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O uso de aparelho auditivo reduz declínio cognitivo


Perda auditiva auto-referida está associada ao acelerado declínio cognitivo em pessoas idosas, conforme um extenso estudo científico francês realizado durante 25 anos. O estudo comprova também que o uso de aparelho auditivo quase elimina esse declínio cognitivo.

O estudo revela que perda auditiva auto-referida está associada,independentemente, ao acelerado declínio cognitivo em pessoas adultas. Contudo, a tendência estatística contrária é observada nos participantes com aparelho auditivo. O declínio cognitivo, daquelas pessoas da pesquisa, que usavam aparelho auditivo não era significantemente diferente do grupo de controle ( àquelas que informaram não terem perda auditiva). Os usuários idosos de aparelho auditivo tinham índices de declínio cognitivo semelhantes às pessoas sem problemas auditivos.

Ajudando a melhorar a habilidade auditiva

O estudo não comprova que perda auditiva tem efeito direto no declínio cognitivo, mas que as consequências mentais e sociais de perda auditiva, provavelmente, tenham uma certa relação com isso. Portanto, ao melhorar a habilidade auditiva com o uso de aparelho auditivo ou implante coclear irá reduzir os efeitos negativos mentais de perda auditiva e aumentar a habilidade em participar de atividades estimulativas cognitivas , como atividades sociais, e desse modo, o declínio cognitivo será reduzido. 

No estudo os pesquisadores escreveram: Ao menos,  parcialmente a habilidade da  comunicação é restaurada, e aparelho auditivo pode melhorar o humor, aumentar as interações sociais e permitir a participação, dos usuários, em habilidades estimulativas cognitivas, e consequentemente, pode desacelerar o declínio cognitivo.”

O estudo conclui que: “Perda auditiva está associada ao declínio cognitivo acelerado em pessoas idosas. Foi revelado também que aparelho auditivo costuma atenuar  os declínios cognitivos.”

Importância da abordagem do problema

“Todos os aspectos desses resultados enfatizam a importância da abordagem do problema de diagnóstico e tratamento de perda auditiva em idosos”,  indica o estudo.

O estudo também revela que “um tratamento auditivo de reabilitação é complexo e não consiste, simplesmente, no uso de aparelho auditivo.” 

Fatos sobre o estudo

PAQUID é um estudo francês que foi realizado com 3.670 pessoas escolhidas, aleatoriamente, com a idade de 65 anos e acima disso. O estudo foi iniciado em 1989 e 1990, cujos participantes foram avaliados regularmente durante 25 anos. O estudo foi dirigido pela professora Hélène Amieva da universidade de Bordeaux, na França, Université Victor Segalen Bordeaux 2.

No estudo, os participantes auto-relataram depoimentos acerca de sua perda auditiva. O declínio cognitivo foi medido através de um exame chamado Mini Exame do Estado Mental (MEEM), Mini-Mental State Examination (MMSE). E a eficácia do estudo está relacionada ao longo período em que as pessoas foram observadas e avaliadas, como também ao número de participantes. O estudo foi publicado numa revista geriátrica americana Journal of the American Geriatrics Society.

O aparelho auditivo ajuda

“A Hear-it é profundamente grata à Professora Hélène Amieva por ter comprovado o que sabíamos há décadas, mas que não éramos capazes de provar cientificamente que o aparelho auditivo ajuda às pessoas com dificuldade auditiva a estarem bem cognitivamente e mentalmente”, afirmou o secretário geral da Hear-it AISBL, Kim Ruberg.

“Nós sabemos, através de outras pesquisas científicas, que o uso de soluções auditivas profissionais ajuda às pessoas com problema auditivo a viverem melhor, a participarem de atividades sociais, a conservarem seus trabalhos, e em geral, a terem um nível de qualidade de  vida mais elevado. Tudo isso ajuda às pessoas com problema auditivo a terem uma saúde melhor, a desempenharem melhor funções sociais, e portanto, a terem uma saúde mental melhor. A Professora Hélène Amieva comprovou, agora, que perda auditiva não tratada está associada ao declínio cognitivo e quem usa aparelho auditivo têm nível cognitivo semelhante às  pessoas que não têm perda auditiva”, afirma Kim Ruberg.


Fonte: http://bit.ly/1MupPkN