carrapato, conhecida como Rickettsia Helvetica, pode causar perda auditiva permanente nas pessoas.

Sintomas como dor de cabeça, dor muscular, e febre, se não tratados, podem causar meningite, paralisia facial e inflamação no músculo cardíaco.

Cada dez carrapatos carregam consigo uma bactéria difícil de ser combatida e que só com o uso de antibiótico é que as doenças transmitidas podem ser eliminadas, por isso é sempre importante estar atento a isso e tomar providências imediatas, caso seja picado por esses insetos.

Prevenção

Os insetos que se alimentam de sangue säo encontrados particularmente em áreas verdes e florestas. Eles preferem partes quentes e úmidas do corpo, como axila ou cavidade do joelho,     portanto é aconselhável usar roupas que cubram essas partes do corpo quando  se encontrar  em áreas verdes.

A picada do carrapato não é normalmente percebida, uma vez que saliva do carrapato é levemente sedativa. Caso alguém  seja picado, recomenda-se que o carrapato seja removido, no prazo de 24 horas para  evitar doenças e perda auditiva.

Para  a remoção do carrapato use cuidadosamente uma pinça fazendo movimentos giratórios afim de retirá-lo. É importante não separar a cabeça do resto do corpo, uma vez que ela contém bacteria. 



Fonte:  http://www.port.hear-it.org/Picada-de-carrapato-pode-causar-perda-auditiva-permanente-

Perda auditiva por envelhecimento gera custos à saúde, mostra estudo.

 A perda auditiva em adultos com idade mais avançada aumenta o risco de hospitalização e de problemas de saúde, descobriu um novo estudo, mesmo levando em conta outros fatores de risco.

Os pesquisadores analisaram dados de 529 homens e mulheres com mais de 70 anos de idade cuja audição era normal, e os comparou com outros 1.140 cuja audição estava prejudicada - a maioria com perda auditiva leve ou moderada.

Os dados foram coletados em uma grande pesquisa nacional de saúde dos Estados Unidos em 2005 e 2006 e novamente em 2009 e 2010. Os resultados apareceram no periódico The Journal of the American Medical Association.

Após o ajuste para variáveis como raça, sexo, escolaridade, hipertensão, diabetes, acidente vascular cerebral, doenças cardiovasculares e outros riscos, os pesquisadores descobriram que as pessoas com problemas de audição foram 32% mais propensas a ser hospitalizadas, 36% mais propensas a relatarem problemas de saúde física e 57% mais propensas a apresentarem problemas de saúde mental ou emocional.

Os autores reconhecem que esta é apenas uma associação, e que pode haver fatores desconhecidos que podem ter afetado o resultado.

"Tem havido uma crença de que a perda auditiva é uma parte insignificante do envelhecimento", disse o autor principal, Dr. Frank R. Lin, professor de otorrinolaringologia na Universidade Johns Hopkins. "Mas provavelmente não é. Todo mundo conhece alguém com perda auditiva, e como nós pensamos nos custos da saúde, temos que levar em conta seus efeitos."


Fonte: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2013/06/22/perda-auditiva-por-envelhecimento-gera-custos-a-saude-mostra-estudo.htm

Fones de ouvido: uso inadequado pode causar perda auditiva.

 Não é difícil ver jovens que passam parte do dia com fones nos ouvidos. Raro, porém, é encontrar os que usam o equipamento adequadamente e que sabem que seu uso prolongado e com potência elevada pode causar danos irreversíveis à audição. Por isso, especialistas acreditam que a Perda Auditiva Induzida por Ruído (Pair), dentro de alguns anos será comum nessa nova geração.

O volume do som reproduzido pelos fones do filho Gabriel, de 19 anos, é preocupação constante de Nelbe Brito, 50, funcionária pública. "Você vai usando, usando e as consequências vêm depois", adverte. Segundo ela, é cada vez maior o tempo que o jovem fica exposto.

E é o tempo, aliado ao volume inadequado, que pode danificar o aparelho auditivo. A recomendação de Antônio Antunes, presidente da Sociedade de Otorrinolaringologia do Estado de Pernambuco (Soespe), é passar no máximo uma hora com o equipamento ligado. Já o volume nunca deve ultrapassar 80% da capacidade do aparelho.

Recomendações
» Evite passar mais de uma hora com os fones, independente do volume
» Use no máximo 80% da potência do equipamento
» Dê preferência aos fones externos
» Caso perceba ruídos no ouvido, procure um otorrino

"Cerca de 30% das pessoas usam os fones com volume alto, acima do recomendado, e de 5 a 10% com volume muito alto", estima o otorrino. Ainda segundo o médico, usar apenas um fone revezando o ouvido que é exposto não diminui os riscos de sofrer uma lesão.

Mas quem não consegue deixar os fones de lado, além de intercalar o período de uso, outra dica é escolher o tipo de equipamento adequado. A recomendação do otorrino do Hospital das Clínicas (HC), Fábio Coelho, é optar pelos fones externos, que não são tão invasivos.

"Com o som alto, há uma contração muito forte das células nervosas, que acabam sendo danificadas", explica o médico do HC. Segundo ele, o aparelho auditivo é muito sensível e os danos sofridos são irreversíveis.

Os principais sintomas da perda auditiva são dificuldade de entender o que as pessoas falam, presença constante de zumbidos e a necessidade constante de aumentar o volume da televisão. Ao perceber a dificuldade para escutar, é recomendado procurar um otorrino, que irá realizar exames para medir a capacidade auditiva.

Segundo o presidente da Soespe, se a perda detectada for muito pequena, apenas suspender o uso inadequado dos fones pode evitar o aumento do dano. "Mas se a perda é mais acentuada, você pode até precisar usar aparelho auditivo", adverte.


Fonte: http://ne10.uol.com.br/canal/cotidiano/saude/noticia/2013/09/11/fones-de-ouvido-uso-inadequado-pode-causar-perda-auditiva-441681.php

Pessoas que roncam têm 2 vezes mais chances de sofrer derrame fatal.

Um estudo feito com mais de 25 mil pessoas descobriu que aquelas que roncam com frequência têm duas vezes mais chances de sofrer um derrame fatal e 80% mais risco de desenvolver doenças cardíacas do que as que dormem pacificamente. As informações são do Daily Mail.

Os resultados da pesquisa, realizada pela Shandong University, da China, e publicada no Journal of Cardiology, sugerem que os prejuízos causados pelo ronco severo são muito maiores do que os encontrados previamente. A publicação explica que, quando o sono começa, ocorre o relaxamento das vias aéreas, o que não traz problemas para a maioria das pessoas. No entanto, para quem sofre da apneia do sono, este relaxamento pode fazer com que a pessoa não respire por, pelo menos 10 segundos.

O ar vibra contra o tecido que fica em seu caminho, causando o característico som do ronco. Uma vez que o cérebro percebe que a respiração foi interrompida, ele envia um sinal para que os músculos das vias aéreas se contraiam novamente. Este movimento abre as vias aéreas, o que faz com que a pessoa acorde com um sobressalto.

Para quem sofre de apneia do sono, isto pode acontecer a cada 10 minutos. Mas, nos casos mais severos, significa que o sono pode ser perturbado a cada poucos minutos. O tratamento consiste em dormir com uma máscara que bombeia ar para a garganta, no entanto, muitos não tratam a condição e os médicos acreditam que os efeitos colaterais causados ao cérebro e ao coração são maiores do que os previstos anteriormente.

Os cientistas chineses acreditam que a apneia do sono afeta o fluxo sanguíneo para o coração e o cérebro por conta da interrupção constante da respiração. No entanto, a condição também pode causa instabilidades na pressão arterial e nos batimentos cardíacos durante o sono, o que também não seria saudável.


Fonte: http://saude.terra.com.br/bem-estar/pessoas-que-roncam-tem-2-vezes-mais-chances-de-sofrer-derrame-fatal,d6678043b4dc2410VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html

Tinnitus causa mais incômodo às pessoas mais sensíveis .

 Uma pesquisa feita por acadêmicos do instituto de saúde no Reino Unido, National Institute for Health Research (NIHR) Nottingham Hearing Biomedical Research Unit, descobriu que as pessoas solitárias, preocupadas ou ansiosas ou que têm experimentado mudanças de humor tiveram mais facilidade de relatar seus incômodos com tinnitus .

Os resultados sugerem que àquelas pessoas com maior sensibilidade natural podem ser menos capazes de enfrentar os sintomas do problema auditivo. Os pesquisadores concluíram que as pessoas com problemas neuróticos são mais tendenciosas a serem comprometidas pelo tinnitus.
Fatores de personalidade são importantes

O Dr. Abby McCormack, responsável pelo estudo, afirmou: “ É provável que fatores de personalidade têm um papel importante na percepção e administração do tinnitus, o que pode, possivelmente, influenciar a estar atento a isso. Portanto, um tratamento pode ser adaptado para tipos individuais de personalidades, no sentido de ajudar às pessoas a enfrentarem seus problemas.”

Tinnitus é uma percepção de som na cabeça ou nos ouvidos, normalmente descrito por pacientes como som de campaínha, zumbido e assobio.

Contudo, nem todos os que têm tinnitus experimentam a mesma quantidade de angústia, e muitas são as evidências que sugerem que a percepção da gravidade de tinnitus está intimamente associada a traços da personalidade do paciente e do modo como ele trata seu problema.

O estudo com o objetivo de reunir uma informação mais atualizada de como tinnitus é comum entre a populaçao do Reino Unido, examinou também a correlação entre a percepção da seriedade de “problemas neuróticos” ou da tendência de experiências negativas ou incômodos emocionais.
Como parte das muitas perguntas que os participantes responderam, as respostasas foram relatadas tanto acerca da audição como de fatores de personalidade. A pesquisa levou em conta fatores relacionados a sexo, idade e se os participantes eram de regiões carentes.
As mulheres sofrem mais incômodo com tinnitus

O resultado mostrou que tinnitus afetou cerca de 16% dos participantes e que era mais comum nos homens que nas mulheres. Contudo, enquanto os homens eram mais inclinados a experimentarem tinnitus, as mulheres eram mais tendenciosas a sentirem-se incomodadas com essa enfermidade.

A pesquisa mostrou que as pessoas que ficavam neuróticas com mais frequência eram mais propensas a sentirem-se incomodadas pelo tinnitus.

A solidão foi o fator de maior significância do “ neuroticismo” que estava associada a incômodo de tinnitus, possivelmente porque muitos pacientes chegam a retirar-se de situações sociais e passam a experimentar sentimentos de isolamentos.

O estudo coletou informações de mais de 500 mil pessoas de 40 a 69 anos de idade, entre 2006 e 2010 como parte do UK Biobank, do Reino Unido, que foi estabelecido como uma pesquisa para estudo da genética, ambientação e causas ligadas a estilo de vida com enfermidades comuns.


Fonte: http://www.port.hear-it.org/Tinnitus-causa-mais-incomodo-as-pessoas-mais-sensiveis

Aparelho celular pode causar perda auditiva nas crianças.

Os telefone celular é conhecido como meio de comunicação e grande parte da população  tem-se utilzado desse instrumento com frequência, inclusive as crianças.

Uma equipe dinamarquesa e pesquisadores americanos têm realizado uma análise e descoberto que existe uma possível correlação entre perda auditiva e o uso de telefone celular, pelas crianças.

Mesmo que houvesse uma possível conexão, no momento, isso poderia ter um significado enorme, dado ao grande número de crianças que utiliza telefone celular.

 Nenhuma advertência

O uso de aparelho cellular, no cotidiano, é algo comum a todas as idades, no entanto, esse tipo de aparelho  term uma influência negativa para a saúde das crianças, com base numa pesquisa feita entreuma  mãe e uma criança.

Mesmo que a correlação seja suspeita  pelos investigadores através de resultados  atuais, eles  ainda não acharam  ser necessário fazer advertências diretamente.

No entanto, os pesquisadores solicitam  mais pesquisas sobre as consequências do uso de telefone celular e sua correlação com perda auditiva.

Sobre a pesquisa

Mais de 50.000 participantes fizeram parte de uma  pesquisa abrangente, com entrevistas detalhadas entre mãe e filhos. Esse projeto foi realizado por  pesquisadores dinamarqueses e americanos , entre 1996 e 2002.Os resultados da pesquisa foram publicados em 2013.


Fonte: www.port.hear-it.org/Aparelho-celular-pode-causar-perda-auditiva-nas-crian-as-

Perda auditiva entre jovens é cada vez maior por conta dos fones.

 RIO - A deficiência auditiva tem uma forte relação com a idade. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), um terço dos idosos com mais de 65 anos sofre do problema, além de metade daqueles com mais de 75 anos. Mas o que tem recentemente preocupado especialistas é a perda de audição entre os jovens.

A poluição sonora, especialmente por equipamentos de som, está entre um dos principais vilões, segundo o otorrinolaringologista Jair de Carvalho e Castro, organizador do “I Encontro dos Amigos da Prótese Auditiva”, realizado quinta-feira na Santa Casa de Misericórdia.
- Hoje, o jovem usa aqueles fones enormes, com um som de alta qualidade, mas que tem um ruído industrial. O uso prolongado vai lesionando o ouvido. Já estamos vendo jovens com menos de 30 anos com uma perda auditiva que se esperaria aos 60 anos. Eles estão antecipando o problema por exposição prolongada ao som alto do fone. Temos pacientes que usam fone dez, 12 horas por dia - alertou Carvalho e Castro.
Segundo o especialista, estudos realizados pela Academia Brasileira de Otorrinolaringologia, pela Sociedade Brasileira de Otologia e até mesmo pela Santa Casa já mostram a perda auditiva entre adolescentes usuários de fones de ouvido. Alguns estudos internacionais também apontam para a mesma direção. Um artigo publicado no “International Journal of Pediatrics” demonstra uma preocupação sobre os riscos de traumas auditivos em crianças pelo uso de sons amplificados, com uso de MP3 player, videogame etc. Outra pesquisa recente, realizada pelo Departamento de Saúde da Cidade de Nova York, mostrou que uma em cada quatro pessoas entre 18 e 44 anos que costumavam ouvir som alto com fone de ouvido teve problemas de audição.
Carvalho e Castro ressalta que a deficiência auditiva nestes casos demora a se manifestar.
- Leva de dois a cinco anos. Mas depois que a perda se instala, a velocidade da perda é maior, e infelizmente é irreversível. Muitas vezes acompanhada de zumbido - acrescenta.
No Brasil, segundo o Censo 2010, 8,6% da população, ou 9 milhões de pessoas, têm algum problema auditivo. Estima-se que 60% destes sejam idosos.


Fonte: www.oglobo.globo.com/saude/perda-auditiva-entre-jovens-cada-vez-maior-por-conta-dos-fones-10175161

Perda auditiva pode trazer sérias consequências para o cérebro em adultos.
Pesquisa recente publicada no periódico Archives of Neurology por cientistas da Faculdade de Medicina Johns Hopkins, dos Estados Unidos, afirma que pessoas idosas com problemas de surdez têm mais chances de desenvolver doenças ligadas ao cérebro. De acordo com o estudo, a cada dez decibéis perdidos de audição, os riscos desses problemas aumentam 27%.

Ao longo de 18 anos os pesquisadores analisaram dados médicos de 639 pessoas com idades variando entre 36 e 90 anos, onde nenhuma delas tinha suas habilidades cognitivas comprometidas. Os participantes foram inicialmente submetidos, de 1990 a 1994, a avaliações mental e auditiva. Na fase seguinte, que se estendeu até 2008, foi realizado novo acompanhamento, em busca de mudanças e surgimento de declínio dessas habilidades.

Do total de voluntários, 125 estavam afetados por leve deficiência auditiva, 53 estavam moderadamente surdos e seis apresentavam uma importante perda auditiva. Além disso, 58 casos apresentaram problemas de memória e nas funções cognitivas, 37 deles com Alzheimer. Os especialistas estabeleceram, então, uma correlação entre envelhecimento, perda da audição e aumento do risco de senilidade.

Entre os participantes de 60 anos ou mais, 36,4% dos riscos de desenvolver problemas nas funções cerebrais estavam vinculados à perda da audição, indica a pesquisa. Já o risco de surgimento de Alzheimer aumenta 20% a cada dez decibéis de perda de capacidade auditiva.

Os resultados não provam que a perda de audição é a causa do surgimento de doenças neurodegenerativas. O ideal é ao suspeitar de uma perda auditiva, procurar um audiologista, e caso o diagnóstico seja confirmado, iniciar um tratamento o mais rápido possível. Em resumo, a pesquisa constata que a perda da audição pode acelerar o declínio das funções cerebrais em consequência de um esgotamento das capacidades mentais. Revela também que o paciente que não trata a perda auditiva se coloca em situação de isolamento social, levando a uma depressão e acelerando aparecimento das doenças neurodegenerativas. Por fim, a pesquisa ainda reforça que o uso de aparelho auditivo tem sido visto como um tratamento eficiente e que só traz melhorias ao paciente.

Fonte: www.menthel.com.br/perda-auditiva-pode-trazer-serias-consequencias-para-o-cerebro-em-idosos/
Por que os jovens escutam música alta?

Os pesquisadores dinamarquêses têm pesquisado o motivo pelo qual os jovens ouvem música alta.

A pesquisa mostrou várias razões dos jovens ouvirem música alta. Entre eles, 10% dos que ouviam música na maior parte do tempo em alto volume, foram identificados como grupo de risco.

As três razões mais comuns entre o grupo foram: “Eu posso  sentir/curtir a música melhor quando a escuto num volume alto”, “Eu viajo na música  alta” e “Eu fico cheio de energia quando escuto música alta.”

Os participantes disseram que  informações sobre riscos auditivos e de uso de aparelho MP3 foram adquiridas através da televisão e comerciais ou de enfermeiras e médicos.

Grupo de risco

A pesquisa foi feita com mais de 1.800 adolescentes dinamarquêses sobre seus hábitos e atitudes diante do uso de MP3. O estudo foi baseado em questionários em que os adolescentes informaram sobre a exposição deles a sons,comportamento auditivos, percepção de sons e os efeitos e preferências, na mídia, por informação preventiva.

A pesquisa identificou um grupo de risco de aproximadamente10 % dos participantes que ouviam música em períodos muito longos e num volume alto.

Muitas pesquisas têm mostrado que o uso de MP3 num período longo demais e num volume muito alto pode prejudicar a audição provocando tinnitus e/ou perda auditiva.



Fonte: www.port.hear-it.org/Por-que-os-jovens-escutam-musica-alta-

Cuidados e higiene do ouvido previnem infecções e outros problemas.
O cotonete é um objeto de higiene que costuma causar polêmica entre médicos e pacientes. Para acabar com os mitos sobre o assunto, otorrinolaringologistas do Hospital Iguaçu, Dr. Maurício Buschle e Dr. André Ataíde, explicam como deve ser usado e quais outros cuidados garantem a limpeza correta do ouvido, sem machucar.

A regra básica para a higiene do ouvido é usar o cotonete para a limpeza apenas da parte externa da orelha. Quando usado na parte interna, além de risco de lesões, estará empurrando a cera para o interior. Outra maneira de fazer a limpeza é com uma toalha, preferencialmente após o banho.

Não é necessário usar o cotonete diariamente. O excesso de limpeza dos ouvidos aumenta o risco de um acidente com o cotonete, como uma escoriação ou até a ruptura do tímpano, podendo causar perda de audição. Além disso, a cera é uma secreção protetora e até bactericida, sem a qual estaremos mais propensos a infecções de ouvido externo. Em crianças, assim como em adultos, não se deve nunca introduzir cotonetes ou outros objetos nos ouvidos. A limpeza deve ser feita com uma toalha macia na parte externa do conduto auditivo e nas orelhas.

Algumas pessoas produzem muita cera e, nesses casos, alerta o Dr. Maurício Buschle, deverão procurar o otorrinolaringologista para uma limpeza anual. O mais indicado é que seja logo antes do verão, pois o maior contato com a água da piscina ou do mar faz com que se produza mais cera, além de dar uma sensação de ouvido entupido, explica. Deve-se procurar um especialista quanto tiver a sensação de ouvido entupido.

Em alguns casos, a falta de limpeza pode provocar o ouvido entupido e, nessas situações, um especialista deve ser procurado. Entretanto, a maioria das pessoas não precisa de uma limpeza específica feita por um profissional, basta a feita em casa com a toalha após o banho, que é considerada a melhor maneira de fazer a higiene do ouvido.

Eczema e otite.

Por outro lado,m existem as pessoas que produzem pouca cera e que apresentam ouvidos muito secos. Essas pessoas sofrem de um sintoma muito incômodo que é a coceira crônica dos ouvidos, também chamada de eczema.

As infecções de ouvido mais comuns são as otites externas por excesso de contato com água da piscina e mar, que muitas vezes estão contaminados. No inverno, em decorrência das gripes e resfriados, a infecção mais comum é a otite média aguda. Essa infecção ataca principalmente as crianças, que apresentam febre, dores de ouvidos, perda de audição transitória, além dos sintomas iniciais da gripe e nariz trancado com secreção.

Fonte: www.parana-online.com.br/canal/vida-e-saude/news/236438/
Cuidadar da audição é um investimento.

A Organização Mundial de Saúde( OMS), comemora no dia 3 de março  o dia Internacional de Cuidados com a Audição. A OMS tem identificado a necessidade dos estados membros da Comunidade Europeia de desenvolver planos e programas de prevenção e gestão de perda auditiva como sistema primordial de cuidados da saúde de seus membros.

Conforme estudo feito, 16% da população europeia, isto é 80 milhões de  habitantes  sofrem de perda auditiva, o que significa dizer que no mínimo 30 milhões dos casos não foram descobertos.

Perda auditiva causada por outras enfermidades

Perda auditiva é um problema de saúde que causa dificuldade na comunicação no trabalho, na vida social levando ao isolamento. E este problema está associado com diversas doenças, incluindo obesidade. Mulheres muito obesas com o índice de massa corporal (IMC)acima de 40, têm 25% de maiores riscos de ter problemas auditivos.

E  pessoas diabéticas têm  duas vêzes mais chances de sofrer de perda auditiva como também de desenvolver caduquice com vários problemas auditivos.

A pesquisa mostrou que pessoas que usam aparelho auditivo  o risco de obter sintomas depressivos é reduzido para 50% .

Análises sistemática de audição

Diante  do crescimento de risco de enfermidades auditivas  sofridas por pessoas da Comundade Europeia órgãos voltados para saúde auditiva, como The European Federation of the Hard of Hearing (EFHOH), the European Association of Hearing Aid Professionals (AEA) e  European Hearing Instrument Manufacturers Association (EHIMA)  declararam que políticas e iniciativas estão sendo implementadas na Comunidade europeia para apoiar sistemas de análise de perda auditiva como parte de check-ups em adultos acima de 55 anos membros desses estados.

Além disso, devido ao crescimento de problemas de saúde associados a audição, as pessoas têm necessidades específicas com cuidadados integrados. As três organizações, supracitadas, perdiram  a comissão europeia para indicar quais os trabalhos têm sido desenvolvidos pela Comunidade Europeia para realização de cuidados integrados, principalmente o sistema de saúde europeu European Innovation Partnership on Active and Healthy Ageing.

Iniciativas assim estarão de acordo com a  UN Convention on the Rights of People with Disabilities, órgão dos direitos para pessoas com problemas de saúde.

Despesas

Os custos por não se fazer nada está aumentando concomitantemente com o envelhecimento da população europeia. A implementação de sistema de análise entre pessoas com 55 anos de idade e a realização de políticas de saúde auditiva  têm sido visto como um investimento para o governo, seguro de saúde e para 80 milhões de europeus com problemas auditivos.



Fonte: www.port.hear-it.org/Cuidadar-da-audi-o-e-um-investimento

Em breve nova tecnologia de Bluetooth para aparelhos auditivos.

A  tecnologia Bluetooth que leva informação sem fio de um aparelho eletrônico para outro  não tem, até o momento, conseguido enviar som direto para os aparelhos auditivos. E o motivo principal disso é que a tecnologia exige mais energia do que as pequenas baterias dos aparelhos auditivos  podem fornecer.

O grupo conhecido como Bluetooth Special Interest Group (SIG) e a associação de instrumentos auditivos manufaturados, European Hearing Instrument Manufacturers Association (EHIMA)  assinaram um acordo,  Memo of Understanding (MOU) para desenvolver um novo modelo de aparelhos auditivos.

O mesmo modelo

A norma do acordo assinado vai aprimorar as funcionalidades já  existentes nos aparelhos auditivos e criar novas,como  áudio estéreo do aparelho celular ou mídia moderna( media gateway) usando a tecnologia Bluetooth ( Bluetooth wireless technology).
Os usuários de aparelho auditivo não precisarão mais de instrumentos intermediários “substitutos” e eles poderão escolher livremente entre várias marcas, uma vez que as principais marcas manufaturadas irão aderir à mesma norma.


A expectativa é de que o novo modelo Bluetooth será rapidamente adotado pelos consumidores de aparelhos eletrônicos manufaturados, o que ocorrerá.


Fonte:  www.port.hear-it.org/Em-breve-nova-tecnologia-de-Bluetooth-para-aparelhos-auditivos

Tinnitus está relacionado ao gênero.

Tinnitus crônico é um problema sério de saúde que frequentemente surge com um número sério de incômods secundários e efeitos, como por exemplo, problema cognitivo e perturbação do sono.Segundo o estudo, existem diferenças significantes entre gênero e idade, o que significa dizer que as mulheres são mais predispostas a  certos efeitos secundários.

O estudo incluiu 607 mulheres e 573 homens, os quais relataram terem tinnitus por mais de 3 mêses. A idade dos pacientes variavam entre 17 a 81 em ambos os gêneros.Os resultados mostraram que as mulheres sentiam-se mais incomodadas com o tinnitus e  demosntravam mais estressadas que os homens.Além do mais, as mulheres estavam em desvantagens aos homens em relação ao senso de coerência e recursos pessoais, mas  tinham n´veis baixos de perda auditiva e ruídos de tinnitus que os homens.

Os autores concluíram que as difernças de sexo estão relacionadas ao incômodo  provocado por tinnitus em pacientes com tinnitus crônico. Contudo, essas diferenças dependem da idade em parte e em parte da duração de tinnitus.

O incômodo de tinnitus é mais forte nas mulheres

Segundo o estudo o incômodo de tinnitus era mais forte no grupo de meia idade de mulheres e homens entre  45 a 59 de idade do que em pacientes mais jovens. Além do mais, o incômodo  diminuiu de novo em homens mais velhos, acima de 60 anos de idade, mas não em mulheres mais velhas.

A  análise dos  três grupos de idade revelou pois diferenças significativas entre mulheres idosas e pacientes masculinos, indicando que os incômodos de tinnitus podem ser mais fortes nas mulheres.

Recomendações

Conforme os pesquisadores, os pacientes  do sexo feminino de tinnitus  podem ser beneficiados com fisioterapia orientada  com abordagem tais como exercícios e técnicas de relaxamento. Além do mais, terapias cognitivas de comportamento podem ajudá-los a  reforçar sua autoestima e reduzir suas  angústias cognitivas. E ainda mais, grupos de terapias podem ser especialmente útil em diferentes propostas, desenvolvendo estratégias cognitivas  funcionis e reduzindo a ansiedade.

Sobre o estudo

O estudo foi realizado pela Dra. Cláudia Sedel e sua equipe de pesquisadores do the Tinnitus centre at ‘Charité’ University Hospital em Berlin. Os resultados da pesquisa foram publicados na revista de saúde “Ear and Hearing”


Fonte: www.port.hear-it.org/Tinnitus-esta-relacionado-ao-genero

Perda auditiva não tratada pode diminuir o cérebro.
Em geral, o cérebro torna-se menor com a idade, mas a redução parece ser acelerada em adultos com perda auditiva não tratada, segundo os resultados do estudo feito por pesquisadores da Johns Hopkins e do National Institute on Aging.

No estudo, os pesquisadores Frank Lin, M.D., Ph.D. e seus colegas da Johns Hopkins Medicine nos Estados Unidos usaram informações da Baltimore Longitudinal Study of Aging para comparar mudanças no cérebro com o passar do tempo, entre adultos com audição normal e adultos com perda auditiva.

Os 126 participantes foram submetidos a exames de ressonância magnética durante anualmente para avaliar as mudanças ocorridas no cérebro, durante um período máximo de 10 anos. Cada participante concluiu o exame magnético no tempo estabelecido, em 1994 incluindo também exames de audição. No início, 75 dos entrevistados tinham audição normal enquanto que 51 deles tinham deficiência auditiva, com perda de no mínimo 25 decibéis (dB).
Perda do tecido cerebral

Após as análises das ressonâncias magnéticas dos participantes, durante os anos seguintes, Lin e seus colegas descobriram que aqueles cujas audições estavam comprometidas no início do estudo, tiveram uma aceleração de atrofia no cérebro, comparado com os que tinham audição normal.

Além disso, os que tinham prejuízos auditivos perderam mais que um centímetro cúbico do tecido cerebral a cada ano, comparado com os participantes com audição normal. E aqueles tiveram um significante atrofiamento em certas áreas,incluindo estruturas cerebrais responsáveis pelo processo de som e fala.

Essas estruturas responsáveis pelo som e fala são afetadas àqueles que têm perda auditiva e isso não foi uma surpresa para os pesquisadores. O atrofiamento nessas áreas pode simplesmente ser a consequência de um “empobrecimento” do córtex cerebral, o que pode diminuí-lo, dado a ausência de estimulação. Contudo, essas estruturas não trabalham isoladamentes e elas não são responsáveis para determinar a organização do som e da fala.
Trate da perda auditiva

“O estudo mostra-nos certa urgência quanto ao tratamento de perda auditiva, e isso não deve ser ignorado. Se você quiser tratar bem sua audição, deve fazer isso o mais rápido possível antes que seja tarde, afirma Lin.” Se a perda auditiva está contribuindo grandemente para essas diferenças que estamos vendo através de ressonância magnética, você precisa tratá-la antes dessas mudanças estruturais cerebrais ocorrem.”

Lin e seus colegas planejam analisar se o tratamento de perda auditiva precoce pode diminuir o risco de problemas de saúde a ela associada.

As conclusões foram acrescentadas a uma grande lista de problemas de saúde associados à perda auditiva, incluindo risco de demência, quedas, hospitalizações e diminuição de capacidade física e saúde mental, em geral.



Fonte: www.port.hear-it.org/Perda-auditiva-n-o-tratada-pode-diminuir-o-cerebro